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Educação Financeira

Como começar a investir com R$ 300 por mês

Veja estratégias para separar parte do orçamento mensal e melhorar suas aplicações

Por Isaac de Oliveira

11/09/2020 | 9:12 Atualização: 11/09/2020 | 9:18

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Começar a investir traz algumas dúvidas e inseguranças, mas nada que não possa ser amenizados com estudo, planejamento e organização. Com R$ 100, por exemplo, já é possível colocar a mão na massa, desde que seja feita uma preparação no orçamento, como o pagamento de dívidas e a criação de uma reserva de emergência.

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Com R$ 300 mensais, acontece da mesma forma. Para fazer as melhores escolhas é preciso reconhecer os seus objetivos, os prazos para atingi-los e a disposição para encarar riscos.

“Esse dinheiro está guardado para um objetivo de médio prazo, como uma uma viagem, troca de móvel ou eletrodoméstico de casa, ou visado para o longo prazo, pensando na aposentadoria?”, provoca Liao Yu Chieh, professor e head de Educação do C6 Bank.

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Fabrizio, do canal 1Bilhão, considera ideal que investidores de primeira viagem comecem pela renda fixa, para “sentir o mercado”. Só depois seria indicado a entrar gradativamente na renda variável

Ainda que a renda fixa não esteja em sua melhor fase, ela é um consenso nas indicações de especialistas, principalmente para quem está começando suas aplicações. Essa classe de ativos perdeu muita atratividade desde que a taxa básica de juros, a Selic, desabou, atualmente em  2% ao ano, levando os rendimentos a patamares menos atrativos.

“A renda fixa sempre vai ser importante, principalmente na questão de reserva de oportunidade. Só que quanto mais cai a taxa de juros, mais ela perde importância. Mas não é que ela vá deixar de existir”, lembra Fabrizio Gueratto, do canal 1Bilhão Educação Financeira e colunista do E-Investidor.

Títulos do Tesouro Direto, fundos de renda fixa, títulos de crédito privado (CDB, LCI, LCA) são alternativas dessa classe de ativos, recomendada para investidores de perfis conservadores, ou seja, menos dispostos a correr risco de perda nos seus investimentos.

O Tesouro Direto possui três opções. A primeira, o Tesouro Selic, é recomendada apenas para reserva de emergência, pois possui liquidez diária. Pensando em investimentos de médio e longo prazos, Chieh destaca o Tesouro Prefixado ou o Tesouro IPCA+. Ambos são acessíveis e podem ser adquiridos por valores a partir de R$ 36, aproximadamente.

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“Se for Tesouro prefixado, o investidor já sabe de largada até o valor que vai receber lá no vencimento. Se for o Tesouro IPCA+, ele já sabe que vai ter a reposição da inflação mais um ganho real”, explica o head de Educação do C6 Bank.

Sobre a escolha entre os dois, Chieh diz que esta depende da expectativa sobre o valor da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Enquanto o ganho do Tesouro Prefixado decorre de taxas já definidas, por exemplo, de 4,17% com vencimento em 2023, e 7,10% com vencimento em 2031, o retorno do Tesouro IPCA+ é calculado por uma taxa já estabelecida, que varia de 2,42% (2026) a 4% (2050), mais o percentual da inflação (variável).

Com R$ 300 posso começar a investir em renda variável?

Fabrizio, do canal 1Bilhão, considera ideal que investidores de primeira viagem comecem pela renda fixa para “sentir o mercado”. Só depois seria indicado entrar gradativamente na renda variável, que além de um aspecto técnico depende também do lado emocional dos investidores. A pandemia de covid-19 mostrou isso em 2020, quando o temor pela nova doença viral provocou queda nas bolsas de diversos países.

“Todo mundo acha que tem emocional até as coisas acontecerem de verdade. Será que você tem mesmo emocional vendo tudo desabar na Bolsa?”, instiga Fabrizio.

Independentemente de escolher a renda fixa ou a renda variável, o youtuber de finanças lembra que é importante ter diversificação na carteira, o que diminui as chances de todas as suas aplicações darem errado.

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“Na renda fixa, por exemplo, você pode colocar uma parcela em um fundo mais conservador, que o investidor vai ter uma gestão passiva. Pode colocar também em um CDB (crédito privado) mais longo de uma outra instituição financeira, porque o ideal não é concentrar todo o meu risco em uma mesma instituição”, afirma Fabrizio.

Mauro Calil, fundador da Academia do Dinheiro, lembra que a renda variável não se traduz apenas em ações negociadas na Bolsa. “Há muitos fFundos imobiliários, fundos de ações, ETFs, que são fundos que acompanham índices das ações, fundos multimercados disponíveis no mercado”, diz Calil.

Mas definir um percentual para renda fixa e variável depende do estilo de vida de cada pessoa. Em vez de começar direto em ações, o que pede um conhecimento maior dos investidores, os especialistas sugerem fundos que acompanham índices (ETFs), como o BOVA11, que acompanha o índice Ibovespa, da bolsa brasileira, ou até mesmo um fundo de ações. Isso pode trazer uma experiência com o ambiente de Bolsa, antes de se posicionar de fato em papéis de companhias de capital aberto.

“O fundo de investimento multimercado, o FIM, também é renda variável, apesar de misturar renda fixa. O investidor pode começar escolhendo uma ou outra opção para sentir o mercado”, diz Fabrizio.

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Mergulhar logo de cara em ações não é uma recomendação usual, mas o head de Educação do C6 Bank esclarece que esse movimento é possível desde que o objetivo da aplicação seja para um período de tempo mais distante. Com os juros em patamares cada vez mais baixos, Chieh diz que escolher boas ações gera um rendimento maior do que a renda fixa,  principalmente para quem está de olho na aposentadoria, por exemplo. Ele lembra que isso parte da mudança de consciência de quem acompanha outros países, onde a renda fixa também não traz grandes rentabilidades.

“Uma idosa de Ohio (EUA) compra ações. Ela não compra um CDB de um banco porque ela sabe que a renda fixa lá rende muito pouco. Essa lógica, no Brasil, nunca funcionou porque nós sempre tivemos a renda fixa pagando taxas muito altas. Agora, com taxas em linha com outros países, nós como investidores temos que começar a atuar como o resto do mundo”, diz Chieh.

É preciso empatia com quem está começando os investimentos

A renda variável é carimbada pela chance de risco de perda. Por isso, Calil diz que é preciso ter cautela nas recomendações para quem começa a investir com menos dinheiro, uma vez que uma perda, por menor que pareça, pode significar muito no orçamento de quem não tem grandes fortunas.

“Uma pessoa que investe R$ 5 mil na renda variável e vê esse valor se transformando em R$ 4,5 mil, já perdeu 10%. Para quem recebe R$ 1,5 mil por mês, isso representa um terço do salário. É bastante dinheiro e precisamos ter empatia por essas pessoas”, afirma Calil.

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