Esses pontos são usados, portanto, pelas próprias companhias para decidir em qual categoria do programa o viajante deve ficar. A quantidade de pontos para mudar de status varia conforme as regras das empresas. Por exemplo, o Smiles, da Gol (GOLL4), exige que o consumidor acumule 6 mil milhas para passar do nível básico ao Prata. A mesma condição vale para o Azul Fidelidade, da Azul (AZUL4).
Geralmente, as milhas qualificáveis são computadas de 1° de janeiro até 31 de dezembro de cada ano. Para acumular, a forma mais tradicional é voar pelas companhias aéreas ou participar do clube de pontos de cada uma. Esses planos têm uma assinatura mensal e oferecem benefícios exclusivos aos participantes, como upgrades em voos e pontos promocionais.
Além das milhas qualificáveis, existem também os trechos qualificáveis, que representam outra forma de mudar de categoria em um programa de fidelidade. Esses trechos são contabilizados a cada viagem realizada pelo cliente com a companhia aérea e suas parceiras. Retomando o exemplo do Smiles, um usuário para passar do nível Básico ao Prata deve ter 6 trechos qualificáveis.
Nessa hora, uma dúvida pode surgir: quais são as vantagens de mudar de categoria? De forma geral, quanto mais alto é o nível do programa, mais benefícios ele proporciona ao viajante. As vantagens vão desde acesso às salas VIPs de aeroportos até embarque prioritário. Descontos em passagens aéreas, despacho gratuito de bagagem e cancelamento de voos sem custo também são algumas das regalias das categorias mais elevadas.