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Investimentos

Tesouro RendA+ ou fundos de previdência: o que vai te dar uma aposentadoria maior?

Planejamento de longo prazo envolve desafios para manter a rentabilidade dos ativos; veja simulações

Por Leo Guimarães

23/05/2024 | 17:43 Atualização: 23/05/2024 | 17:48

(Fonte: Shutterstock/Reprodução)
(Fonte: Shutterstock/Reprodução)

Aposentadoria é um planejamento de longo prazo que envolve muitos desafios. Um deles é conseguir manter uma boa rentabilidade, pois os fundos privados de previdência nem sempre conseguem bater o CDI, índice usado entre bancos e referência para calcular o rendimento dos fundos.

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Atualmente, com os títulos do Tesouro IPCA + pagando  6% acima da inflação no longo prazo, vem o questionamento: não seria melhor aplicar neste papel considerado livre de risco e deixar a previdência privada de lado?

Para começar, é preciso diferenciar as duas famílias de produtos financeiros. “Não são ativos comparáveis, mas são complementares”, diz Sharon Halpern, sócia e private banker da Blackbird Investimentos.

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Quando a pessoa fala em investir em previdência, ela está dizendo que vai aplicar num fundo que tem uma cesta de ativos administrada por um gestor, o profissional que vai tomar as decisões de investimento que pode incluir até o Tesouro IPCA+. No caso, esse título é uma aplicação financeira em dívida do Tesouro Nacional, por isso é considerado um investimento de baixo risco.

Apesar dos maiores riscos e custos atrelados aos fundos de previdência privada – o gestor não trabalha de graça – , esses produtos financeiros têm vantagens.

Uma das mais notáveis tem a ver com  a questão de sucessão. Os fundos de previdência não passam por inventário no caso da morte do titular, além de não terem incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) vantagens que facilitam a vida dos herdeiros.

Em relação a outros fundos de investimento, os de previdência ainda possuem isenção do come-cotas, com exceção daqueles de renda variável a qual não se aplica essa regra tributária.

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O come-cotas é uma antecipação do Imposto de Renda (IR) que ocorre semestralmente sobre os rendimentos de fundos de investimento. Como os planos de previdência têm isenção sobre esse pagamento, isso significa que o IR sobre o lucro  só é cobrado no momento do resgate. Essa é uma vantagem, pois permite uma maior acumulação de recursos ao longo do tempo.

Por outro lado, ativos de renda fixa pagando IPCA + 6% estão muito atrativos para carregar no longo prazo, avaliam os especialistas como Halpern. Esse nível de rendimento acima da inflação garante não apenas a proteção do patrimônio como permite  triplicá-lo em 20 anos,  desde que levado até o vencimento.

Por outro lado, esse mesmo Tesouro Selic com vencimento em 2045, por exemplo, tem o problema de liquidez. O investidor que precisar resgatar o dinheiro aplicado antes do vencimento, pode enfrentar perdas se as taxas de juros subirem, pois o preço do título pode cair. Em outras palavras, antes do vencimento não há garantia de receber todo o investimento de volta, por isso a grana aplicada deve ser aquela que realmente não será necessária num curto ou médio prazo.

Composição de carteira de previdência

Por terem características tão diversas, reforça Halpern, fundos de previdência e títulos IPCA +, são complementares. “A carteira de investimento de uma pessoa precisa ter um pouco dos dois”, diz.

Dito isto, é necessário saber o perfil de tolerância a risco do investidor. Para uma pessoa de perfil moderado que já possui uma boa reserva de emergência (fundo para imprevistos de três a seis meses das despesas mensais)  e não tem problema de caixa, a gestora avalia que um bom portfólio de previdência começa com 60% a 70% de renda fixa. O restante, em  fundos de previdência privada.

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“Nesse caso eu colocaria numa previdência um pouco mais arrojada, com fundos multimercado e renda variável. Porque como é a parte que vai ficar de longo prazo da carteira, a gente pode tomar um pouco mais de risco”, diz, reforçando que a composição de uma carteira depende de cada investidor.

