• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Selic em queda: os fundos que serão oásis para investidores conservadores

O levantamento “Raio-X do Investidor” mostra que apenas um em cada três brasileiros atualmente investe

Por Ernesto Schlesinger, sócio fundador da Jequitibá Investimentos

15/11/2023 | 7:45 Atualização: 14/11/2023 | 16:17

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

O Brasil é um país de investidores conservadores. O levantamento “Raio-X do Investidor”, produzido anualmente pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), mostra que apenas um em cada três brasileiros atualmente investe e, para 40% desse público, “segurança” é a principal vantagem de se aplicar em produtos financeiros, enquanto a expectativa de retorno financeiro foi a escolha de apenas cerca de 20% dos entrevistados.

Leia mais:
  • É melhor investir no Tesouro Selic 2026 ou 2029? Entenda
  • O que é mais vantajoso: investir em CDB ou Tesouro Selic?
  • A queda da Selic prejudica ou ajuda as ações de seguradoras?
Cotações
21/05/2026 13h39 (delay 15min)
Câmbio
21/05/2026 13h39 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Embora os “gurus” do mercado financeiro jurem de pés juntos que o mercado daqui está e será cada vez mais parecido com o estadunidense, em que mais da metade da população (58%) investe em ações e outros produtos de renda variável, não é o que os números mostram. Aqui, pouco mais de cinco milhões de CPFs estão na bolsa de valores. Hoje, o total sob custódia em renda variável na B3, a bolsa de valores brasileira, é de R$ 439 bilhões, enquanto o montante na renda fixa ultrapassou R$ 1,8 trilhão, quatro vezes mais.

Com uma história econômica no mínimo atribulada do nosso país — incluindo trocas de moeda, hiperinflação e grandes crises econômicas —, não é de se impressionar que os investidores queiram seu dinheiro o mais longe de risco quanto possível e que o Brasil seja o “país da renda fixa”.

Publicidade

Isso é ruim? Não necessariamente.

Onde há demanda, é necessário que o mercado trabalhe para suprir com boas ofertas. Hoje, a renda fixa segue recompensando bem os investidores. Mesmo com os cortes recentes, a Selic ainda está em 12,75% ao ano, o que faz com que produtos como o Tesouro Direto, títulos públicos com “risco soberano”, isto é, que só deixarão de ser pagos se o país quebrar (o que dificilmente aconteceria), sejam um verdadeiro filé mignon até para o mais arrojado dos investidores, que dirá a maioria conservadora. A questão é que, daqui para frente, esse filé cada vez mais terá cara (e gosto) de carne de segunda.

Com a Selic em 12,75% ao ano e inflação de 3,16% no último ano, hoje os investidores estão obtendo mais de 10% ao ano de juros acima da inflação, ou seja, não têm muito com que se preocupar. Porém, o Banco Central já sinalizou que não será conservador na hora de afrouxar a política monetária e reduzirá os juros rapidamente, tirando rendimento da renda fixa.

Segundo o Boletim Focus, do Banco Central, realizado com mais de 100 empresas do mercado financeiro, em 2024 o Brasil já terá se despedido das taxas de juros de dois dígitos, com a Selic em 9,5% ao ano. Para 2026, a expectativa é de que o indicador esteja em 8,6% ao ano. No mesmo documento, o mercado projeta o IPCA (considerado a inflação oficial do Brasil) em 3,5% em 2026. Se as previsões se confirmarem, em 2026 o ganho real dos Tesouro Direto e outros títulos de renda fixa atrelados à Selic devem cair para cerca de 5% ao ano.

Publicidade

Para se ter uma ideia, esse rendimento é proporcional ao de quem atualmente está com dinheiro na poupança, que até o final de julho registrou rendimento acumulado de 8,41% nos últimos 12 meses, ou 5% de ganho real, quando retiramos os 3,16% de inflação registrada no mesmo período. E a poupança frequentemente é apontada como o pior investimento. Em um cenário como esse, quem não tem apetite a risco para ir para a bolsa, mas não quer ver a inflação derreter seu patrimônio faz o quê?

No “Raio-X do Investidor”, a Anbima aponta que mais da metade das pessoas que investem desconhecem a maioria dos produtos de investimento. Não sabem, por exemplo, que é possível investir em ativos judiciais, como precatórios, em fundos de investimento que oferecem rentabilidade de até 25% ao ano. É quase o dobro do patamar atual da Selic e com liquidez e segurança proporcional à de um título público.

Mas como? Os precatórios são dívidas do governo com pessoas e empresas que o governo é obrigado, pelo judiciário, a pagar. Geralmente, demora muitos anos, mas o governo paga. Os fundos de investimento (que não têm pressa para receber), então, negociam com desconto os títulos com credores que não querem esperar a boa vontade do governo de pagar. Esse desconto, ou “deságio”, somado à taxa Selic (que é a base de correção monetária dos precatórios), se transforma em rentabilidade para os cotistas do fundo.

