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Petróleo hoje dispara a US$ 110 com Ormuz fechado, Superquarta e tensão EUA-Irã; petroleiras se beneficiam

Commodity avança pelo terceiro dia com impasse geopolítico, enquanto saída dos Emirados da Opep adiciona incerteza

Por Igor Markevich

29/04/2026 | 9:48 Atualização: 29/04/2026 | 13:12

Estreito de Ormuz. (Imagem: Adobe Stock)
Estreito de Ormuz. (Imagem: Adobe Stock)

O petróleo hoje avança com força nesta quarta-feira (29) e amplia a sequência de ganhos, sustentado pelo impasse entre Estados Unidos e Irã, que mantém fechado o Estreito de Ormuz e reforça o temor de restrição relevante na oferta global.

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Por volta das 13h (de Brasília), o Brent para julho subia 5,67%, a US$ 110,47, enquanto o WTI para junho avançava 6,44%, a US$ 106,36. Ao longo da madrugada, os contratos já operavam em alta, mas ganharam tração após novas declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, endurecendo o tom em relação a Teerã.

O movimento no mercado internacional encontra eco direto nas ações do setor de óleo e gás. Na B3, por volta das 13h, a Petrobras (PETR3; PETR4) avançava — ordinárias subiam 1,88%, a R$ 53,77, e preferenciais tinham alta 1,94%, a R$ 48,44 — refletindo o petróleo mais caro e o ambiente de oferta apertada.

Entre as demais petroleiras, o tom também era positivo. A Prio (PRIO3) liderava os ganhos, com alta de 2,19%, enquanto a Brava (BRAV3) subia 0,53%. Já a PetroReconcavo (RECV3) tinha variação positiva mais contida, de 0,23%. O setor como um todo se beneficia da escalada da commodity, embora a sensibilidade de cada papel varie conforme estrutura de custos, hedge e percepção de risco.

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O impulso ganhou força ao longo da manhã após a divulgação dos estoques de petróleo nos Estados Unidos. O Departamento de Energia (DoE) reportou queda de 6,234 milhões de barris na semana, muito acima da expectativa de recuo de apenas 100 mil barris

Declarações elevam tensão e sustentam rali

O movimento ganhou intensidade após Trump afirmar que o Irã “não consegue se acertar” e precisa “ficar esperto logo”, em mensagem que reforçou a percepção de que não há avanço nas negociações diplomáticas. A leitura predominante é de que o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo global, deve seguir fechado no curto prazo.

Com isso, o mercado passa a precificar um choque de oferta mais prolongado. A alta já se estende pelo terceiro dia consecutivo, em um ambiente no qual qualquer sinal político tem impacto direto sobre os preços.

Opep e saída dos Emirados entram no radar

Em paralelo ao risco geopolítico, o mercado monitora os desdobramentos da saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep e da aliança Opep+, prevista para entrar em vigor em 1º de maio.

A Rússia afirmou que respeita a decisão e espera manter a coordenação bilateral com Abu Dhabi no setor energético, minimizando riscos imediatos de desorganização da oferta. Ainda assim, a ruptura adiciona incerteza sobre o grau de coordenação futura entre grandes produtores.

Dados mais recentes da Opep indicam que a produção global cresceu 2,24 milhões de barris por dia em 2025, enquanto a demanda avançou 1,30 milhão de barris por dia, um quadro que sugere equilíbrio ainda sensível a choques de oferta, como o atual.

Superquarta testa limites da política monetária

A escalada da commodity adiciona pressão a um ambiente já sensível para os bancos centrais. A chamada superquarta concentra decisões do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e do Comitê de Política Monetária (Copom), sob o impacto de uma inflação ainda pressionada pela energia.

O petróleo mais caro reforça o canal inflacionário e tende a limitar o espaço para cortes de juros, especialmente em economias emergentes.

Nesse contexto, o “ouro negro” permanece no centro das atenções, com a trajetória de preços ancorada ainda mais na evolução do conflito no Oriente Médio e na dinâmica entre grandes produtores.

Com informações do Broadcast

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