• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Saiba quais ações da Bolsa ganham ou perdem com a alta da Selic

Enquanto em 2020 houve uma migração da renda fixa para a variável, o aumento da Selic causa fluxo contrário

Por Rebeca Soares

23/09/2021 | 3:00 Atualização: 23/09/2021 | 10:58

(Foto: Evanto Elements)
(Foto: Evanto Elements)

Nesta quarta-feira (22), o Banco Central divulgou o aumento da Selic (taxa básica de juros) em um ponto percentual, alcançando a marca 6,25% ao ano. Além de impactar diretamente as classes de renda fixa atreladas à taxa e ao crédito, o movimento também afeta as empresas da Bolsa brasileira. Em geral, os bancos e as seguradoras estão entre os mais beneficiados.

Leia mais:
  • Taxa Selic: como a alta prevista para 2021 afeta investimentos?
  • Estagflação: por que elevar a Selic não vai resolver o problema
  • As dicas de cinco analistas para proteger a carteira em tempo de crise
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No segundo ano de pandemia e véspera de ano eleitoral, o cenário doméstico é marcado por instabilidade política e fiscal. Além da volatilidade gerada pelos acontecimentos e conflitos entre os poderes em Brasília, o aumento da taxa básica de juros cresce de forma acelerada, tentando acompanhar a inflação, que acumula alta de 5,67% no ano e 9,68% nos últimos 12 meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os indicadores afetam não apenas os preços observados pelo consumidor, como também as companhias de capital aberto. Enquanto em 2020 houve uma grande migração da renda fixa para a variável, já que a Selic passou seis meses estagnada a 2% e os investidores desejavam prêmios maiores, neste segundo semestre de 2021, observa-se um movimento contrário.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Na variação mensal, setembro é o terceiro mês seguido em que o Ibovespa marca queda. Enquanto o número de brasileiros vacinados era um fator de grande expectativa para a recuperação econômica, o cumprimento do teto de gastos passou a ser o grande impasse para a economia brasileira.

A votação de reformas, além da PEC dos Precatórios e do aumento do Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família), geram incertezas para o futuro do orçamento do País e, consequentemente, aversão à tomada de risco.

No cenário internacional, o choque das commodities é mais uma variável preocupante para as empresas brasileiras. Mesmo assim, existem oportunidades, segundo destacam analistas ouvidos pelo E-Investidor.

Quem pode ganhar

“Acredito que seja difícil mensurar quais empresas na Bolsa podem ser vencedoras com o aumento da Selic. Talvez o bancário, devido ao efeito da elevação de juros e ganhos em operações de mercado. Por outro lado, segmentos dependentes de crédito podem ter o maior malefício, como o setor de linha branca, além de produção, construção civil e parte do varejo”, aponta Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset. Segundo Vieira, é necessário um cuidado na tomada de decisões por parte do Banco Central para não “exagerar na dose e matar o paciente com um remédio muito forte”.

De acordo com João Abdouni, especialista de investimentos da Inversa, as receitas financeiras, ou seja, as aplicações das seguradoras em ativos de juros longos utilizando o pagamento adiantado dos clientes são ampliadas em um cenário de alta dos juros. Para a corretora, a indicação do segmento é a Porto Seguro (PSSA3).

Publicidade

Entre os bancos, Abdouni explica que a rentabilidade passiva cresce, mesmo com a concorrência das fintechs. Ele destaca o Itaú (ITUB4) como um papel atrativo. “É preciso olhar para empresas longevas. Essas duas já passaram por hiperinflação, impeachment, ditadura e diferentes cenários adversos. Por conta disso, sabemos o histórico e como devem se comportar”, explica.

Jéssica Sprovieri, analista da Inside Research reforça que, já que as empresas de seguro possuem parte da reserva atrelada à renda fixa, tendem a melhorar o resultado financeiro de rendimentos do caixa e de aplicações financeiras. Em relação aos bancos, o benefício acontece por conta do aumento da margem financeira advinda de melhores spreads, além de melhor remuneração de reservas atreladas ao CDI e aos negócios de seguros, somando, ainda, a queda no custo de captação.

Para o sócio-gestor Iram Siqueira, e o analista Thomaz Scandiuzzi, ambos da Âmago Capital, um destaque do setor financeiro é o Banco ABC (ABCB4). “Por ter uma atuação mais voltada ao setor empresarial e corporativo, ele é menos impactado com o boom das fintechs”, comenta Siqueira.

Os especialistas da Âmago complementam que é preciso ser seletivo. Entre as ações do setor financeiro, é importante ter atenção aos bancos mais passíveis de sofrer com inadimplência de clientes, já que os juros estão mais elevados.

Publicidade

Entretanto, existem boas oportunidades para o momento de baixa. Outros ativos em destaque apontados pela Âmago são os papéis do Bradesco (BBDC4), BTG Pactual (BPAC11) e Porto Seguro (PSSA3).