IPCA + e o RendA+

Já vimos um pouco sobre as diferenças entre títulos de inflação e previdência privada, mas isso não muda o fato de que os papeis atrelados ao IPCA são os mais comuns para a composição da renda na aposentadoria. Sua característica de manter o poder de comprar ao longo do tempo, simples de entender,  é o seu principal atrativo.

No início de 2023, o governo lançou uma nova alternativa de título público com foco na aposentadoria, o Tesouro RendA+, que dá a possibilidade de pagamento de rendimentos mensais por 20 anos a partir da data da aposentadoria, conhecida como data de conversão.

Os dois títulos estão sujeitos à marcação a mercado, ou seja, têm o risco de curto prazo mas, com seus vencimentos de longo prazo, é importante o investidor comum pensar neles como produtos de longo prazo e não como ativos de especulação. “Por isso é importante ter o planejamento para esse tipo de investimento, prevendo a possibilidade de mantê-los até o vencimento”, comenta Mayara Rodrigues analista de Renda Fixa do time de Research da XP.

Neste caso, o RendA+ é um produto melhor para quem pensa em título público como uma forma de poupar para a aposentadoria. Além de dar a possibilidade de pagamentos mensais a partir da data de conversão, ele tem uma vantagem sobre a taxa de custódia da B3. Enquanto o IPCA + tem um custo de 0,20% ao ano sobre o saldo do investimento, no RendA+ há isenção para valores de até seis salários e, acima disso, o custo cai para 0,10% sobre o valores mensais pagos.

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Outra vantagem, explica Rodrigues, é que o RendA+ exige um baixo investimento mínimo. Com R$ 30 já é possível fazer aportes, além da facilidade na aplicação que é feita diretamente pela plataforma do Tesouro Direto. O risco de crédito soberano é outra vantagem dos produtos em relação à previdência privada.

Segundo o Tesouro Nacional,  para um jovem de 24 anos que planeja se aposentar aos 65 anos e receber o equivalente a um salário-mínimo mensal, seria necessário com comprar 0,17  do título RendA+ 2065 por mês (aproximadamente R$ 43,00 no início de 2024).  Já uma pessoa de 34 anos, para as mesmas condições, precisaria aportar um pouco mais (0,22 do título, ou R$ 99 mensais) e, com 44 anos, os aportes teriam de ser de 0,32 do RendA+ 2045, ou aproximadamente R$ 255 de aportes mensais.

Diferenças entre os fundos de previdência

Depois de conhecer um pouco sobre o que títulos públicos podem fazer pela aposentadoria, é hora de saber diferenciar os fundos de previdência.  É importante notar que previdência privada não é uma coisa única, trata-se de um veículo com diferentes subclasses. Assim, o investidor pode ter previdência em fundos de renda fixa, multimercados, em ações e, dessa forma, pode montar diferentes estruturas dentro da carteira de previdência.

“Uma das principais vantagens da previdência é ter essa flexibilidade em relação ao tipo de alocação”, diz Clara Sodré, analista de Fundos da XP. Dessa forma, o investidor pode montar uma carteira de acordo com o seu perfil, com o mais conservadores aplicando mais em fundos de previdência que investem em títulos públicos e os mais arrojados procurando mais aqueles gestores que investem no mercado acionário, através de multimercados e ações.

A partir daí é possível escolher o período para resgate do dinheiro e o seu usufruto, em renda passiva ou saque total.

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Quando se fala em alocação em evidência há a questão de escolher em planos Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) e Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), cuja as principais vantagens são a tributária no longo prazo. É possível chegar até 10% de incidência de imposto de renda e, no caso do PGBL, tem a dedução de até 12% da renda bruta tributável na declaração anual. Além disso, nas duas modalidades, tem a questão de não entrar em inventário, o que facilita a questão da sucessão patrimonial.

Em ambos os casos, o investidor tem a flexibilidade de fazer a portabilidade de plano, ou seja, pode mudar a estratégia de fundo que foi alocado. “O investidor que está procurando otimização de carteira, faz muito sentido pensar em Previdência”, diz Sodré.

