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Ajustando a carteira para 2021: RISK ON

A composição do portfólio de cada um dependerá do seu apetite a risco, de sua necessidade de liquidez e de sua familiaridade com os mercados, produtos e ativos financeiros

Por Leandro Miranda

28/12/2020 | 4:55 Atualização: 26/12/2020 | 8:48

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Conceito de risco (Foto: Evanto elements)
Conceito de risco (Foto: Evanto elements)

A descoberta de vacinas para covid-19 é um fato, e as dúvidas vêm da melhor escolha em termos de eficácia e logística, bem como do tempo para implementação. A contínua predisposição dos Bancos Centrais em prover liquidez e manter as taxas de juros em níveis bastante baixos para uma economia que ainda mostra recuperação lenta deve perdurar por um bom tempo. A perspectiva de lockdowns mais curtos e seletos já se mostra como a escolha mais provável. A volta dos Democratas ao governo nos EUA com um olhar mais favorável ao comércio global. Tudo isso nos traz um cenário benéfico para o investimento em crescimento do comércio mundial e da economia real como um todo. Por conta disso, a percepção é clara: o apetite a risco voltou.

Leia mais:
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  • As mudanças que vão sobreviver à pandemia, segundo 14 executivos do mercado financeiro
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Economias e moedas emergentes devem beneficiar-se desse cenário, que traz de volta o investidor institucional internacional em busca da recomposição de suas posições históricas, principalmente em países com as melhores perspectivas de retomada de crescimento global e local como o Brasil. Por conseguinte, dólar, ouro e juros externos podem cair.

O setor de commodities deve continuar a apresentar altas sucessivas por conta do retorno do crescimento econômico. Nesse cenário, o mundo volta a ficar mais atuante e globalizado.

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O setor imobiliário brasileiro deve continuar a aproveitar as taxas de juros mais baixas da nossa história, o alongamento de prazos, a poupança realizada durante a pandemia e a ampla oferta de crédito imobiliário para aumentar a oferta de ativos na construção, compra e aluguel.

O setor bancário mundial, em especial o latino e o norte-americano, demonstrou que sai da crise ainda mais eficiente, com um controle de custos e uma qualidade creditícia de seus portfólios muito melhor do que se esperava e surpreendentemente mantendo seus níveis de retorno operacional pré-pandemia, apesar de maior concorrência e desafios regulamentares.

O setor de varejo, de transporte e turismo se beneficiam igualmente desse desejo de compensar o período de quarentena.

Enfim, setores de value e commodities voltam a brilhar no lugar de growth.

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Como a diabo está nos detalhes, atenção para questões como ESG (ambiental, social e governança corporativa, na sigla em inglês) e DnI (Diversity and Inclusion ou diversidade e inclusão), que pautarão a escolha dos principais investidores por ativos dentro dos segmentos beneficiados e, portanto, oferecerão melhores múltiplos.

Com a perspectiva de inflação no Brasil sendo compensada por juros reais nulos e não mais tão negativos, conforme os mercados de juros futuros já apontam, a renda fixa deve trazer um retorno melhor, beneficiando os investidores que, entretanto, devem estar atentos à variação de preços em caso de prazos longos, prefixações e liquidez.

A composição do portfólio de cada um dependerá do seu apetite a risco, de sua necessidade de liquidez e de sua familiaridade com os mercados, produtos e ativos financeiros. Ao invés de escolher diversos ativos individualizados, pode ser mais seguro e prático escolher bons gestores. E, sempre que possível, é saudável financeiramente investir na educação financeira e numa boa assessoria de investimentos, pois as opções serão inúmeras.

Apesar de o céu indicar ser de brigadeiro, vale lembrar que estamos saindo de uma situação sanitária e econômica inédita e que muitas mudanças não previstas podem ocorrer. Então, vale a pena não só olhar as boas oportunidades, mas também ter uma boa reserva para volatilidades e tempestades ocasionais. Afinal, vivemos em um país emergente e num mundo novo onde tudo pode acontecer.

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