De outubro a dezembro, a receita da empresa foi de R$ 1,368 bilhão, redução de 12,6%, na base anual de comparação. Em 12 meses, a receita da rede de clínicas de oncologia totalizou R$ 5,739 bilhões, queda de 7,8% na base anual.
O Ebitda (Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) foi negativo em R$ 574,0 milhões no trimestre, queda de 0,3%. No acumulado do ano, a companhia registrou Ebitda negativo de R$ 1,693 bilhão, ante resultado positivo de R$ 206,4 milhões em 2024.
A dívida líquida da Oncoclínicas terminou 2025 em R$ 2,934 bilhões. Já a dívida líquida total alcançou R$ 3,286 bilhões, sendo R$ 109 bilhão classificados como não correntes, pressionada por eventos não recorrentes.
A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, alcançou 3,5 vezes, nível elevado. Para efeito dos covenants (cláusulas de garantias em contratos que servem para proteger os interesses dos credores), a alavancagem ficou em 4,2 vezes.