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MRV (MRVE3): prejuízo líquido cai 78% no 1T26 e fica em R$ 77,6 milhões

Diminuição no prejuízo consolidado do grupo foi puxada pela principal divisão de negócios, a MRV (MRVE), voltada para a atividade de incorporação imobiliária, com foco no Minha Casa Minha Vida

Por Circe Bonatelli

11/05/2026 | 19:01 Atualização: 11/05/2026 | 19:04

O avanço nos lançamentos e nas vendas de imóveis do programa Minha Casa Minha Vida impulsionou os resultados da MRV&CO no primeiro trimestre de 2026. (Imagem: Adobe Stock)
O avanço nos lançamentos e nas vendas de imóveis do programa Minha Casa Minha Vida impulsionou os resultados da MRV&CO no primeiro trimestre de 2026. (Imagem: Adobe Stock)

A MRV&CO (MRVE3) – conglomerado que reúne a MRV, Urba, Luggo e Resia – teve prejuízo líquido consolidado de R$ 77,6 milhões no primeiro trimestre de 2026. O resultado representa uma perda 78% menor na comparação com o mesmo período de 2025.

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No critério ajustado (que exclui instrumentos financeiros sem efeito direto no caixa), o resultado líquido consolidado foi um prejuízo de R$ 14,4 milhões, montante 94,5% menor na mesma base de comparação anual.

A receita líquida consolidada totalizou R$ 2,776 bilhões, aumento de 21,6% na mesma base de comparação anual. Já as despesas operacionais consolidadas alcançaram R$ 444,5 milhões, aumento de 6,5%.

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O resultado financeiro (saldo entre receitas e despesas financeiras) gerou uma despesa líquida de R$ 238 milhões, recuo de 7,9% na comparação anual. Uma linha que pesou foi a de imposto de renda e contribuição social (IR/CSLL), no valor de R$ 63,3 milhões, subida de 67,5% na comparação anual.

Unidades de negócios

A diminuição no prejuízo consolidado do grupo foi puxada pela sua principal divisão de negócios, a MRV (MRVE), voltada para a atividade de incorporação imobiliária, com foco no Minha Casa Minha Vida (MCMV). As demais operações, entretanto, ficaram no vermelho.

A MRV teve lucro ajustado de R$ 132,8 milhões no primeiro trimestre de 2026, 7,4 vezes o lucro do mesmo período de 2025, quando ficou em R$ 18 milhões. Aqui, a receita líquida bateu em R$ 2,56 bilhões, aumento de 17,6%.

O avanço da MRV é resultado do crescimento dos lançamentos e das vendas de imóveis ao longo dos últimos meses, contribuindo para a diluição dos custos e melhoria das margens. A empresa também subiu em 4,4% o preço médio de venda dos imóveis, que chegaram a R$ 270 mil.

A margem bruta da MRV foi de 31%, melhora de 3,7 pontos porcentuais na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, mas estável na comparação com o último trimestre do ano passado. A companhia elevou o orçamento para suas obras neste ano devido ao aumento dos custos de construção.

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A Resia, subsidiária que atua nos Estados Unidos, teve prejuízo de R$ 119,7 milhões no primeiro trimestre deste ano, perda 57% menor ante o começo do ano passado. A empresa está passando por um desmonte, com a previsão de vender US$ 800 milhões em terrenos e empreendimentos prontos, dos quais US$ 241 milhões já foram alienados.

As outras duas empresas do grupo também ficaram no vermelho. A Luggo teve prejuízo de R$ 14 milhões, enquanto a Urba reportou prejuízo de R$ 13,4 milhões. Considerando as operações do Brasil (MRV, Luggo e Urba), a MRV&CO fechou o trimestre com dívida líquida de R$ 2,49 bilhões, queda de 2,2% ante o quarto trimestre do ano passado. Sua alavancagem (medida pela relação entre dívida líquida e patrimônio líquido) caiu para 41,2% de 41,8%.

Na operação dos Estados Unidos (Resia), a dívida líquida atingiu US$ 676 milhões, baixa de 2,7%. A subsidiária norte-americana está com patrimônio líquido negativo pela primeira vez, no montante de US$ 32 milhões.

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