O outro lado da moeda

Segundo os analistas da Âmago, no “outro lado da moeda” estão as empresas endividadas. Estas são afetadas negativamente com o aumento do custo de financiamento, causando uma alavancagem mais alta e fazendo com que sobre menos para o acionista.

Além do impulso de empresas de bancos e seguros, o estrategista da RB Investimentos Gustavo Cruz, destaca que o aumento dos juros deve prejudicar o setor imobiliário, por ser mais sensível ao aumento da inflação e dos juros.

Apesar disso, enquanto os fundos imobiliários em geral podem ser mais afetados, os FIIs de papel, em que a renda é alocada em títulos dos imóveis, podem figurar no lado positivo. “É possível reduzir os riscos separando os tipos de ativos, como, por exemplo, com as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI)”, aponta.

“As empresas de varejo também sentem bastante com o aumento da inflação porque, se os produtos estão mais caros, os consumidores estão menos propícios à compra”, comenta.

Publicidade

Fernando Siqueira, gestor de renda variável da Infinity Asset, aponta que, assim como empresas mais endividadas, companhias comparadas à renda fixa também sofrem com juros mais altos.

“É o caso das companhias ligadas à concessões, como as do setor elétrico, construção rodoviária, água e esgoto. Essas empresas possuem contratos de longo prazo, onde há uma previsão de retorno em termos reais, causando ajuste da receita pela inflação”, explica Siqueira. Entre as apostas, o gestor destaca Transmissão Paulista (TRPL4), Cemig (CMIG4) e CCR (CCRO3).

Um outro perfil de empresas listadas em Bolsa e que serão afetadas negativamente, segundo o gestor da Infinity, são as pagadoras de dividendos, já que o retorno dos juros passa a ser mais atrativo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Copom
  • Investimentos
  • Taxa Selic
Cotações
21/03/2026 11h00 (delay 15min)
Câmbio
21/03/2026 11h00 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Copom corta a Selic e reforça cautela — o que fazer com seus investimentos agora

  • 2

    Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados

  • 3

    Na mira da Receita: novas regras do ITCMD colocam custo da herança em xeque e mudam o jogo da sucessão no País

  • 4

    “Da Conta Delas”: os riscos de emprestar o cartão de crédito e a busca pela autonomia financeira feminina

  • 5

    Tesouro Direto: guerra, Copom e maior intervenção em 13 anos mexem com as taxas; o que fazer agora?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: chances de ganhar com uma aposta de R$ 3,00
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: chances de ganhar com uma aposta de R$ 3,00
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: passo a passo de como fazer um bolão
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: passo a passo de como fazer um bolão
Imagem principal sobre o Qual é o prazo máximo para declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Qual é o prazo máximo para declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Perdeu o cartão do Bolsa Família? Saiba o que fazer
Logo E-Investidor
Perdeu o cartão do Bolsa Família? Saiba o que fazer
Imagem principal sobre o Auxílio-reclusão: 2 requisitos para receber o benefício
Logo E-Investidor
Auxílio-reclusão: 2 requisitos para receber o benefício
Imagem principal sobre o Bolsa Família: descumprimento das condicionalidades pode bloquear o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: descumprimento das condicionalidades pode bloquear o benefício?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: CPF com pendência pode bloquear o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: CPF com pendência pode bloquear o benefício?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (20)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (20)?
Últimas: Mercado
Ibovespa tem quarta perda semanal consecutiva; Minerva (BEEF3) sofre maior baixa
Mercado
Ibovespa tem quarta perda semanal consecutiva; Minerva (BEEF3) sofre maior baixa

Índice registrou sequência negativa não vista desde dezembro de 2024, ampliando perdas no mês a 6,66%

20/03/2026 | 19h13 | Por Beatriz Rocha
Juros futuros fecham acima de 14% com temor de piora no choque dos preços do petróleo
Mercado
Juros futuros fecham acima de 14% com temor de piora no choque dos preços do petróleo

As taxas aumentaram em meio à possibilidade de escalada adicional do conflito no Oriente Médio a patamares imprevisíveis

20/03/2026 | 18h59 | Por Arícia Martins
Ibovespa hoje: Prio (PRIO3) lidera ganhos do pregão; apenas 5 ações sobem
Mercado
Ibovespa hoje: Prio (PRIO3) lidera ganhos do pregão; apenas 5 ações sobem

O dia foi marcado por uma nova alta do petróleo, com o conflito no Oriente Médio ainda no radar do mercado

20/03/2026 | 18h38 | Por Beatriz Rocha
XP classifica como fraco o resultado da Cemig (CMIG4) e mantém recomendação neutra para ação
Mercado
XP classifica como fraco o resultado da Cemig (CMIG4) e mantém recomendação neutra para ação

Analistas mantêm uma visão cautelosa sobre o potencial de novas vendas de ativos da companhia

20/03/2026 | 15h15 | Por Danielle Fonseca

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador