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Negócios

Luiza Trajano: ‘Vamos contribuir com o que dá resultado a longo prazo’

A presidente do conselho de administração do Magazine Luiza fala sobre o futuro da varejista

Por Jenne Andrade

12/12/2022 | 8:46 Atualização: 13/12/2022 | 15:19

Luiza Trajano. Foto: Felipe Rau/Estadão
Luiza Trajano. Foto: Felipe Rau/Estadão

Não é necessário ficar mais de dois minutos na mesma sala que Luiza Helena Trajano para entender por que uma loja do interior de São Paulo, sob o comando da empresária, conseguiu se transformar na maior varejista da Bolsa de Valores brasileira.

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Nascida na cidade de Franca (SP), Luiza Helena dedicou praticamente toda a vida ao Magazine Luiza, varejista criada por sua tia e xará, Luiza Trajano Donato, ainda em 1957. Com 12 anos, ela já passava as férias escolares trabalhando no comércio da família, de onde nunca saiu, mesmo após se formar em direito.

Trajano assumiu a superintendência do Magalu em 1991 e permaneceu no cargo até 2009. No período, promoveu a expansão do negócio, iniciou as primeiras lojas virtuais, passou por adversidades econômicas e enfrentou a hiperinflação brasileira – mesmo assim, não se deixou abalar pelo pessimismo.

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A atual presidente do conselho de administração do Magalu não teme os juros e inflação mais altos projetados pelo mercado para 2023, muito menos uma eventual desaceleração do varejo.

“Escutei isso a vida toda: ‘ah, o varejo vai desacelerar’, depois ‘não vai mais’. Nem entro mais nesse mérito porque eu acredito que o Bolsa Família (atual Auxílio Emergencial) vai continuar e isso é muito importante para o varejo”, afirma a empresária, em entrevista exclusiva ao E-Investidor.

Apesar de ser uma empreendedora premiada, com décadas de experiência em liderança e gestão, Trajano se define de forma muito mais simples. “Eu sou vendedora”, ressalta ela.

Essa simplicidade e assertividade da líder do Magalu não são os únicos fatores pelos quais a empresária é conhecida. A preocupação com o ESG (sigla para boas práticas sociais, ambientais e de governança nos negócios), que se tornou uma pauta fundamental dentro da varejista, transparece nas falas de Trajano.

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“Eu não sei se (responsabilidade social) ajuda tanto para a imagem, mas ela favorece a sustentabilidade da empresa. Sem sustentabilidade, você não tem ar e não respira. Acredito que não temos que contribuir só com aquilo que dá resultado a curto prazo. Precisamos contribuir com aquilo que dá resultado a longo prazo”, diz Trajano.

E-Investidor – Qual é o balanço que a Sra. faz da performance do Magazine Luiza em 2022?

Luiza Trajano –  Esse foi um ano pós pandemia, já tínhamos comprado muitas empresas e o mercado, nesse segmento (de varejo), já comprou muito antes o crescimento (apostou nas ações do Magazine Luiza).

Nos últimos três anos, o crescimento foi grande e 2022 foi um ano que paramos para estruturar tanta coisa que nós crescemos. Foi um ano de aprendizado.

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O mercado projeta uma desaceleração do varejo em 2023. Isso te preocupa? 

Trajano – Escutei isso a vida toda: ‘Ah, o varejo vai desacelerar’, depois ‘ah, não vai mais desacelerar’ e etc. Então, nem entro nisso mais porque eu acredito que o Bolsa Família (atual Auxílio Emergencial) vai continuar, e isso é muito importante para o varejo.

E o que podemos esperar do Magazine Luiza no próximo ano?

Trajano – Estamos trabalhando para consolidar ainda mais o marketplace e dar aos vendedores e pequenos empreendedores condições para sobreviverem bem. Compramos muitas empresas, desde treinamento até logística, e passamos a nossa experiência, tudo que nós temos de sistema, para o pequeno e micro empresário.

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A Sra. está otimista para os próximos quatro anos, sob o comando de Lula?

Trajano –  Respeito o que as urnas decidiram e torço para que tudo dê certo. Eu acho que agora nós temos que unir o Brasil. Essa é a minha proposta. Temos que unir e torcer para dar certo, porque dando certo é bom para todo mundo.

Como essa responsabilidade com a sustentabilidade ajuda na imagem e nos negócios da empresa?

Trajano – Eu não sei se ajuda tanto para a imagem, mas ela favorece a sustentabilidade da empresa. Sem sustentabilidade, você não tem ar e não respira, então acredito que não temos que contribuir só com aquilo que dá resultado a curto prazo. Precisamos contribuir com aquilo que dá resultado a longo prazo.

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Quando você ajuda uma micro e pequena empresa, por exemplo, você está ajudando o setor que mais gera empregos no Brasil. Dessa forma, também estou ajudando o Magazine Luiza, até porque de onde que sai investimento em um país que não tem dinheiro? É do emprego e da renda.

A questão ambiental é o calcanhar de Aquiles do varejo?

Trajano – Sinto que temos muita coisa para fazer ainda, tanto o Magalu, como os brasileiros. O Magazine faz a coleta de eletrônicos e já tem 500 pontos espalhados pelo País. Nos unimos e nos preocupamos, mas eu sinto que o ponto ESG é o que mais temos que estar atentos. Há muito tempo não aceitamos que terceirizados contratem menores de idade e nenhum tipo de trabalho escravo e tudo isso faz parte. Mas é uma causa longa.

Há 15 anos eu lancei em Franca (cidade do interior de São Paulo) um trabalho de coleta de lixo reciclado junto com professoras. Saímos de 1 tonelada para 12 toneladas. O duro é conseguir que o governo seguinte mantenha a coleta, porque você depende muito do Estado para isso. Precisamos de um programa muito grande. Aliás, não um programa, uma ideia muito grande.

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E por que o investidor deve comprar ações do Magazine Luiza?

Trajano – Por vários motivos. Primeiro porque o Magazine Luiza é um multicanal nacional muito forte. Nascemos no canal físico e conseguimos continuar com lojas físicas – vemos que todo mundo hoje valoriza as lojas físicas –, mas também digitalizamos as vendas.

O Magalu é uma empresa que saiu na frente, fisicamente. É difícil vermos uma companhia no mundo que era “físico” e conseguiu se transformar em digital. Com todo respeito a todas que nasceram no digital, mas você vê que elas estão entrando no mundo físico agora. Foi onde começaram a olhar o Magazine Luiza de forma diferente.

Além disso, não aceitamos vendedores que fazem qualquer tipo de coisa contra o ESG ou pirataria, mesmo que isso dê dinheiro. Nós lutamos pela sustentabilidade da empresa.

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