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Mercado

Dólar está sob ataque especulativo? Veja se a tese de Lula tem respaldo no mercado

Economistas divergem sobre possível ataque especulativo; dólar disparou quase R$ 0,30 só na última semana

Por Luíza Lanza

03/07/2024 | 3:00 Atualização: 03/07/2024 | 10:44

Cotação do dólar subiu quase R$ 0,3 em uma semana. (Foto: Envato)
Cotação do dólar subiu quase R$ 0,3 em uma semana. (Foto: Envato)

O dólar disparou e virou pauta central no Palácio do Planalto. A moeda americana, que já vinha em uma trajetória de valorização global, acentuou o movimento de forma mais expressiva contra o real nos últimos dias. Em uma semana, a cotação saiu dos já elevados R$ 5,39 para os atuais R$ 5,66 em uma dinâmica que tem se repetido nos pregões: o presidente Lula (PT) fala, o dólar sobe.

Leia mais:
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Declarações contra a autonomia do Banco Central, investidas contra o presidente da instituição Roberto Campos Neto, falas na direção contrária ao corte de gastos públicos. Tudo isso tem sido apontado por muitos economistas e analistas do mercado como fatores que geram incerteza em relação ao futuro fiscal do País e justificariam a disparada do dólar nos últimos dias.

Leia também: Veja os motivos que levaram o dólar ao maior valor em 2 anos e meio

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Mas esta não é a visão do presidente da República. Em uma entrevista à Rádio Sociedade, em Salvador (BA), nesta terça-feira (02), Lula defendeu que a alta do dólar para o maior patamar desde janeiro de 2022 é fruto de um ataque especulativo. “É um absurdo. Veja, obviamente, me preocupa essa subida do dólar. É uma especulação. Há um jogo de interesse especulativo contra o real neste País”, declarou. Além disso, o petista convocou uma reunião para discutir a alta do dólar nesta quarta-feira (3).

  • Os sinais de Lula vieram e causaram mais ruídos

Por definição, um ataque especulativo ocorre quando investidores agem contra a moeda de um país para lucrar com a desvalorização do câmbio. Em resumo, são grandes movimentos de venda do real para a compra de uma moeda mais forte, uma operação que costuma ser realizada via compra de contratos futuros de dólar com uma data de vencimento e um preço definido – geralmente, um valor mais elevado do que a cotação no mercado à vista.

E o contrato de dólar futuro – medido pelo WDOQ24 – está mesmo subindo “desenfreadamente”, observa Marcelo Coutinho, contribuidor do TradersClub e analista CNPI. “O mercado está enfrentando ou apostando contra o governo, que não toma medidas de contenção de gastos, fazendo com que o dólar siga apreciado. No gráfico do minidólar (WDOQ24), a próxima resistência é em R$ 5,713, mas, com a situação atual, é muito provável que o mercado continue pressionando, podendo atingir R$ 5,810”, explica.

A disparada do dólar no mercado à vista e nos contratos futuros indica, necessariamente, um ataque especulativo? Há quem diga que não e há quem diga que sim.

O que diz quem não vê um ataque especulativo no câmbio

Filippe Santa Fé, head de multimercados do ASA, não vê o movimento atual como um ataque especulativo. “Apesar de existir uma grande posição de estrangeiros comprados em dólar futuro, eu entendo que não estamos diante de um quadro de ataque especulativo, uma vez que estas posições começaram a ser feitas muito antes do movimento atual (e inclusive foram perdedoras de dinheiro durante boa parte do ano passado e no começo deste)”, afirma. Para ele, parece mais uma inclinação de investidores para proteção do patrimônio em um contexto de mudança na precificação de risco do País.

O combo de incertezas formado pela dúvida em relação à capacidade do governo de entregar as metas fiscais prometidas, ruídos do presidente Lula com o BC em um ano de fim do mandato de Campos Neto, além de um cenário ainda incerto no exterior também faz Helena Veronese, economista-chefe da B.Side, atribuir a alta do câmbio a outros fatores. “É difícil identificar exatamente se o País está passando por um ataque especulativo ou não, mas eu diria que não é o caso hoje. Os motivos desse real desvalorizado são outros”, diz.

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William Eid, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV EAESP, reconhece que há, sim, um movimento de investidores apostando contra o real. Mas não gosta da conotação que o termo “ataque especulativo” passa. “Não é como se fosse um grupo de gente maldosa reunido em uma sala, tomando uísques e bolando um ataque contra o Brasil. E costuma ser um termo que governos usam e usaram para dizer que a culpa pela disparada do câmbio não é deles, mas sim desse suposto grupo”, ressalta. “Prefiro dizer que há hoje um movimento no mercado de descrédito em relação ao real; e o culpado disso é o fiscal.”

O que diz quem vê, sim, um ataque especulativo

O economista André Perfeito foi a única das fontes consultadas pelo E-Investidor a tratar o movimento atual de disparada do dólar como um ataque especulativo. O entendimento passa por uma avaliação considerando o quadro de outras moedas globais. No geral, o dólar se fortaleceu em 2024 frente a todos os emergentes, mas a alta expressiva dos últimos pregões acontece apenas no Brasil — e, na visão do economista, os fundamentos macroeconômicos não justificam um movimento tão acentuado como o que está acontecendo.