O resultado é um título com previsibilidade de recebimento e baixíssimo risco, mas com rentabilidade superior. Um oásis para o futuro dos investidores de perfil conservador. O novo filé mignon que chegou para o jantar.

Publicidade

 

*Ernesto Schlesinger – Sócio fundador da Jequitibá Investimentos, conta com três décadas de expertise em finanças, atuando em indústrias dos segmentos de bens de consumo/B2C, B2B, empresas de tecnologia e Big4. Possui MBA em Gestão Empresarial pela University of New Mexico (USA), certificação de CFO pelo IBEF (Instituto Brasileiros de Executivos Financeiros) e de Conselheiro Empresarial pelo IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa).

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Brasil
  • Fundos de investimento
  • Investidores
  • Rentabilidade
  • Selic

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Guia definitivo do Tesouro Direto: compare Tesouro Reserva, Selic, IPCA+ e Prefixado para escolher o melhor título

  • 2

    Ações de bancos tombam após rali e chegam perto das mínimas do ano; veja oportunidades

  • 3

    Itaúsa cansou de andar atrás do Itaú – e agora o mercado percebe uma vantagem

  • 4

    Dólar perto de R$ 5 vira problema e muda o jogo para gigantes da Bolsa; veja vencedores e perdedores

  • 5

    Treasuries no maior nível desde 2007 derrubam Bolsa brasileira junto com pesquisa eleitoral que mostra queda de Flávio Bolsonaro

Publicidade

Quer ler as Colunas de Espaço do Especialista em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Desenrola Fies 2026: passo a passo simples para renegociar dívidas
Logo E-Investidor
Desenrola Fies 2026: passo a passo simples para renegociar dívidas
Imagem principal sobre o Mega-Sena: vendas exclusivas para o sorteio especial de 30 anos estão abertas
Logo E-Investidor
Mega-Sena: vendas exclusivas para o sorteio especial de 30 anos estão abertas
Imagem principal sobre o Projeto quer proibir radares de trânsito escondidos: entenda as novas regras da proposta
Logo E-Investidor
Projeto quer proibir radares de trânsito escondidos: entenda as novas regras da proposta
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: como era antes e o que passa a valer agora?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: como era antes e o que passa a valer agora?
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode renegociar dívidas atrasadas?
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode renegociar dívidas atrasadas?
Imagem principal sobre o Desenrola Fies 2026: veja como débitos vencidos há mais de 90 dias podem ser renegociados
Logo E-Investidor
Desenrola Fies 2026: veja como débitos vencidos há mais de 90 dias podem ser renegociados
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: participantes devem respeitar o limite para o novo crédito disponibilizado
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: participantes devem respeitar o limite para o novo crédito disponibilizado
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: nem todos os bancos oferecem o novo contrato; entenda o motivo
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: nem todos os bancos oferecem o novo contrato; entenda o motivo
Últimas: Colunas
O recado de Pequim ao agro brasileiro: a festa pode estar acabando
Thiago de Aragão
O recado de Pequim ao agro brasileiro: a festa pode estar acabando

Reaproximação entre Donald Trump e Xi Jinping reacende compras agrícolas dos EUA e expõe fragilidade do protagonismo recente do Brasil no mercado chinês

20/05/2026 | 16h02 | Por Thiago de Aragão
Day trade muda de perfil no Brasil e atrai investidores mais experientes
Einar Rivero
Day trade muda de perfil no Brasil e atrai investidores mais experientes

B3 quer atrair quem opera em plataformas irregulares para o ambiente legal, podendo dobrar o número de traders ativos no mercado

20/05/2026 | 14h02 | Por Einar Rivero
Lucro das empresas da B3 cresce acima da inflação no 1T26, mas avanço dos juros limita expansão do resultado final
Einar Rivero
Lucro das empresas da B3 cresce acima da inflação no 1T26, mas avanço dos juros limita expansão do resultado final

Empresas listadas na Bolsa ampliam receitas, melhoram margens e entregam crescimento de lucro mesmo sob juros elevados e crédito restrito no início de 2026

19/05/2026 | 16h05 | Por Einar Rivero
O petróleo não é o único problema para a inflação e para o Copom
Marcelo Toledo
O petróleo não é o único problema para a inflação e para o Copom

Choque global da commodity pressiona preços, mas salários aquecidos, alimentos e demanda doméstica também dificultam cortes mais agressivos da Selic

19/05/2026 | 14h13 | Por Marcelo Toledo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador