O Ibovespa caiu 1,71% na semana e atingiu os 184.108,29 pontos, pressionado por resultados de empresas e a continuidade de tensões no Oriente Médio. No ano, o índice ainda avança 14,26% e, em 12 meses, a alta é de 38%.
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O Ibovespa caiu 1,71% na semana e atingiu os 184.108,29 pontos, pressionado por resultados de empresas e a continuidade de tensões no Oriente Médio. No ano, o índice ainda avança 14,26% e, em 12 meses, a alta é de 38%.
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O Ibovespa hoje subiu em movimento de recuperação após a queda da véspera, apoiado pelo payroll (relatório oficial de emprego) acima do esperado nos Estados Unidos, que melhorou o humor global.
O avanço, porém, foi limitado pela tensão no Oriente Médio, após novos episódios envolvendo EUA e Irã no Estreito de Ormuz, rota estratégica para cerca de 20% do petróleo mundial. O índice fechou em alta de 0,49%, aos 184.108,29 pontos. No câmbio, o dólar recuou 0,6% a R$ 4,89, menor nível desde 15 de janeiro de 2024.
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O petróleo hoje também fechou em alta após uma madrugada novamente marcada por tensão no Oriente Médio. O mercado tenta equilibrar dois vetores que seguem disputando a formação dos preços: o risco de novos episódios militares entre Estados Unidos e Irã e a percepção de que a trégua ainda não foi completamente abandonada. O Brent para julho encerrou com alta de 1,23%, a US$ 101,29 por barril, enquanto o WTI para junho avançou 0,64%, a US$ 95,42.
As maiores baixas da semana foram lideradas pelas ações da Magazine Luíza (MGLU3) que caíram 13,12%, que divulgou os números do 1T26 nesta quinta. Elas foram seguidas pelos papéis da TIM (TIMS3), que derreteram 9,40%.
Já a rede de academias Smart Fit (SMTF3) teve o melhor desempenho ao disparar 17,08% após divulgar seus resultados do primeiro trimestre.
As três ações que mais desvalorizaram na semana foram Magazine Luíza (MGLU3), TIM (TIMS3) e Petrobras (PETR3).
As ações da Magazine Luíza (MGLU3) registraram a maior baixa do Ibovespa na semana e derreteram 13,12% a R$ 7,94.
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O Magazine Luiza (MGLU3) divulgou na noite de quinta-feira (7) seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2026. A companhia registrou prejuízo líquido contábil de R$ 55,2 milhões, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões apurado em igual período do ano passado. A maior concorrência no e-commerce e juros elevados pressionam a varejista, e o mercado se divide sobre um processo de recuperação
Os papéis da varejista estão em queda de 19,30% no ano.
Os papéis da TIM (TIMS3), por sua vez, desvalorizaram 9,40% a R$ 23,03 na semana.
Contudo, a TIMS3 está em alta de 9,89% no ano.
Os papéis da Petrobras (PETR3) completaram os destaques negativos ao caírem 8,44% a R$ 50,55.
O movimento foi influenciado pela forte queda do petróleo Brent nesta semana. A cotação saiu da faixa de US$ 118 por barril para perto de US$ 100, ou seja, desvalorizou cerca de 15%.
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Contudo, a PETR3 ainda está em alta de 55,43% no ano por conta do choque nos preços do petróleo desde a eclosão do conflito.
As três ações que mais valorizaram na semana foram Smart Fit (SMFT3), Ambev (ABEV3) e Yduqs (YDUQ3).
As ações da Smart Fit (SMFT3) registraram a maior alta do Ibovespa na semana e dispararam 17,08%, a R$ 20,30.
Rede de academias registrou lucro líquido de R$ 203,5 milhões, equivalente a um aumento de 45% em relação a igual período do ano anterior. O BTG Pactual avaliou o resultado como sólido, destacando o crescimento da receita, a expansão da rentabilidade e o avanço do TotalPass na operação da companhia.
A SMFT3 está em queda de 12,96% no ano.
Entre os destaques positivos, os papéis da Ambev (ABEV3) subiram 12,47% a R$ 16,41.
A ABEV3 está em alta de 17,75% no ano.
Os ativos da Yduqs (YDUQ3) subiram 11,16% a R$ 10,16 no Ibovespa na semana.
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A YDUQ3 está em queda de 9,94% no ano.
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