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Mercado

As ações que mais ganharam e perderam após um ano de pandemia

Estudo da FGV mostra como ações e setores da bolsa se comportaram no período da crise mundial

Por Isaac de Oliveira

05/03/2021 | 3:00 Atualização: 05/03/2021 | 12:00

CSN. (Foto: Marcos Arcoverde/Estadão
CSN. (Foto: Marcos Arcoverde/Estadão

Em uma noite de terça-feira, 25 de fevereiro de 2020, Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de covid-19 na cidade de São Paulo, marcando o início da pandemia no Brasil. Começava, então, um período de incertezas que, um ano depois, parece longe do fim.

Leia mais:
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No mercado financeiro, o pânico atingiu seu ápice em 9 de março do ano passado. A B3, em linha com as bolsas internacionais, acionou o mecanismo de circuit breaker e, naquele dia, o Ibovespa despencou 12,17%, aos 86.067 pontos. Foi a maior queda percentual desde 1998, quando a Rússia decretou moratória.

Foram longos meses de oscilações, até que a bolsa brasileira recuperasse o seu patamar anterior ao tombo. Neste período, algumas companhias conseguiram se sair melhor do que outras na crise, e o reflexo disso foi visto nas ações negociadas na B3, como mostra um estudo realizado pelo Centro de Estudos em Finanças FGV EASP, em conjunto com o site Portal de fundos e a Economática, publicado com exclusividade pelo E-Investidor.

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Entre 26 de fevereiro de 2020, um dia após a confirmação do primeiro caso, e a última sexta-feira (26), o papel ordinário da Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3) acumulou 181,25% de alta, seguido por Vale (VALE3), com avanço de 117,14%, e Petrorio (PRIO3), com alta acumulada de 104,43%.

Na contramão, o top 3 das maiores quedas acumuladas em um ano da crise histórica ficaram com as ações ordinárias de IRB Brasil (- 79,36%), Cogna (- 63,55%) e BR Malls (-49,94%), respectivamente.

Analisando os papéis de cada setor da bolsa, a melhor performance fica com o de mineração (+104,67%), seguido por siderurgia e metalurgia (+95,35%) e madeira e papel (+68,45%). As maiores baixas setoriais na pandemia, por outro lado, ficaram com os setores de previdência e seguros (-43,93%), exploração de imóveis (-41,51%) e água e saneamento (-38,04%).

O professor William Eid Junior, coordenador do estudo, reforça que os setores que se destacaram positivamente no período são ligados a commodities, como minério de ferro e celulose, e se beneficiaram da alta demanda mundial, sobretudo da China, que se manteve em crescimento apesar da crise. Além disso, o câmbio foi outro fator que beneficiou as companhias desses mercados, cujas receitas estão atreladas ao dólar.

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O estudo mostra que, no período, o real sofreu uma desvalorização de 24.83% frente à moeda norte-americana. Na avaliação do docente, independentemente da pandemia, estes setores já iriam apresentar crescimento pela conjuntura desses mercados. “A recuperação da China foi muito rápida. Houve um pequeno recuo, causado pela pandemia, mas o país recuperou rapidamente”, avalia Eid.

A crise, entretanto, foi determinante para o impacto na operação dos setores com pior desempenho. “As pessoas deixaram de fazer seguros. Água e saneamento já vinha com algum problema, mas a inadimplência também cresceu muito”, explica o professor da FGV.

O que explica o desempenho das ações?

Com desempenho bem distintos, as ações foram impactadas tanto por fatores conjunturais como específicos. Entre as campeãs de valorização, CSN e Vale se beneficiaram com a alta internacional dos preços da commodities, como minério de ferro e aço, principalmente depois da reabertura econômica da China. “A CSN, além disso, fez o IPO recentemente da sua subsidiária de mineração, que é uma das suas operações que tem mais parte no seu resultado hoje, além de siderurgia”, explica Aline Tavares, especialista em ações da Spiti.

