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Comportamento

Turistas estrangeiros voltam a Nova York, com uma grande exceção

Antes da pandemia, a China era a fonte de visitantes estrangeiros que mais crescia na cidade

Por E-Investidor

02/04/2022 | 6:00 Atualização: 01/04/2022 | 14:56

A NYC & Company, a agência que promove o turismo na cidade, projeta um aumento de 70% no número de turistas este ano em relação a 2021. Foto: Envato Elements
A NYC & Company, a agência que promove o turismo na cidade, projeta um aumento de 70% no número de turistas este ano em relação a 2021. Foto: Envato Elements

Patrick McGeehan, The New York Times – Depois de dois anos com pequenos grupos na Times Square e em outras atrações famosas, a cidade de Nova York finalmente está na expectativa de um grande retorno dos visitantes este ano. Mas a cidade ainda estará sem o principal motor de seu boom de turismo antes da pandemia: os turistas chineses, cujo governo ainda não permite viagens ao exterior.

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Antes da pandemia, a China era a fonte de visitantes estrangeiros que mais crescia na cidade, com mais de 1,1 milhão de turistas chineses visitando Nova York em 2019. O impacto deles na economia local foi gigante porque eles tendiam a ficar mais tempo e gastar mais que outros turistas.

Agora, com as fronteiras dos EUA totalmente abertas aos visitantes durante a primavera, pela primeira vez após o início da pandemia, as autoridades da cidade estão contando com turistas de países como México, Brasil e Austrália para ajudar a compensar a ausência dos chineses – pelo menos temporariamente.

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A NYC & Company, a agência que promove o turismo na cidade, projeta um aumento de 70% no número de turistas este ano em relação a 2021, para 56,4 milhões de visitantes, incluindo 8 milhões de fora dos Estados Unidos.

Esse total ainda estaria bem abaixo dos 66,6 milhões de visitantes estimados pela NYC & Company para o ano de 2019. Mas deixaria a cidade mais próxima da meta do prefeito Eric Adams de uma recuperação total do turismo até 2024.

O turismo é uma engrenagem vital na economia da cidade, ajudando a manter mais de 300 mil empregos em hotéis, restaurantes, museus e teatros. E os viajantes internacionais são responsáveis pelo maior impacto porque gastam, em média, mais que o triplo que o turista doméstico comum.

Os visitantes, incluindo aqueles que viajaram pelo menos 80 quilômetros, mas não passaram a noite na cidade, gastaram cerca de US$ 24 bilhões no ano passado, segundo os cálculos da NYC & Company. Isso foi cerca de metade do valor de 2019, mas corresponde a um aumento de mais de 50% em relação a 2020.

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“Sempre foi e continua a ser verdade que as viagens e o turismo são os principais pilares da nossa economia”, disse Maria Torres-Springer, vice-prefeita.

Garantir que os frutos de um ressurgimento do turismo se espalhem por toda a cidade, não apenas por Manhattan, disse ela, era o principal objetivo do plano da prefeitura para a recuperação da economia da cidade.

“Estamos vendo alguns pequenos sinais de recuperação no turismo”, disse Fred Dixon, CEO da NYC & Company. “Estamos trabalhando para garantir que esses sinais se transformem em uma recuperação total.”

Um motivo para o otimismo, observou Dixon, foi uma recuperação na ocupação dos hotéis nas últimas semanas, conforme a variante Ômicron desaparecia. Setenta e cinco por cento dos quartos de hotéis disponíveis na cidade estavam ocupados na semana que terminou em 19 de março, de acordo com a STR, empresa de pesquisa do setor. Isso ainda está abaixo do nível de ocupação anterior à pandemia, que era de 87%, mas está bem acima do que foi visto nos primeiros dois meses do ano, quando a Ômicron afastou muitos visitantes.

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Para estimular a demanda, Adams deu à NYC & Company mais US$ 10 milhões para investir na campanha promocional lançada no ano passado, com o tema “É hora de ir a Nova York”. Esse foi o primeiro aumento na alocação de fundos da cidade para a agência em vários anos.

O prefeito anterior, Bill de Blasio, destinou US$ 30 milhões da ajuda federal contra a pandemia para a agência de turismo no verão passado, na esperança de incentivar um rápido retorno dos visitantes. A cidade organizou shows e exibição de filmes gratuitos pela cidade para comemorar o retorno deles.