Resumindo, os fundos de previdência, dentro das modalidades VGBL e PGBL, atendem a diferentes tipos de investidores porque têm inúmeros tipos de estruturas de alocação.

Rendimento dos produtos de previdência

A pedido do E-Investidor o time da XP Investimentos fez uma simulação comparando carteira de fundos multimercados, de ações e de renda fixa em relação ao CDI e ao RendA+, com a atual taxa de 6,11% ao ano mais o IPCA. A taxa pode variar ao longo do tempo, amanhã este título pode não estar pagando o percentual de hoje, mas quem contrata o valor, leva a rentabilidade até o final.

A simulação levou em conta a performance desses produtos nos últimos 48 meses, mas como o RendA+ não tem todo esse histórico, a taxa utilizada na comparação foi a de IPCA + 6,11%. E com essa rentabilidade, o produto se mostrou a melhor opção. “A escolha deve ser de acordo como perfil do investidor e, acima de tudo, o primeiro passo é, de fato, se planejar e começar a poupar para aposentadoria”, diz Rodrigues.

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Vantagens tributárias

Já vimos anteriormente algumas vantagens tributárias. Escolher entre aplicar uma grana num fundo de previdência ou fazer aportes em títulos de inflação envolve considerar o fator tributação. Como estamos falando de um investimento de longo prazo, neste caso, a previdência privada tem a vantagem dos benefícios fiscais para aplicações acima de 10 anos.

Primeiro é importante conhecer o conceito de tabela regressiva, presente nos dois produtos. Esta é uma forma de tributação que determina o percentual de Imposto de Renda (IR) que incide sobre a aplicação financeira. Quanto mais o dinheiro ficar aplicado, menos é cobrado de imposto.

No caso do Tesouro IPCA+ e RendA+, a tabela regressiva funciona para investimentos de até 180 dias, com a alíquota máxima de 22,5%. Até 360 dias, a mordida cai para 20%. Para investimentos até 720 dias, a alíquota é de 17,5% e depois disso, 15%.

Na previdência privada, a percentagem do IR começa bem mais alta. Para investimentos de até 2 anos, a alíquota é de 35%. Até quatro anos, cai para 30%, em seis anos é 20%, e 10 anos, 15%. Para investimentos acima de 10 anos, a alíquota é de 10%.

Prazos de aplicação

Alíquota de IR (Títulos de renda fixa)

  • Menos de 180 dias (6 meses): 22,5%
  • De 181 a 360 dias (6 meses a um ano): 20,0%
  • De 361 a 720 dias (um a dois anos): 17,5%
  • Mais de 720 dias (dois anos): 15,0%

Alíquota de IR (Previdência privada)

  • Até dois anos: 35%
  • De dois a quatro anos: 30%
  • De quatro a seis: 20%
  • Até 10 anos: 15%
  • Depois de 10 anos: 10%

Embora os dois tipos de investimento ofereçam benefícios fiscais para aplicações de longo prazo, nos fundos de previdência privada a vantagem é maior para quem deixar o dinheiro por mais de 10 anos.

No caso das modalidades da previdência, o PGBL se destaca por trazer aquela característica que chama atenção da pessoa física todos os anos durante o prazo de declaração do Imposto de Renda Pessoa Física.

O PGBL na declaração anual

O PGBL, como vimos, é um plano de previdência privada que tem benefícios fiscais, com uma característica peculiar em relação ao VGBL. O PGBL é indicado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda (IR), pois permite deduzir até 12% da renda tributável no ano.

Apesar da chamativa vantagem, é preciso ter cuidado, avisa Sharon Halpern, da Blackbird Investimento. "O PGBL é uma coisa muito difícil, precisa ser bem sugerida, é importante ter um profissional indicando", diz a especialista. O alerta se explica porque o imposto incide sobre todo o valor investido, incluindo o dinheiro principal, e não apenas sobre o rendimento como acontece normalmente.

Isso acontece justamente porque as contribuições feitas ao PGBL podem ser utilizadas como dedução da base de cálculo do Imposto de Renda a pagar. Por isso que os especialistas indicam contribuições ao PGBL limitadas a apenas 12% da renda tributável, para maximizar o benefício fiscal e aumentar o valor a restituir.

