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Colunista

Responda a essas perguntas e veja se é hora de pedir demissão

Manter-se no emprego apenas pelo salário não é uma boa opção para a saúde e muito menos para o bolso

Por Ana Paula Hornos

05/11/2022 | 7:00 Atualização: 04/11/2022 | 12:32

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A melhor forma de saída é sempre a mais colaborativa, pacífica e acordada | Foto: Envato Elements
A melhor forma de saída é sempre a mais colaborativa, pacífica e acordada | Foto: Envato Elements

Demitir-se ou não se demitir, eis a questão!

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Um fenômeno recente, que viralizou nas redes sociais, principalmente entre os mais jovens, foi o “quiet quitting”, a famosa demissão silenciosa.

É o comportamento no qual o funcionário faz apenas o necessário, nem mais nem menos, para manter seu emprego.

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Uma das justificativas para a adoção dessa atitude, por quem a pratica, é tida como uma forma de estabelecer limites às horas extras de trabalho, em busca de mais qualidade de vida.

No entanto, o resultado pode ser inverso, uma vez que a desconexão afetiva do sentido de propósito no trabalho pode levar ao burnout. A percepção de trabalho produtivo é um pilar importante da saúde mental, pois o significado de trabalhar tem um vínculo intrínseco ao sentido de existência e identidade dos seres humanos.

Quando avaliar o pedido de demissão?

Entre as motivações mais frequentes para a mudança de emprego estão: a desconexão entre a cultura e os valores da empresa e os seus próprios, ambiente tóxico, desalinhamento de metas e de objetivos, falta de oportunidade de crescimento, de autonomia ou aprendizado, insatisfação com aquilo que faz ou com a liderança, perda do sentido de contribuição, de reconhecimento ou prejuízos à qualidade de vida e saúde mental.

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Se este é p seu caso, é hora de avaliar um pedido real de demissão. Manter-se no emprego apenas pelo salário não é uma boa opção para a saúde, nem para a felicidade e muito menos para o bolso, pois a situação não é sustentável no longo prazo e, portanto, não trará bons resultados.

Como se preparar para a mudança?

Para evitar agir por impulso e ter arrependimentos futuros é importante avaliar se realmente a percepção dos fatos não está enviesada. Você pode começar fazendo-se perguntas como: O que realmente desejo? Os pontos pelos quais estou insatisfeito podem melhorar de alguma forma? É possível ressignificá-los? No médio prazo, as coisas poderiam melhorar? Quais são os pontos fortes e desvantagens de onde trabalho? O que pesa mais entre vantagens ou pontos fracos? As questões que me incomodam dizem mais ao meu respeito ou ao ambiente externo? Há opções melhores? Consigo enxergar meu valor e minha contribuição independentemente de onde trabalho?

Você pode fazer essa avaliação sozinho ou pedir a ajuda de um profissional.

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Caso a conclusão seja pela mudança, é importante planejar a transição. Não é recomendável pedir demissão sem outra opção de ocupação. De qualquer forma, é imprescindível uma reserva financeira de pelo menos 6 meses equivalentes aos seus gastos orçamentários mensais. Monte um plano, organize-se, desenhe as alternativas antes de se desligar.

Qual é melhor forma de fazer?

Trabalhar mal para forçar a demissão não faz bem a você mesmo. Seu senso de autoeficácia, o valor de seu próprio trabalho e a sua imagem valem muito mais que qualquer compensação financeira imediata das verbas rescisórias de ser demitido. Se a decisão de sair do emprego partiu de você, honre essa escolha.

A boa notícia é que, por meio da reforma trabalhista que passou a vigorar em 2017, está prevista nova modalidade de demissão por acordo trabalhista. Ela permite que ocorra negociação para consenso entre o empregador e o empregado, chamada de demissão consensual. Nesse modelo de rescisão do contrato de trabalho, é permitido uma saída na qual ambas as partes aceitam o fim do vínculo empregatício.

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Nessa modalidade, o profissional recebe o saldo de salário; aviso prévio pela metade; 13º proporcional; férias proporcionais + ⅓; férias vencidas + ⅓; 20% de multa sobre o saldo do FGTS; também adquire o direito de movimentar 80% do valor disponível do seu FGTS. Só não tem direito ao seguro-desemprego.

A melhor forma de saída é sempre a mais colaborativa, pacífica e acordada. Com isso você construirá não somente seu caminho escolhido imediato, mas também fortalecerá sua autoestima e manterá portas abertas para oportunidades futuras.

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