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Mercado

IPOs devem voltar com força no 2º semestre; veja os 10 maiores da B3

Cenário de juros baixo e retomada da economia devem impulsionar a abertura de capital no Brasil

Por Mateus Apud

16/07/2020 | 20:48 Atualização: 24/07/2020 | 17:30

O setor de tecnologia, composto por empresas como Multilaser, é afetado pela Selic alta. (Foto: Amanda Perobelli/Reuters)
O setor de tecnologia, composto por empresas como Multilaser, é afetado pela Selic alta. (Foto: Amanda Perobelli/Reuters)

Quando 2020 começou, o mercado financeiro acreditava que este seria o ano dos IPOs (Ofertas Públicas Iniciais) – nome dado ao processo quando uma empresa abre seu capital na bolsa de valores. A pandemia da covid-19, no entanto, instaurou uma crise mundial e atrapalhou os planos de diversas companhias que haviam protocolado pedidos para lançar seus papéis no mercado.

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Para efeito de comparação, em 2019 foram realizados cinco IPOs. Até o dia 13 de fevereiro de 2020, pré-crise, já foram quatro abertura de capitais. Porém, depois desta data diversas empresas resolveram aguardar o período crítico da crise passar.

Em março, 18 companhias estavam com o processo aberto para que suas ofertas fossem efetuadas, mas 16 delas adiaram sua listagem. “A crise fez as empresas colocarem o pé no frio dos IPOs para ver o que ia acontecer e depois retomar as ofertas”, diz Bruno Madruga, head de renda variável da Monte Bravo Investimentos.

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Apesar disso, o mercado de IPOs começou a reaquecer no mês de maio e, desde então, mais três empresas já abriram seu capital até esta quarta-feira (15). Segundo Madruga, o cenário atual de juros baixo e da retomada da economia está muito atrativo para realizar o processo. “É inegável que estamos em um ciclo econômico que beneficia muito”.

Como prova disso, ele cita o IPO que ocorreu mais recentemente, o da Ambipar, quando os pedidos dos investidores pelas ações superaram em mais de dez vezes os papéis que foram ofertados. “Uma oferta em bolsa está com uma imensa atratividade para os investidores”, diz o head da Monte Bravo.

Apesar da grande procura pelas ações da Ambipar e do processo ter levantado R$ 1,08 bilhão para a empresa, ela ainda está longe de entrar no ranking dos 10 maiores IPOs da história da B3.

“Está mais fácil captar recursos agora”, explica Madruga. Segundo o especialista da Monte Bravo, as empresas devem começar a captar valores cada vez maiores. Com isso, provavelmente haverá mudanças no Top 10.

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Contudo, por enquanto, o IPO que levantou o maior volume foi o do Santander (SANB11) em 2009, com o valor de R$ 13.182.457.728 bilhões. A oferta de ações primárias mais recente presente no ranking é a da NeoEnergia (NEOE3), em 2019.

Estão presentes na lista ações de empresas que mudaram de nome, como a Visanet (VNET3), que virou Cielo (CIEL3), e Bovespa (BVMF3), que se tornou a B3 (B3SA3). Além disso, estão presente companhias que não existem mais ou não estão mais listadas na bolsa. (Confira o ranking no final da reportagem)

Mais IPOs devem acontecer

Com a perspectiva de que a Selic deve continuar em baixa por mais tempo e o sucesso dos três últimos IPOs, Madruga acredita que o processo deve ser retomado em peso pelas empresas no segundo semestre de 2020.

Segundo ele, por conta da pandemia, as empresas precisam mais do que nunca se capitalizar e, no cenário de juros atual, abrir o capital está muito mais interessante do que lançar uma linha de crédito privado.

Com a taxa de juros em baixa, a tendência é cada vez mais o investidor migrar da renda fixa para a variável em busca de melhores retornos, e isso possibilita a empresa captar mais recursos em um IPO.

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“Abrir um crédito privado dando 130% do CDI não é mais tão interessante para o investidor em comparação com o potencial da bolsa de valores”, explica Madruga.

Neste contexto, ele acredita que além das empresas que já estão retomando os processos de abertura de capital, muitas outras devem seguir o mesmo caminho em 2020 e no ano que vem. “A solicitação de novos IPOs será grande”.

E de fato a previsão está correta. Segundo apurado pelo E-Investidor, outras oito empresas já retomaram seu processo de abertura capital e devem finalizá-los ainda neste ano. Além disso, o Estadão/Broadcast projeta que de 30 a 50 IPOs e follow-ons podem acontecer em 2020.

O que a volta dos IPOs significa para a bolsa brasileira?

Segundo Madruga, a retomada dos processos de IPOs é muito positiva para a B3 e para os investidores. “Isso mostra que nosso mercado financeiro está se desenvolvendo”.

Ele explica que a entrada de novas empresas na Bolsa irá trazer mais alternativas para o investidor e, consequentemente, mais oportunidades e concorrência no mercado. “O que é muito bom para a bolsa brasileira crescer”, diz Madruga.

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O especialista destaca ainda que os IPOs são uma ótima forma de atrair o investidor estrangeiro de volta para o País, o que faz a Bolsa crescer mais ainda. “O mercado primário atrai muito o investidor estrangeiro”, garante o head da Monte Bravo.

Confira o ranking dos 10 IPOs que levantaram o maior volume da história na Bolsa

Empresa Valor do IPO (R$ bi) Data
Santander (SANB11) R$ 13.182.457.728 07/10/09
BB Seguridade (BBSE3) R$ 11.475.000.000 29/04/13
Visanet (VNET3)* R$ 8.397.208.920 29/06/09
OGX Petroleo (OGXP3)** R$ 6.711.662.763 13/06/08
Bovespa (BVMF3)* R$ 6.625.520.875 26/10/07
BMF (BMEF3)** R$ 5.983.696.920 30/11/07
BR Distribuidora (BRDT3) R$ 5.024.062.500 15/12/17
Carrefour (CRFB3) R$ 4.972.705.770 20/07/17
Redecard (RDCD3)** R$ 4.642.694.685 13/07/07
NeoEnergia (NEOE3) R$ 3.744.278.776 28/06/19

Fonte: B3. *Empresa trocou o nome e o código da ação **Empresa fechou ou não está mais listada

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