Mas as novas variantes do coronavírus, primeiro a Delta e, depois, a Ômicron, prejudicaram essas iniciativas e o ano terminou sem muitas razões para comemorar.

Em todo o ano de 2021, a cidade recebeu apenas 32,9 milhões de visitantes, menos da metade do número recorde de visitas de 2019. Com as fronteiras do país fechadas nos primeiros 10 meses do ano passado, apenas 8% desses visitantes vieram de outros países; antes da pandemia esse percentual era de 20%.

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A NYC & Company está prevendo o triplo de visitantes internacionais este ano. Mas essa previsão inclui 438 mil visitantes da China, supondo que o país acabará com os lockdowns contra a covid-19 e permitirá que seus cidadãos viajem novamente.

“Reconhecemos que há risco de não alcançarmos a previsão atual e talvez exista espaço para uma revisão para baixo neste verão”, disse Emina Cardamone, diretora da Tourism Economics, empresa responsável pela estimativa.

Dixon admitiu que prever quando os turistas chineses voltariam envolveu “muita especulação”. Mas ele disse que a maioria dos turistas estrangeiros seria do Canadá e da Europa, onde se acredita que a demanda reprimida por viagens seja alta e onde a NYC & Company voltou a ter equipes de marketing.

A agência tinha representantes em todo o mundo antes de a cidade iniciar um lockdown em março de 2020. No entanto, conforme a pandemia avançava, Dixon teve que encerrar essas operações, que ele passou uma década construindo.

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Nos últimos meses, a NYC & Company reabriu gradualmente esses escritórios – com exceção daqueles na China e em Cingapura – para espalhar a notícia de que Nova York está pronta para receber turistas outra vez. E começou uma nova parceria com uma agência de publicidade no Japão nesta semana.

Adams está flexibilizando muitas restrições para tentar acelerar a recuperação da cidade.

“Tivemos que reconstruir a confiança em Nova York”, disse Dixon. “Um dos maiores desafios que tivemos de enfrentar foi mostrar aos viajantes que a Nova York conhecida e amada por eles está aqui, e que a Broadway e os restaurantes estão de volta.”

A cidade ainda tem que encarar um longo caminho até a recuperação total.  Cerca de 115 de seus hotéis não reabriram, inclusive o Roosevelt Hotel, com 1.025 quartos, no centro de Manhattan, e cerca de 25% de seus funcionários sindicalizados continuam sem trabalhar. O número total de pessoas empregadas no setor de lazer e hospitalidade, que inclui hotéis, restaurantes, museus e teatros, ainda está com cerca de 100 mil empregos a menos em comparação com antes da pandemia.

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“Estamos sem dúvidas em uma situação melhor que no ano passado, mas de forma alguma podemos dizer que nos recuperamos”, disse Vijay Dandapani, CEO da Associação de Hotéis da Cidade de Nova York. “A perda contínua nos últimos dois anos jogou muito dinheiro pelo ralo.”

Como parte de sua campanha, a NYC & Company planeja promover diferentes regiões da cidade para os turistas.

Algumas atrações fora de Manhattan, como a exposição do Museu Universal do Hip Hop no Bronx Terminal Market, ainda estão se recuperando. O museu, cujas instalações definitivas estão programadas para abrir em 2024, encerrou sua exposição no mercado do South Bronx em dezembro, enquanto a Ômicron se espalhava pela cidade.

Agora, o museu está se preparando para lançar uma nova exposição com foco nos primeiros dias do hip-hop no final dos anos 1980, inclusive com figurinos e outras recordações de artistas como LL Cool J e Run-DMC, disse Rocky Bucano, diretor-executivo do museu.

“Recebemos pessoas de todos os cantos do mundo, apesar de lamentavelmente alguns países ainda terem certas restrições de viagem”, disse Bucano. “Esperamos grandes multidões quando reabrirmos em maio.”

O plano de começar a campanha com o Brooklyn foi bem recebido por instituições culturais. “Isso é música para meus ouvidos, porque historicamente a grande maioria dos dólares do turismo focam em Manhattan”, disse Anne Pasternak, diretora do Museu do Brooklyn.

Anne disse que turistas se aglomeraram em exposições recentes no museu, entre elas uma de moda da Christian Dior. “O Brooklyn sempre volta, porque a verdade é que nunca saímos [daqui]”, disse ela. // TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

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