Em termos nominais, que espelham a receita de vendas observadas pelo varejista, houve aumento de 21,6%. Efeitos de calendário novamente beneficiaram o resultado de julho deste ano. Os números, contudo, mostram desaceleração na base mensal, após expansão real de 9,5% e alta nominal de 23,3% em junho.
De acordo com o chefe de Inteligência da Cielo, Pedro Lippi, o patamar de faturamento do varejo continua, em termos nominais, próximo ao observado no período pré-pandemia. “No entanto, esse crescimento está associado ao aumento da inflação no período”, destacou.
Desconsiderando esse efeito, acrescentou, o varejo ainda está cerca de 14% abaixo do patamar observado em 2019.