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Usiminas (USIM5) sobe mais de 5% após balanço; Itaú BBA, Citi e Eleven veem avanço no aço e alerta na mineração

Casas destacam força da siderurgia e disciplina de custos, enquanto fraqueza em volumes e minério limita o otimismo

Por Igor Markevich

24/04/2026 | 12:48 Atualização: 24/04/2026 | 12:48

Itaú BBA, Citi e Eleven avaliam o balanço da Usiminas (USIM5) no 1T26 e apontam recuperação de margens com siderurgia, mas alertam para fraqueza na mineração. (Imagem: Adobe Stock)
Itaú BBA, Citi e Eleven avaliam o balanço da Usiminas (USIM5) no 1T26 e apontam recuperação de margens com siderurgia, mas alertam para fraqueza na mineração. (Imagem: Adobe Stock)

Coube à Usiminas (USIM5) a responsabilidade de abrir a temporada de balanços do 1T26, na qual o relatório recebeu um diagnóstico relativamente uniforme entre analistas: a rentabilidade voltou a ganhar tração, ainda que sobre uma base de volumes mais fraca.

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O Itaú BBA enfatizou o descompasso entre receita e margens. A companhia reportou receita líquida de R$ 5,9 bilhões, queda de 5% na comparação trimestral, refletindo menores embarques de aço e minério, sobretudo no mercado externo. Em contrapartida, o Ebitda ajustado avançou 56%, para R$ 653 milhões, com margem de 11,1%, impulsionado pela recuperação da divisão de aço.

O banco destaca melhora de preços, mix mais favorável — maior venda de produtos de maior valor agregado —, com maior exposição ao setor automotivo, e redução de custos, beneficiada pela valorização do real e por ganhos operacionais.

Na leitura do banco, a dinâmica da siderurgia foi decisiva para a mudança de patamar. A receita por tonelada avançou na comparação trimestral, sustentada por preços realizados mais altos e um mix mais rico, enquanto o custo por tonelada recuou, refletindo ganhos de eficiência e alívio em insumos.

Esse movimento se traduziu em um salto expressivo do Ebitda do aço, que atingiu R$ 544 milhões no período. Ainda assim, o Itaú BBA chama atenção para a contração mais forte nas exportações e para a fraqueza dos volumes, além do desempenho mais pressionado da mineração, como fatores que limitam uma leitura mais construtiva do conjunto.

Na avaliação do Citi, o trimestre veio acima do esperado e marcou um início de ano mais forte para a companhia. O Ebitda (Lucros antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) superou as estimativas da casa em 23%, enquanto o lucro líquido, de R$ 896 milhões, também veio acima do projetado, indicando um avanço mais robusto na lucratividade. O banco atribui o desempenho principalmente à execução operacional e ao efeito cambial, que favoreceram a estrutura de custos.

O Citi também ressalta que a melhora foi disseminada na operação de aço, com a margem da divisão atingindo 10,4%, bem acima das projeções anteriores. A queda no custo por tonelada, 7% inferior ao esperado e com recuo anual relevante, reforça a leitura de disciplina operacional.

Para frente, o banco vê espaço para revisões positivas nas estimativas, apoiadas por medidas antidumping (medidas de defesa comercial) e possível recomposição da demanda após normalização das importações. Ainda assim, manteve recomendação neutra para a ação, com preço-alvo de R$ 7, refletindo um equilíbrio entre melhora operacional e incertezas macro.

A Eleven Financial Research também classificou o resultado como positivo, com destaque para a recuperação da siderurgia, que mais do que compensou a fraqueza da mineração. O Ebitda consolidado cresceu 56,6% no trimestre, com expansão de margem de 4,3 pontos percentuais, enquanto o segmento de aço registrou avanço de quase 140% no Ebitda, refletindo melhora de mix e preços, além de maior participação do setor automotivo .

Por outro lado, a casa chama atenção para os pontos de pressão, especialmente na mineração, onde o Ebitda recuou cerca de 40% na comparação trimestral, impactado por volumes menores, sazonalidade e pior diluição de custos fixos . A Eleven também destaca a queda relevante no fluxo de caixa livre, afetado pelo maior consumo de capital de giro, e mantém recomendação neutra para USIM5, com preço-alvo de R$ 6,70, indicando potencial negativo frente ao preço recente.

A mineração aparece, assim, como o principal ponto de fragilidade no trimestre. As três casas convergem ao apontar a combinação de volumes menores, custos mais elevados e efeitos cambiais como fatores que pressionaram o desempenho do segmento, funcionando como contrapeso à recuperação da siderurgia.

Do ponto de vista financeiro, o Itaú BBA destaca a geração de caixa livre positiva, ainda que impactada por capital de giro e capex, e a manutenção de posição de caixa líquido. O Citi reforça a solidez do balanço e a capacidade de atravessar um ambiente mais desafiador, enquanto a Eleven Financial Research enfatiza a deterioração sequencial do fluxo de caixa como ponto de atenção.

Às 12h (de Brasília), as ações da Usiminas (USIM5) subiam 5,40%, cotadas a R$ 7,61, enquanto os papéis preferenciais da Usiminas avançavam 5,83%, a R$ 7,63, refletindo a leitura positiva do mercado sobre a melhora de rentabilidade reportada no trimestre.

Em síntese, o 1T26 marca uma virada operacional da Usiminas, ancorada na melhora de margens e na disciplina de custos da siderurgia. Ainda assim, a fraqueza da mineração, a dependência de variáveis externas e avaliações consideradas pouco atrativas mantêm o tom cauteloso das casas, com recomendação neutra predominando mesmo diante de uma recuperação evidente na rentabilidade.

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