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Ibovespa recua com petróleo a US$ 114 e aversão ao risco global; Embraer (EMBJ3) dispara

Tensões elevam o Brent, pressionam juros e fortalecem o dólar, enquanto mercado local oscila entre suporte externo e risco inflacionário

A semana começa com os mercados globais mais defensivos, à medida que tensões geopolíticas em uma importante rota de escoamento de energia elevam o prêmio de risco e mantêm o Brent ao redor de US$ 114/barril. Com a commodity pressionando o debate sobre inflação, os rendimentos dos Treasuries, títulos do Tesouro americano, sobem e o dólar ganha suporte lá fora, reduzindo o apetite por risco e deixando as bolsas de Nova York em queda. Na Europa, o dia também é negativo, com as principais bolsas em queda.

No Brasil, a narrativa do dia mistura “freio e contrapeso”: de um lado, o petróleo mais caro melhora termos de troca e ajuda a sustentar o real; de outro, a alta da energia reaquece preocupações inflacionárias, acarretando a alta dos juros futuros, também refletindo Treasuries mais altos, petróleo firme e a leitura de expectativas de inflação menos comportadas, pelo Focus.

Perto das 14h, o Ibovespa recuava 0,84% (na região de 185 mil pontos), também impactado pelo mau humor externo, enquanto o dólar sobe 0,49% cotado aos R$ 4,98.

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Entre as ações que compõem o Ibovespa, a Embraer (EMBJ3) dispara após anunciar encomenda de 20 aeronaves para a Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos, reforçando a percepção de demanda resiliente e tração comercial.

Entre as blue chips, a Vale (VALE3) cai com a aversão a risco e o clima externo mais cauteloso para commodities, em dia sem referência do minério em Dalian por feriado, o que amplia a sensibilidade ao noticiário global.

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