Na prática, uma pessoa que tenha uma renda tributável anual de R$ 100 mil, de acordo com as regras do PGBL, poderia deduzir R$ 12 mil da base de cálculo. Para fins de IR, portanto, a renda será considerada como R$ 88 mil (R$ 100 mil - R$ 12 mil).

Por outro lado, no momento do resgate, o valor principal e o rendimento desses R$ 12 mil serão alvo do imposto de renda. A vantagem é que o investidor, com isso,  está adiando o pagamento do imposto, e, por isso, é importante pensar no longo prazo. Vamos  lembrar que investimentos em Previdência têm a vantagem de pagar 10% de IR sobre o resgate após 10 anos.

Para obter o benefício do PGBL no ano fiscal, é preciso fazer o investimento até o final do ano corrente. Para continuar a ter  dedução é necessário fazer novos aportes em PGBL a cada ano.

Conhecendo o VGBL e o PGBL

O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) são planos de previdência privada aberta comercializados por bancos, corretoras de seguros e corretoras de investimentos. A principal diferença entre eles está na forma de incidência do Imposto de Renda.

Como vimos, o PGBL é mais indicado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda. O VGBL, por outro lado, não permite a dedução das contribuições. Sua grande vantagem está no momento do resgate: apenas os rendimentos são tributados.

Embora seja comum fazer aportes mensais em planos de previdência privada, o investidor pode guardar o dinheiro de acordo com a sua disponibilidade financeira de forma regular ou com aportes extras.

Quando se fala de gestão de patrimônio, é muito difícil você ter a resposta certa para todos, diz a Sharon da Blackbird. "Fazer gestão de patrimônio é que nem ir ao médico. Se é preciso tomar um antibiótico, é necessário que ele diga qual, porque tudo depende da pessoa, se ela é alérgica, do peso... O ideial é sempre procurar um especialista assessor de investimentos", comenta.

Fique de olho nas taxas

Além do Imposto de Renda, nos planos PGBL e VGBL, incidem outras duas taxas: a taxa de administração e a de carregamento. A primeira é cobrada anualmente, em um percentual sobre o total da aplicação. A segunda incide sobre cada aporte feito. Por isso é importante observar as taxas antes de fazer as contribuições, porque elas podem afetar a rentabilidade líquida do investimento.

A taxa de administração pode variar de 0,5% a 3% ao ano e a outra, de 0% a 5%. A sócia-fundadora da Nord Research, Marilia Fontes, explica neste texto como esses custos que parecem ser pequenos influenciam na rentabilidade do fundo. No caso de um VGBL, explica a especialista, para que ele seja mais rentável que o Tesouro Direto, o plano teria que ter uma rentabilidade mínima de 97,55% do CDI, caso tenha uma taxa de carregamento de 1%.

Por ter custos que podem atrapalhar a aposentadoria, é importante conhecer o time de gestão de um fundo de previdência. O desempenho passado, apesar de não representar rendimento futuro, é um bom começo, porque isso mostra as decisões do gestor. O conhecimento da casa e de sua estratégia de investimento pode ser feito através das leituras da cartas do gestor e de entrevistas.

O E-investidor explica de forma detalhada o que é a previdência privada, quais são os primeiros passos para iniciar o investimento dentro do cenário e combinação que faz sentido para a sua necessidade.

Elaboramos um e-book gratuito para você fazer o seu planejamento de longo prazo: seja com o objetivo de obter uma renda futura, proteção ou mesmo passar o seu patrimônio para frente!

Por fim, é importante saber que, tanto nos investimentos no RendA+, como nos fundos de previdência privada, há duas fases distintas: acumulação e usufruto. Na fase de acumulação, o investidor faz aportes periódicos para construir o patrimônio e no usufruto, é quando se para de contribuir para começar a resgatar o valor investido e os rendimentos, que pode ser feito de uma única vez ou através de uma renda mensal por um determinado período de anos.

 

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