Ao todo, a CSN Mineração movimentou cerca de R$ 5,2 bilhões no IPO, mesmo com a ação precificada em R$ 8,50, no piso da faixa indicativa, que ia até R$ 11,35.

No caso de Petrorio, houve um movimento importante no final do ano que apoiou o destravamento de valor da companhia: a aquisição de participações em dois campos de petróleo (Wahoo e Itaipu). Para Francisco Cataldo, head de research da Ágora Investimentos, os números da companhia no quarto trimestre também foram positivos e a empresaestá com uma importante estrutura de capital.“Por operar em exploração e produção de petróleo, ela não sofre as mesmas questões da Petrobras, por exemplo”, compara.

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Recentemente, a Petrobras entrou em crise após investidores verem a troca do comando da estatal, pelo presidente Jair Bolsonaro, como uma interferência política. A empresa chegou a perder R$ 73,2 bilhões em valor de mercado em um só dia.

No caso das empresas que foram mal durante a pandemia, alguns problemas estão para além da crise global. O IRB Brasil, por exemplo, sofreu no início do ano, quando a pandemia tomava força no Brasil, com acusações de fraudes praticadas por sua antiga diretoria, além da divulgação de falsas informações sobre participação da Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, no ressegurador.

“Houve no caso do IRB uma quebra de confiança, no management, com a questão dos balanços estarem contabilizados de forma não correta, por exemplo. Isso tudo afetou bastante as ações da empresa”, observa Tavares.

Já as companhias Cogna, de educação, e BR Malls, de shoppings, foram diretamente prejudicadas pela pandemia, uma vez que as medidas de restrição de circulação de pessoas e o distanciamento social prejudicaram as suas operações.

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A especialista da Spiti destaca que, no caso de Cogna, o IPO da sua subsidiária nos Estados Unidos, a Vasta, acabou gerando alguns desdobramentos negativos para a controladora no Brasil. “Existem alguns acionistas nos EUA que se sentiram lesados e acusam a empresa de não ter fornecido informações fidedignas e corretas o suficiente na oferta”, diz Tavares.

O head de research da Ágora, por sua vez, faz um adendo sobre o recente acordo feito com a Eleva, para a troca de ativos. “Os movimentos recentes da Cogna parecem que a estão colocando em uma direção melhor em relação aos seus negócios de ensino superior. Esse acordo foi positivo e vai agregar valor”, diz Cataldo.

No caso de BR Malls, assim como a Cogna, os especialistas ressaltam que o processo de vacinação contra a covid-19 é o que vai determinar a retomada do setor. “Enquanto a imunização não estiver em um nível mais acelerado, provavelmente esses setores de shopping e educação ainda vão sofrer”, frisa Tavares.

O que os investidores podem esperar destes setores?

Para os setores que tiveram performance ruim na crise, as expectativas do professor da FGV não são otimistas. Ainda que alguns países da Europa e os Estados Unidos estejam acelerando o processo de vacinação, ele observa que o cenário no Brasil ainda é de incertezas.

“Pode ser que o Brasil fique isolado de outros países por conta dessas novas variantes, uma vez que ainda não se sabe se as vacinas são tão eficazes para as novas formas da doença. O País também continua com desemprego elevado, problemas econômicos conjunturais”, enumera Eid.

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No caso dos setores que foram bem, além do crescimento na China, é preciso ficar de olho no câmbio. Para o coordenador do estudo, um cenário positivo para a moeda brasileira frente ao dólar depende, por exemplo, do avanço de reformas no Congresso e do fim das declarações polêmicas do presidente Jair Bolsonaro.

“Óbvio que o dólar mais barato tiraria um pouco do desempenho dessas empresas de commodities, mas ainda assim elas vão continuar com ótimo desempenho por causa do crescimento da China”, diz Eid. “Mas o cenário mais provável é uma manutenção de volatilidade cambial, com o dólar em níveis elevados e variando bastante, beneficiando essas empresas”, completa.

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