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Mercados globais fecham sem direção única com aversão ao risco e volatilidade do petróleo

Blue chips pressionam o Ibovespa, que sentiu o peso do ambiente externo e encerrou em queda de 0,33% aos 190.745 pontos

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Os mercados globais encerraram a sessão sem direção única, em um ambiente ainda marcado por cautela diante do noticiário geopolítico. As tensões continuam mantendo os investidores atentos aos riscos para o fluxo de energia e logística, contribuindo para a forte volatilidade do petróleo, que seguiu orbitando a faixa de US$ 100 por barril.

Em Nova York, os índices acionários conseguiram algum suporte ao longo da sessão, especialmente a partir do desempenho do setor de tecnologia. Resultados corporativos mais fortes —com destaque para a Intel —ajudaram a sustentar o S&P 500 e o Nasdaq que fecharam no campo positivo, atenuando o pano de fundo mais sensível ao risco.

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Com uma agenda macroeconômica esvaziada, os mercados internacionais passaram boa parte do dia reagindo a notícias, alternando momentos de maior apetite por risco e postura defensiva.

No Brasil, o Ibovespa sentiu o peso do ambiente externo e também de fatores domésticos, encerrando o pregão em queda. O índice foi pressionado pelo desempenho negativo de blue chips (ações de empresas com grande liquidez na Bolsa) e de ações mais ligadas ao ciclo econômico. Nesse ambiente, o Ibovespa encerrou a sessão em queda de 0,33% aos 190.745 pontos, com giro financeiro de R$ 24,9 bilhões.

No mercado de câmbio, o dólar frente ao real terminou próximo da estabilidade, com queda de 0,11% aos R$ 5,00. A curva de juros futuros, por sua vez, perdeu parte do movimento de queda observado no início do pregão.

Os contratos de vencimentos mais curtos passaram a flertar com relativa estabilidade perto do fechamento, apesar de a Casa Branca ter confirmado, durante a tarde, que haverá uma nova rodada de conversas com o Irã nesta sexta-feira, no Paquistão.

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Entre as ações do Ibovespa, a Usiminas (USIM5) se destacou positivamente ao longo do dia, disparando após divulgar resultados acima das expectativas. Na outra ponta, Brava (BRAV3) figurou entre as maiores quedas, pressionada pela perspectiva de uma OPA.

O setor de energia teve desempenho negativo de forma mais ampla com a Petrobras (PETR3; PETR4) e pares recuando acompanhando a volatilidade do Brent, o que limitou qualquer tentativa de recuperação do índice, mesmo com o petróleo ainda operando em patamar elevado.

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