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Colunista

Por que a Meta (M1TA34), dona do Facebook e Instagram, não vai ser banida do Brasil

O custo de sua ausência supera em muito qualquer polêmica que possa envolver sua atuação

Por Fabrizio Gueratto

23/01/2025 | 15:27 Atualização: 23/01/2025 | 19:19

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A Meta é dona do Facebook, Instagram Threads e do WhatsApp (Foto: Adobe Stock)
A Meta é dona do Facebook, Instagram Threads e do WhatsApp (Foto: Adobe Stock)

A discussão sobre o banimento de grandes plataformas digitais no Brasil é sempre uma grande polêmica, mas quando se trata da Meta (M1TA34), dona do Facebook, Instagram, Whatsapp e Threads, o cenário é ainda mais complexo. Afinal, a plataforma é uma das mais consumidas por brasileiros, movimentando cerca de R$ 30 bilhões apenas em publicidade no país. Em outubro do ano passado, a Meta Platforms chegou a alcançar um lucro de US$ 15,69 bi, uma alta anual de 35,5%.

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Independente da sua opinião política ou partidária, é impossível ignorar que o banimento de grandes redes tem ganhado espaço em debates globais. Recentemente, vimos isso acontecer com o X (antigo Twitter), que enfrentou restrições aqui no Brasil após mudanças de políticas internas.

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Essas discussões muitas vezes envolvem interesses de gigantes da tecnologia, que operam nos bastidores globais, gerando reações em cadeia. Elas nos afetam diretamente, usuários e empresas que usam essas redes para comercializar seus serviços e produtos.

Para complicar ainda mais, nos Estados Unidos o Tik Tok foi recentemente proibido. Como principal concorrente da Meta nas redes sociais, a remoção do Tik Tok do mercado americano abriu uma janela de oportunidade enorme para a Meta consolidar ainda mais seu domínio com o Instagram e Facebook.

O que pode acontecer com as ações da Meta (M1TA34)?

E não se engane: isso também impacta o mercado financeiro. As ações da Meta podem mostrar grande volatilidade nesse contexto. Para quem está de olho em diversificação e investimento, pode ser um bom momento para observar mais de perto. Apesar das incertezas, as cotas da Meta ainda estão abaixo do valor de mercado, com potencial de valorização diante dessas mudanças no cenário das redes sociais.

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Meta como ator político e econômico global

Mas, afinal, se o X já foi banido no Brasil e o Tik Tok nos EUA, por que a Meta não poderia ser retaliada? Primeiro, é importante lembrar que há um forte contexto geopolítico e comercial por trás das ações de plataformas como a Meta.

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Durante o novo governo Trump, houve um alinhamento estratégico entre o presidente dos EUA e a empresa de Mark Zuckerberg. Mudanças significativas nas políticas da Meta ocorreram, em muitos casos contrariando interesses de outros governos, incluindo o brasileiro. Isso reforça a ideia de que a Meta não age apenas como uma plataforma social, mas também como um ator político e econômico global.

Essa capacidade de adaptação às relações de poder é um dos motivos pelos quais é improvável que a empresa de Zuckerberg seja bloqueada no Brasil. Por mais que haja pressão por maior regulação das redes sociais, o impacto de uma eventual proibição da Meta no país seria econômico e socialmente catastrófico.

Outro fator crucial é a dependência das empresas brasileiras da infraestrutura da Meta para publicidade, vendas e atração de novos clientes. Dados recentes mostram que, somente em 2023, os investimentos em publicidade nas plataformas da Meta no Brasil ultrapassaram R$ 30 bilhões, respondendo por mais de 50% do total gasto com publicidade digital no país.

Outro dado relevante é que a Meta faturou quase R$ 200 milhões com anúncios nas eleições de 2024. Essa é uma porcentagem significativa que demonstra como pequenos e grandes negócios e até mesmo políticos utilizam o Facebook e Instagram como ferramentas essenciais para gerar receita e crescer.

O impacto na vida dos brasileiros

Para além do aspecto comercial, também existe uma questão social. As plataformas da Meta são amplamente usadas pela população brasileira, para entretenimento, aprendizado, ou conexões interpessoais. Milhões de pessoas dependem dessas redes para acessar conteúdo relevante, acompanhar influenciadores ou simplesmente manter contato com familiares e amigos.

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Qualquer tentativa de bloqueio provocaria uma revolta popular imediata, gerando pressão contra o governo e colocando em xeque sua própria estabilidade. As implicações de um eventual bloqueio também seriam observadas no mercado global. Bloquear a Meta aqui poderia desencadear uma reação em cadeia, fragilizando as relações econômicas e digitais.

Por fim, é fundamental destacar que a Meta não é apenas uma empresa de redes sociais; é uma infraestrutura crítica para comunicação, negócios e economia no Brasil. Bloqueá-la seria equivalente a retirar uma base essencial para o funcionamento da sociedade contemporânea.

A influência política da Meta, somada à dependência econômica de milhares de empresas e a presença massiva na vida cotidiana das pessoas, torna praticamente impossível que o Brasil opte por um banimento.

Assim, enquanto o X enfrentou restrições em cenários específicos, a Meta (M1TA34) parece ter construído uma posição em que seus interesses estão perfeitamente alinhados com quem precisa, seja para fazer dinheiro ou garantir sua relevância global. No fim das contas, a Meta não será banida do Brasil porque o custo de sua ausência supera em muito qualquer polêmica que possa envolver sua atuação.

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