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Mercado

Bolsa brasileira sobe este ano e deixa pares internacionais no chinelo

Deflação e perspectiva de cortes de juros no Brasil têm criado um cenário favorável para os negócios no País

Por Daniel Rocha

14/09/2022 | 3:00 Atualização: 14/09/2022 | 9:04

Karla Spotorno
Karla Spotorno

Mesmo com o tombo de 2,3% no fechamento do pregão da terça-feira (13), a Bolsa de valores brasileira continua em um ambiente mais favorável para os negócios em comparação aos principais mercados globais.

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No acumulado deste ano, o Ibovespa registra alta de 5,7%. Por outro lado, os outros índices internacionais amargam perdas na casa dos 20% durante o mesmo período. A diferença se deve ao cenário macroeconômico, que segue em um movimento de aperto monetário para conter a alta inflacionária, além da crise energética que assola parte do continente europeu e a China.

Segundo dados do TradeMap, a maior desvalorização do ano é do índice Nasdaq, nos Estados Unidos, que amarga queda de 25,6% no acumulado de 2022, enquanto os índices de Dow Jones e o S&P 500 apresentam retornos negativos de 14,4% e de 17,5%, respectivamente.

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Os números ficam bem abaixo do principal índice da B3, principalmente ao obervar o retorno do IBOV em dólar – medida que facilita a comparação entre os índices sem distorções monetárias. Por esse viés, o retorno acumulado do IBOV sobe para 13,8%.

As quedas também estão na mesma proporção do mercado Europeu e Asiático. De acordo com as informações da Straton Capital, gestora de investimentos, a performance do Euro Stoxx 50, índice que reúne 50 ações da zona do Euro, acumula uma baixa de 16,57%. Já os principais índices de Hong Kong (Hang Seng) e do Japão (Nikkei 225) registram quedas de 17,4% e de 0,62%, respectivamente.

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Essa realidade acontece, principalmente, pelo cenário de aperto monetário que os mercados encontram para conter a pressão inflacionária. Nos Estados Unidos, desde o início deste ano, os investidores seguem atentos às decisões do Federal Reserve (Fed) na condução da política monetária na maior potência econômica do mundo.

A tendência é que a autoridade monetária dos EUA siga com um ritmo de aperto monetário nos próximos meses, principalmente após a divulgação dos dados da inflação nesta terça-feira (12) que vieram acima das expectativas do mercado.

De acordo com os dados do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,1% em agosto ante julho. Na comparação anual, o CPI subiu 8,3% em agosto, porcentual menor em relação ao mês de julho (8,5%), mas acima das expectativas que projetavam uma alta de 8,0% para o período.

“Uma minoria do mercado já começou a precificar um aumento de um por cento na taxa de juros na próxima reunião do FED (prevista para o próximo dia 21 de setembro). Ainda é uma minoria, mas antes (antes da divulgação dos dados da inflação) essa probabilidade era zero”, analisa Marcelo Cabral, gestor de investimentos e fundador da Stratton Cabral.

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A mesma situação acontece no continente europeu. Na última semana, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu elevar em 75 pontos-base a taxa de juros para combater a alta dos preços. “As últimas semanas foram intensas na Europa com o anúncio da Rússia de corte do fornecimento de gás. A medida causou um pânico de recessão no continente europeu”, explica Mário Goulart, analista CNPI e criador do canal no YouTube “O Analisto”.

Já no mercado asiático, a crise energética na China e as restrições impostas de combate à covid-19 trouxeram dúvidas sobre o desempenho econômico do país. “Enquanto o mundo aprendeu a conviver com a doença, a China insiste em adotar em lockdowns”, ressalta Felipe Cima, broker de renda variável da Manchester Investimentos.

Cenário interno

Enquanto os mercados globais discutem a intensidade do aperto monetário em seus países, a narrativa que perdura no mercado brasileiro é sobre o fim do ciclo de alta de juros. A discussão se tornou viável diante da retração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que mede a inflação no Brasil, nos meses de julho (-0,68%) e agosto (-0,36%).

Associado ao alívio da alta dos preços, o período das eleições não trouxe, até o momento, grandes surpresas para o mercado como estava sendo aguardado no início deste ano. “O mercado parece ter absorvido o cenário de uma eleição do candidato Lula e da reeleição do presidente Jair Bolsonaro”, acrescenta Goulart.

Esse ambiente mais favorável para o Brasil permite ao investidor a possibilidade de usufruir desse momento de alta se posicionando em ativos locais. No entanto, o bom momento no cenário interno não tira a importância da diversificação da carteira de investimentos.

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“Você precisa criar uma carteira balanceada para estar exposto a riscos diferentes”, ressalta Cima. “Agora, existe a possibilidade do investidor comprar empresas que estão entregando lucro, pagando dividendos a um preço (de mercado) barato”, acrescenta. Até o mês de agosto, 15 ações pagadoras de dividendos apresentavam preços atrativos na Bolsa.

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