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Colunista

A educação financeira do País só avançará quando for descentralizada, mas como fazer isso?

Chanceler do Instituto Presbiteriano Mackenzie fala sobre como abraçar de maneira eficiente projetos de educação financeira que atinjam quem mais precisa

Por Evandro Mello

06/07/2024 | 6:00 Atualização: 05/07/2024 | 20:36

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Educação financeira (Foto: Adobe Stock)
Educação financeira (Foto: Adobe Stock)

É fato que o Brasil avançou significativamente em relação à educação financeira nos últimos anos, com a democratização da internet, o boom de influenciadores financeiros e a chegada do novo ensino médio, que em muitas escolas conta com aulas sobre finanças. Mas ainda há muito o que caminhar para alcançarmos um patamar satisfatório.

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De acordo com dados do Serasa divulgados em maio deste ano, 72,54 milhões de brasileiros ainda têm algum nível de inadimplência – cerca de 35% da população. Em adicional, temos a segunda maior taxa de pobreza do G20, abaixo apenas da Índia, conforme divulgado este ano pelo IBGE, o que deixa tudo ainda mais desafiador.

Como gosto de falar: educação financeira não é só não ter dívida, mas ter uma vida digna e que nos permita sonhar. O único caminho para combater a pobreza é pela educação, pelo aconselhamento profissional e, de mãos dadas, pela disseminação do conhecimento sobre finanças.

Como ampliar a educação financeira no Brasil?

Neste mês de julho, tenho visitado algumas regiões da Paraíba a convite do Instituto Presbiteriano Mackenzie, um dos apoiadores da Multiplicando Sonhos, e entendido melhor sobre a necessidade de expandirmos a educação financeira para além dos grandes centros.

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São Paulo, Rio de Janeiro e outras grandes capitais, apesar de ainda terem muito espaço para melhora, possuem a maior parte dos projetos de educação financeira do País. Precisamos, agora, o quanto antes, chegar ao interior. E em estados mais pobres, onde as perspectivas de mobilidade social tendem a ser ainda menores.

Apesar da internet – que, como sabemos, não chega ainda a todas as pessoas – possibilitar que uma pessoa do sertão nordestino assista a um vídeo sobre educação financeira gravado em São Paulo, nem sempre a comunicação vai ser efetiva.

A forma como lidamos com o dinheiro é moldada pela sociedade em que estamos inseridos e se a pessoa de São Paulo fala de uma realidade financeira totalmente desconectada da experiência de vida da pessoa do sertão, a mensagem não é absorvida.

Aqui em Serra Branca, no interior da Paraíba, cidade onde estou atualmente, as pessoas praticamente não utilizam pix, por exemplo. A internet não é de boa qualidade e o tom da população é de desconfiança sobre o método financeiro mais tecnológico que temos hoje.

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Então, como mudar essa e outras perspectivas? Com informação contextualizada e conectada com a realidade local. Mostrando que finanças pessoais são assunto para todos de verdade, e não só para quem tem muito dinheiro ou vive em determinado contexto, metropolitano.

Para o reverendo Robinson Grangeiro Monteiro, chanceler do Instituto Presbiteriano Mackenzie, é preciso que os governos e a população entendam que “a liberdade econômica advinda de uma boa educação financeira é fundamental para o exercício da cidadania”.

Conversei com ele, que tem uma vasta experiência em projetos sociais e agora foca em programas voltados para a expansão da educação financeira pelo País. Confira algumas de suas visões sobre o assunto:

Reverendo, qual é o impacto de projetos sociais de educação financeira na vida de jovens e para a economia do país?

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A mentalidade ainda vigente na cultura brasileira é cartorial e dependente do Estado. Para muitos, o sonho é uma carreira no serviço público, que certamente é honrada, mas não permite o desenvolvimento do potencial humano em empreender, gerar riqueza e desenvolvimento, promover oportunidades de emprego, renda etc.

Por isso, ter projetos sociais de educação financeira é garantir para jovens de todos os segmentos, mas especialmente da periferia, os que estão em situação de vulnerabilidade social, a descoberta de que os indivíduos e a comunidade devidamente organizada são os motores do desenvolvimento de um país.

Mais empreendedores com liberdade econômica e bem educados financeiramente podem mudar a cultura das novas gerações, fazendo-os depender menos dos programas sociais do governo, cujo dinheiro investido é gerado por empreendedores e pagadores de impostos, mas sim promover a sua própria independência.

Como chegar a quem precisa e furar a bolha dos grandes centros?

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Acredito que uma boa contribuição para chegar a quem precisa são iniciativas extensionistas no ensino superior e de projetos de vida no ensino médio voltadas para áreas específicas, com o objetivo de promover impacto social sustentável e desenvolvimento das regiões que mais precisam, como fazemos aqui no Mackenzie com o Amazon Vida, voltado para os ribeirinhos amazônicos, e o Nordeste Vida, no interior da daquela região.

O voluntariado é muito importante. Ver professores em equipes multidisciplinares, tanto dos colégios, como da universidade, junto a colaboradores e alunos, todos voluntários, dedicando parte de suas férias para atuar, levantar dados, analisar as necessidades e propor programas de atuação permanente no Cariri da Paraíba, a região menos desenvolvida do estado, é um bom exemplo.

Como a filantropia deve olhar hoje para ações e iniciativas assistenciais e educacionais?

A metáfora de dar o peixe e, ao mesmo tempo, ensinar a pescar é por demais conhecida. Há necessidades urgentes e demandas inadiáveis. Fome não pode esperar e oportunidades de assistir batem à nossa porta diariamente.

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Porém, enquanto se compartilha o pão, o abraço e o acolhimento, é preciso educar, fazer articulações das diversas áreas de conhecimento e formação dos parceiros externos no mercado e com os entes públicos, para propor ações sustentáveis a médio e longo prazo.

Precisamos fazer mais do mesmo e mais do que o mesmo, que outros programas de filantropia têm feito no país ao longo dos anos, para cumprir a legislação (que em teoria garante condições dignas de vida a todos os brasileiros).

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