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Balanço da Axia Energia (AXIA3) no 4T25 divide bancos; apesar de recomendação de compra, ação fecha em queda

Itaú BBA, XP e Citi têm leituras diferentes sobre a qualidade dos números no quarto trimestre de 2025, mas reforçam visão positiva para o papel

Por Isabela Ortiz

27/02/2026 | 15:53 Atualização: 27/02/2026 | 19:06

Axia Energia (AXIA3) recua após balanço do 4T25 dividir bancos, apesar de recomendações de compra (Foto: Adobe Stock)
Axia Energia (AXIA3) recua após balanço do 4T25 dividir bancos, apesar de recomendações de compra (Foto: Adobe Stock)

As ações da Axia Energia (AXIA3) operam em queda nesta sexta-feira (27) após a divulgação do balanço do quarto trimestre de 2025 (4T25). No fechamento, os papéis terminaram as negociações com queda 2,62%, cotados a R$ 61,27, em meio a avaliações divergentes entre os bancos sobre a qualidade dos números apresentados.

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Para o Itaú BBA, o resultado veio em linha com o esperado, desde que desconsiderados itens não recorrentes e a receita de participações. O banco calcula que o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 5,8 bilhões, praticamente alinhado às suas estimativas e ao consenso de mercado financeiro.

Em relatório, os analistas destacaram que o número representou “um forte aumento anual, principalmente impulsionado por uma contribuição mais forte de seu negócio de geração”.

O Itaú BBA também chama atenção para a atualização do balanço energético da companhia, que ampliou o limite superior de energia vendida no mercado livre. Segundo as estimativas do BBA, a empresa já teria comercializado cerca de 500 megawatts médios para 2026 e 2027, reforçando a estratégia de antecipação de vendas em um ambiente de maior seletividade.

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Na análise da margem de contribuição, o Itaú pondera que o avanço anual de 3,1% refletiu, por um lado, o menor parcelamento de ajustes no ciclo tarifário atual e, por outro, um impacto negativo não recorrente de R$ 263 milhões, que compensou parcialmente a adição de receita anual permitida (RAP) proveniente de projetos de reforço e melhorias em transmissão.

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No segmento de geração, mesmo diante de um déficit elevado de risco hidrológico (GSF) de 67% no trimestre, a margem unitária ficou em linha com as projeções do banco. “Esse desempenho foi principalmente devido a uma sólida estratégia de alocação de energia firme durante o trimestre, juntamente com ganhos de modulação obtidos pelos ativos hidrelétricos da empresa”, afirmam os analistas.

O resultado final também foi influenciado por maior contribuição de receita de participações, menores despesas financeiras líquidas e uma taxa efetiva de imposto mais baixa. O BBA destacou ainda o reconhecimento de um impacto positivo não recorrente e não monetário de R$ 12 bilhões em ativos fiscais diferidos, decorrente de mudanças nas estimativas de renda tributável futura.

Excluindo esse efeito, o imposto de renda e a contribuição social ainda tiveram impacto positivo de R$ 248 milhões no lucro. O banco mantém recomendação outperform (equivalente à compra) para a ação, com preço-alvo de R$ 50,30.

XP ainda com o pé atrás

A leitura da XP Investimentos foi mais cautelosa. A corretora considera que os números ficaram abaixo do esperado, com Ebitda ajustado 11% inferior às suas projeções. Os principais desvios vieram da energia vendida no trimestre, 13% abaixo do estimado, e de receitas de transmissão R$ 319 milhões menores que o esperado. No segmento de energia gerada própria (EGP), os volumes ficaram 9% abaixo do modelo da casa.

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Ainda assim, os analistas relativizam o dado: a diferença pode ser explicada por uma alocação distinta da assumida nas projeções, enquanto o preço por megawatt-hora ficou 5% acima do estimado pelo segundo trimestre consecutivo, refletindo, na visão da XP, boa gestão de portfólio e potenciais ganhos de modulação.

Em transmissão, a corretora também não vê motivo estrutural para preocupação, já que a RAP foi calculada com base nos dados do regulador e pequenas variações são esperadas ao longo do tempo.

“No entanto, o desvio relevante acaba trazendo certa decepção, já que traduzir os vetores operacionais em resultados financeiros não tem sido uma tarefa simples para a Axia”, pondera.

Do lado das despesas, o custo do pessoal, material, serviços e despesas (PMSO) recorrente ajustado ficou 10% acima das estimativas da XP, mas foi compensado por menores custos de transmissão, resultando em custos caixa praticamente em linha com o esperado. A casa reforça recomendação de compra para as ações ordinárias e preferenciais, com preços-alvo de R$ 48,80 e R$ 53,70, respectivamente.

Recomendação de compra para a ação da Axia

No balanço energético, o Citi observa pequenas mudanças frente ao terceiro trimestre: a companhia tem agora entre 8% e 26% da energia não contratada para 2026 e entre 25% e 42% para 2027. Na visão do banco, o movimento pode refletir menor liquidez no mercado, em meio a dificuldades financeiras de comercializadores independentes e à postura mais cautelosa de compradores, que aguardam o fim da estação chuvosa na expectativa de reversão de preços. Ainda assim, os preços médios de venda permanecem inalterados para este e o próximo ano.

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O banco também destacou aumento no capex (investimento) de reforço em transmissão, mas não espera que o nível observado se repita, considerando os números consolidados do ano como melhor referência para o futuro.

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Apesar das diferenças de leitura sobre a qualidade do trimestre, os três bancos mantêm recomendação de compra para a Axia. A reação negativa do mercado, ao menos neste pregão, parece refletir mais a frustração com alguns desvios operacionais e a dificuldade de conversão de desempenho operacional em resultado financeiro do que uma mudança estrutural na tese de investimento.

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