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Petrobras (PETR3; PETR4): lucro cai 7,2% sem captar alta do petróleo no 1º tri

Produção cresce, mas efeito da alta do petróleo ainda não aparece nas exportações; impacto deve vir só no 2º tri

Por Denise Luna, Gabriela da Cunha e Talita Nascimento

11/05/2026 | 20:58 Atualização: 11/05/2026 | 22:09

Petrobras reportou alta de 109,9% no lucro líquido na base trimestral, apesar de leve recuo anual no Ebitda ajustado. (Imagem: Adobe Stock)
Petrobras reportou alta de 109,9% no lucro líquido na base trimestral, apesar de leve recuo anual no Ebitda ajustado. (Imagem: Adobe Stock)

A Petrobras (PETR3; PETR4) lucrou R$ 32,7 bilhões no 1º trimestre, queda de 7,2% em um ano, em um período em que a alta recente do petróleo ainda não se refletiu nas exportações da companhia.

Leia mais:
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O resultado foi influenciado pelo ganho com variação cambial, refletindo a valorização do real frente ao dólar, e a reversão do impairment, ajuste no valor contábil de um ativo que passou por depreciação.

O lucro líquido sem eventos exclusivos é de R$ 23,811 bilhões no período, alta anual de 0,9%, mas queda de 7,2% ante o trimestre imediatamente anterior. O resultado veio 21,5% abaixo do previsto pela média das cinco casas consultadas pelo Prévias Broadcast (Itaú BBA, XP, UBS BB, Safra e Citi)

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A receita de vendas no período subiu 11,7%, para US$ 23,5 bilhões, frente ao primeiro trimestre de 2025, e queda de 0,3% em relação ao último trimestre do ano passado. O número é 7,8% abaixo da previsão de US$ 25,52 bilhões. O Prévias Broadcast considera o resultado em linha quando a variação é de até 5% para cima ou para
baixo.

A receita de vendas no período subiu 0,4%, para R$ 123,6 bilhões, frente ao primeiro trimestre de 2025, e recuou 2,9% em relação ao último trimestre do ano passado.

Segundo a empresa, o aumento recente dos preços do petróleo e o recorde da produção praticamente não se refletiram nas receitas do primeiro trimestre. Em relação ao volume, há uma defasagem natural entre o embarque e o reconhecimento da venda que ocorre no momento da transferência de titularidade da carga, quando os navios chegam aos portos de destino.

O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado teve queda de 2,4% contra o primeiro trimestre do ano passado e recuo de 0,5% em relação ao último trimestre de 2025, para R$ R$ 59,643 bilhões. O Ebitda ajustado sem eventos exclusivo somou R$ 61,670 bilhões, queda anual de 1,0% e aumento trimestral de 4,5%.

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A companhia informou que apesar da maior produção, as menores exportações de petróleo realizadas no período atenuaram parcialmente os resultados.

A dívida líquida da empresa foi de para US$ 62,093 bilhões, valor 10,8% superior ao primeiro trimestre de 2025. Já os investimentos ficaram em US$ 5,107 bilhões, uma alta de 25,6% com relação a igual período do ano passado.

Petrobras: fluxo de caixa livre atinge R$ 20 bi no 1T26, 22,9% menor do que há um ano

A Petrobras registrou fluxo de caixa livre de R$ 20,077 bilhões, queda de 22,9% ante o mesmo período no ano passado. Por sua vez, o fluxo de caixa operacional (FCO) foi de R$ 43,975 bilhões, recuo anual de 10,9%.

Segundo a companhia, esse desempenho, somado às captações feitas no período, sustentou principalmente os investimentos, que somaram R$ 23,9 bilhões, além do pagamento de passivos de arrendamento (R$ 12,8 bilhões) e da remuneração aos acionistas (R$ 11,6 bilhões). A empresa também destinou R$ 6,7 bilhões à amortização de principal e juros de financiamentos que venciam no trimestre.

No mesmo período, a Petrobras diz que quitou empréstimos e financiamentos no total de R$ 6,7 bilhões e levantou R$ 6,9 bilhões em novas captações, com destaque para R$ 5 bilhões obtidos no mercado bancário nacional.

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A estatal ressaltou, porém, que o FCO foi pressionado por um impacto negativo de R$ 6,9 bilhões do capital de giro, puxado sobretudo por estoques – em meio a exportações em andamento – e por fornecedores, que passaram de efeito positivo de R$ 6,6 bilhões no quarto trimestre de 2025 para efeito negativo de R$ 1,5 bilhão no início de 2026. As contas a receber também contribuíram para a piora, com efeito negativo de R$ 1,3 bilhão, incluindo R$ 741 milhões a receber do governo federal referentes à subvenção do óleo diesel.

Receita com derivados tem alta na comparação anual

A Petrobras registrou receita de US$ 7,8 bilhões com exportações no primeiro trimestre de 2026, avanço de 42,8% em relação ao mesmo período de 2025, segundo informou a companhia em documento encaminhado ao mercado. Em reais, a receita das exportações no período alcançou R$ 41,1 bi, alta de 28,3% na comparação anual.

A companhia pontuou que, quanto ao aumento recente dos preços, os efeitos ainda não foram percebidos devido à lógica de precificação de exportações e afirmou que a elevação nos preços de petróleo após o início do conflito no Oriente Médio estará refletida nas exportações do segundo trimestre. Já a receita de derivados foi de US$ 22,297 bilhões, com alta de 11,5% na comparação anual e estável frente ao visto no trimestre imediatamente anterior.

A empresa afirma que o aumento do fator de utilização (FUT) em 6 pontos porcentuais e a manutenção do rendimento de médios e de gasolina em 68% possibilitaram maiores vendas de derivados produzidos em relação ao quarto trimestre; “e esse resultado foi particularmente favorável, pois reduziu a revenda de derivados importados em um cenário de preços internacionais elevados”

Petrobras: alta do petróleo após conflito no Oriente Médio terá efeitos nas exportações apenas no 2º tri

A Petrobras detalhou nos resultados do primeiro trimestre que a alta do petróleo após o início do conflito no Oriente Médio deve aparecer nas exportações apenas no segundo trimestre de 2026.

Segundo a empresa, há uma defasagem entre o embarque e o reconhecimento da venda, que só ocorre com a chegada da carga ao destino e a transferência de titularidade. Além disso, a precificação das exportações varia por contrato e cliente.

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No mercado asiático, principal destino do óleo brasileiro, o preço costuma ser definido com base nas cotações do mês anterior ao desembarque, o que adia o efeito da recente valorização nas receitas.

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