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Mercado

Verão pode afetar o setor agro no Brasil? Veja as ações recomendadas

Segundo especialistas, as commodities agrícolas podem ser impactadas pelo fenômeno La Niña

Por Artur Nicoceli

24/01/2023 | 18:10 Atualização: 24/01/2023 | 18:23

 (Fonte: Pixabay)
(Fonte: Pixabay)

Estamos em pleno verão no Brasil. A estação começou no dia 21 de dezembro de 2022 e se estenderá até 20 de março. Conforme o Climatempo, a previsão é de chuva frequente em praticamente todo o País e temperaturas altas, com sensação de abafamento.

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A estação mais quente do ano costuma ser a mais esperada pelos brasileiros que planejam viajar para o litoral. Porém, para os investidores de renda variável, principalmente do agronegócio, as temperaturas mais altas tendem a redobrar a atenção com os fenômenos climáticos e seus impactos.

O estado de alerta é acionado porque o clima é quem dita o tamanho da safra e os preços das commodities. “Se chover mais do que o necessário é ruim, assim como o contrário. Existe uma quantidade exata de chuva e calor que se faz necessária para a plantação crescer mais e melhor”, afirma Vinicius Steniski, analista de ações do TC Matrix.

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O especialista explica que se a safra de soja for ruim acaba tendo oscilações nos resultados das companhias do setor. No caso da Boa Safra Sementes, por exemplo, a empresa é obrigada a vender uma maior quantidade de grãos em vez de sementes, já que o segundo produto depende do cultivo, do clima e das margens dos produtores; enquanto o primeiro é vendido para esvaziamento dos estoques e tem um prazo menor de vencimento.

Vale destacar que a semente é um grão mais jovem e, consequentemente, com mais chance de germinar. Dessa forma, é vendida por um preço quatro vezes maior que o grão.

Já Lucas Barbosa, Lucas Esteves e Gabriel Tinem, especialistas do banco Santander, destacaram que as previsões meteorológicas atuais apontam para chuvas acima da média em Mato Grosso ao longo de janeiro, como resultado de uma frente fria se movendo em direção à região Centro-Oeste do Brasil.

Caso o clima se concretize, os níveis mais altos de chuva poderiam atrasar a dessecação e colheita da soja no estado e também atrasar a segunda semeadura da cultura do milho, afetando os negócios das empresas do setor, como a SLC Agrícola.

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Vale dizer que a situação climática também traria um possível impacto nas negociações de cargas a serem movimentadas no 2º semestre de ano e, consequentemente, no balanço e na cotação das ações de algumas companhias que operam com transporte, como a Rumo, pertencente ao grupo Cosan, e a Hidrovias do Brasil.

Para os especialistas do Santander, as commodities agrícolas na América do Sul também podem ser impactadas pelo terceiro ano consecutivo de La Niña, fenômeno natural responsável por fortes chuvas no Norte e no Nordeste, além das secas no Sul do País.

Segundo a MetSul Meteorologia, empresa focada na previsão do tempo, o fenômeno deve durar até, no mínimo, fevereiro.

Como aproveitar o momento?

Especialistas entrevistados pelo E-Investidor deram dicas de como o investidor pode aproveitar o momento de impacto negativo no setor agro. Idean Alves, sócio e chefe da mesa de operações da Ação Brasil, afirma que são momentos como esses que pedem do investidor uma proteção contra a variação de preços dos insumos, do maquinário e da produção.

Para o investidor que opera diretamente commodities é possível fazer um hedge, mecanismo que serve para proteger operações financeiras expostas a uma alta taxa de volatilidade, via safra ou dólar. “O hedge pode ser feito através de trava de preço, em que o investidor negocia a safra ou o dólar a um preço futuro, a fim de garantir um determinado valor, mesmo que [no futuro] haja uma queda forte, por exemplo. Assim, o investidor pode ficar mais tranquilos em cenários de estresse, como de safra irregular, inflação global e câmbio volátil”, destaca Alves.

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Já para o investidor que aplica diretamente nas empresas, um caminho pode ser reduzir posição. “O ano será volátil, Não será fácil para a produção, para o consumidor, e muito menos para o mercado financeiro”. Para o chefe da mesa de operações da Ação Brasil, se faz necessário reduzir a concentração do risco no setor e diversificar as aplicações em outros mercados.

Felipe Cima, operador de renda variável da Manchester Investimentos, por sua vez, afirma que o acionista precisa entender como as empresas ganham dinheiro “efetivamente”. Se o negócio for totalmente atrelado a variação de temperatura, é recomendável não alocar tanto capital.

Porém, se a companhia gerar lucro de outra forma, pode ser que seja mais interessante ao mercado neste momento. Ele cita a BrasilAgro como opção, pois tem um negócio voltado ao “beneficiamento de propriedade” – a companhia compra uma região subvalorizada e vende em média de seis a sete anos depois, por um preço maior.

Ele indica também a 3Tentos e a Boa Safra, empresas especializadas no fornecimento de insumos. Na prática, as companhias atuam antes da produção, vendendo itens para que outros negócios produzam commodities. Ou seja, o produto ofertado não depende do clima.

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Já Victor Martins, analista sênior da Planner Corretora, destaca apenas uma empresa para os investidores terem no radar: a SLC Agrícola (SLCE3). “O ativo tem espaço para uma melhor precificação [se comparado com outras companhias do setor], em função do potencial de crescimento, sua escala de produção e eficiência operacional”.

Ele ressaltou ainda que a alavancagem financeira da companhia permanece em patamar reduzido, com espaço para distribuição de proventos e novos investimentos voltados ao seu crescimento.

Histórico

Um levantamento realizado pela Economatica a pedido do E-Investidor apontou como foi o desempenho das ações do setor agro nos últimos dez verões.

Vale lembrar que o Ibovespa é composto por aproximadamente 40% de empresas que trabalham com commodities. O setor agro corresponde a apenas 1,62% da carteira do índice. Somente quatro empresas fazem parte dele: Cosan; Raizen; São Martinho; e SLC Agricola.

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