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Investimentos

3 ações para ter renda de R$ 10 mil todo mês

Analistas apontam quais papéis poderiam se encaixar melhor para objetivos de médio e longo prazo

Por Katherine Rivas

12/05/2025 | 3:00 Atualização: 09/05/2025 | 21:28

Ibovespa, o principal índice da B3. (Foto: Adobe Stock)
Ibovespa, o principal índice da B3. (Foto: Adobe Stock)

De olho em ações que pagam dividendos acima da taxa Selic, atualmente em 14,75% ao ano, o E-Investidor consultou analistas para identificar as melhores opções para quem busca uma renda passiva robusta. Essas ações, além de entregarem dividendos consistentes, tendem a se beneficiar de um cenário de queda dos juros, oferecendo um potencial de valorização adicional no médio e longo prazo. A ideia é ajudar o investidor a construir uma carteira que, com paciência e disciplina, possa garantir uma renda mensal de R$ 10 mil ou mais no futuro.

Leia mais:
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  • De R$ 1,5 mil a uma aposentadoria de R$ 8 mil: como dividendos acima da Selic podem mudar sua renda

As 3 melhores ações da lista para objetivos de renda

Cemig (CMIG4) 

Por se tratar de uma empresa perene, a Cemig (CMIG4) foi apontada como ativo estratégico para todos os objetivos da lista: salário mínimo, salário mínimo ideal, aposentadoria e renda de R$ 10 mil.

O analista Regis Chinchila, head de research da Terra Investimentos, destaca que a Cemig possui alta resiliência mesmo em cenários de juros elevados por conta da previsibilidade das receitas do setor elétrico, que é regulado e menos sensível a ciclos econômicos.

A empresa possui um portfólio diversificado em geração, transmissão, distribuição e energia renovável. “O fato de ser uma estatal com potencial de privatização favorece o interesse do investidor de longo prazo, apesar do risco político”, avalia. Para esta ação, Chinchila tem recomendação de manter, com dividend yield de 8,5% para 2025. O preço-teto de compra é de R$ 12.

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O analista destacou a Cemig para garantir um salário mínimo por ser uma ação de baixo risco e com boa previsibilidade de receitas. Já nas outras estratégias com valores maiores, a companhia faz o papel de agregar resiliência e segurança a carteira do investidor.

Entre os pontos positivos, o analista da Terra cita estabilidade no fluxo de caixa, a atuação  em todos os segmentos do setor elétrico e o pagamento consistente de dividendos nos últimos anos. Já entre os riscos, cita interferência política, por  ser estatal, necessidade de modernização e investimentos recorrentes.

Petrobras (PETR4)

O segundo papel listado é a Petrobras (PETR4), que apesar de ser uma ação cíclica dependente do preço do petróleo brent, tem demostrado consistência no pagamento de dividendos desde 2021. Os analistas apontam que pode ser uma opção para aposentadoria e ganhar uma renda mensal de R$ 10 mil com dividendos.

Lucas Lima, analista-chefe da VG Research, aponta que a Petrobras vai continuar distribuindo bons dividendos, independentemente da taxa de juros, por ter pouca correlação com a economia doméstica. O petróleo brent esteve negociando em patamares pouco animadores no mês de abril e começou a reagir recentemente com a esperança de negociações entre EUA e a China. No dia 8 de maio, estava cotado próximo dos US$ 63 o barril.

Para Lima, o cenário é confortável e, mesmo se o petróleo cair para o patamar de US$ 62, a Petrobras seguiria gerando um caixa robusto, com potencial de um dividend yield de 15%.

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Ele afirma que escolheria Petrobras para se aposentar pelo modelo de negócios previsível da empresa e a forte geração de caixa. “Nos últimos 10 anos, o retorno total das ações, incluindo dividendos, foi de 670%”, diz.

Lima reforça que a petroleira estatal está bem posicionada no pré sal, com um dos custos de extração mais competitivos do mundo. O analista cita também a Margem Equatorial, que pode ser relevante para a longevidade da empresa, mas caso não tenha sucesso com as licenças de exploração pode ver sua produção comprometida após 2030.

“É importante o investidor estar atento ao risco  de intervenção estatal e a decisões de investimentos questionáveis e pouco rentáveis que levem a prejuízos”, destaca. Ele recomenda comprar PETR4 até o preço de R$ 42,84.

Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, também enxerga a Petrobras como um ativo que poderia integrar uma carteira de aposentadoria. Ele destaca que a empresa está barata, com resultados operacionais resilientes, e tem capacidade de entregar dividend yield de 10% neste ano. A recomendação é de comprar até R$ 36 para ter mais segurança.

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Sobre os riscos políticos, Hungria acredita que isso já está embutido no preço da ação há muito tempo, por ser uma petroleira barata em relação a outras do mundo.

JBS (JBSS3)

Por último tem a JBS (JBSS3), indicada por Chinchila que funciona mais como uma pimenta na carteira, da qual o investidor pode usufruir para diversificação, mas nunca como um ativo único para estes objetivos de renda.

O analista da Terra explica que a empresa tem como forte a diversificação geográfica e de portfólio, o que a torna resiliente a choques localizados. Embora o setor de proteínas seja cíclico, a demanda global estável por alimentos a transforma em uma ação defensiva.

Segundo Chinchila, a JBS está tentando ser mais eficiente diante dos juros altos. Entre os  riscos ainda tem questões cambiais e ambientais que podem afetar sua atratividade como pagadora de dividendos no curto prazo.

Na estratégia, o analista a colocou para uma renda de um salário mínimo ideal ao lado de Cemig, para gerar potencial de crescimento e mitigar o risco Brasil da carteira.

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Já sobre a renda de R$ 10 mil, a companhia integra a estratégia junto a Petrobras e Cemig. A recomendação é de comprar JBSS3 até R$ 44.

Opções mais perenes

Se você não gostou das ações que pagam acima da Selic de 14,75% por serem muito cíclicas, os analistas recomendaram outros papéis mais perenes que poderiam servir para as mesmas estratégias, como salário mínimo, renda mensal extra ou se aposentar com o teto do INSS. O retorno em dividendos das ações vai até 10,70%.

Hungria, da Empiricus, lembra que para se aposentar o ideal é ter uma carteira diversificada com pelo menos 5 ações boas pagadoras de dividendos, preferencialmente de setores diferentes. E evitar ter apenas uma ação. Veja lista abaixo:

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