Para Perfeito, foi criado um clima no Brasil a respeito de uma piora da dinâmica fiscal que parece muito mais exagerado do que deveria ser de fato, e isso está refletindo no câmbio. “O saldo comercial diminuiu, mas ainda é positivo, o desemprego está baixo, a perspectiva de crescimento econômico ainda existe, o BC é independente e até parou de cortar os juros. A situação está boa? Não. Mas não é tão ruim como está se expressando na dinâmica do câmbio”, diz ele.

O entendimento é de que essa leitura exagerada de risco fez o preço do dólar se descolar do que seria “razoável”, em um movimento de bola de neve. O câmbio dispara, há uma leitura de que isso vai impactar a inflação, as expectativas desancoram, o mercado passa a reprecificar as projeções para a taxa de juros, gera uma pressão sobre os títulos públicos, a Bolsa cai e por aí vai.

“A dimensão do ataque especulativo não é um ato de maldade do mercado contra o Lula ou contra o Brasil. Mas essa dinâmica que vai ganhando vida própria e leva todo mundo a apostar no dólar. Leituras que são, muitas vezes, equivocadas”, ressalta Perfeito.

Por que o dólar está em trajetória de valorização?

A cotação disparou nos últimos dias, mas também é verdade que a moeda americana está em uma trajetória de valorização frente a divisas emergentes já há algum tempo. O dólar PTAX teve uma valorização de 14,82% nos seis primeiros meses de 2024, a maior alta semestral desde o 1º semestre de 2020, quando a eclosão da pandemia da covid-19 fez o câmbio saltar mais de 35%.

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O cenário doméstico tem se destacado como o grande protagonista da alta do momento, mas ele não é o único fator jogando a favor do dólar. A perspectiva de juros mais altos por mais tempo nos Estados Unidos também continua a pressionar os mercados globais e ajuda a fortalecer a moeda americana frente aos pares, sobretudo os emergentes.

Investidores globais, que iniciaram o ano na expectativa pelo início do afrouxamento monetário nos EUA ainda no primeiro trimestre de 2024, revisaram com pessimismo as projeções. Agora, o mercado só vê espaço para um corte na taxa de juros americana nos meses finais do ano.

Isso direciona o capital de risco para o mercado o país, considerado um dos mais seguros do mundo – e os emergentes, como o Brasil, veem o fluxo e os dólares sumirem. A B3 registrou uma saída de capital estrangeiro de R$ 4,3 bilhões em junho, o pior mês desde junho de 2018. No acumulado de seis meses, o capital externo ficou negativo em R$ 40,122 bi.

“Além de não virem novos investimentos para o País, os que já estão aqui na Bolsa estão saindo. Sobram poucos dólares e isso também afeta o nosso câmbio”, explica William Eid, da FGV.

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Não há consenso sobre quando os juros nos EUA vão começar a cair, mas o entendimento geral de que esse movimento pode ser decisivo para a melhora do humor no mercado brasileiro é quase unanimidade. Dados sobre a inflação americana, divulgados ao longo de junho, fizeram investidores começarem a apostar que o Federal Reserve (Fed, o BC americano) pode cortar a taxa em setembro.

Mas para que isso se traduza em uma alívio no câmbio por aqui também é preciso que os ruídos políticos se atenuem, afirma Helena Veronese. “Essa precificação do exterior de que os juros do Fed devem cair a partir de setembro tende a enfraquecer o dólar no mundo. A questão é: vai enfraquecer no Brasil? Se continuar com esse cenário, muito pouco”, diz a economista-chefe da B.Side.

O BC deveria intervir no câmbio?

Em paralelo à discussão sobre as causas da alta expressiva do dólar, parte dos agentes do mercado começa a se questionar também se este não seria o momento de uma intervenção do Banco Central no câmbio. Afinal, uma das funções principais do BC é garantir a estabilidade do poder de compra da moeda. A instituição tem liberdade para atuar diretamente no mercado, via política cambial, e comprar e vender moeda estrangeira com o objetivo de conter movimentos desordenados da taxa de câmbio.

E não seria uma novidade na história do País. Como mostra esta coluna do Estadão, o ano de 2023 foi o primeiro desde 1999 em que a instituição monetária não precisou anunciar nenhuma operação de contratos de swap cambial, compra ou venda de dólares à vista ou novos leilões de linha; ou seja, de venda de dólares com compromisso de recompra.

No dia 02 de abril desde ano, o BC fez um leilão adicional de swap cambial, o primeiro desde 2022. A operação consistia na venda de dólar no mercado futuro, sem envolver as reservas da moeda, mas suficiente para influenciar e reduzir a cotação no mercado à vista. A cotação na ocasião estava em R$ 5,06 – de lá para cá, subiu R$ 0,60 em três meses.

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Mas uma nova intervenção parece não estar nos planos do BC. Campos Neto disse em uma coletiva para jornalistas no final de junho que a medida teria pouca efetividade no contexto atual. E a tese tem respaldo entre uma parcela de economistas.

“O Brasil tem um volume de reservas internacionais bastante grande, de quase US$ 400 bilhões. Óbvio que um pouco desses dólares poderiam ser jogados no mercado para refrear os ânimos”, diz William Eid, da FGV. “Mas não seria uma solução e sim um paliativo.”

O entendimento é de que uma nova intervenção não seria suficiente para estancar a sangria do real; e que o verdadeiro alívio no câmbio só viria com um processo de maior racionalidade no lado fiscal. Na prática, o mercado cobra do governo o anúncio de medidas de cortes de gastos públicos para que seja possível alcançar a meta fiscal de déficit zero em 2025 e, assim, reancorar as expectativas de inflação.

“Uma intervenção agora só serviria para queimar reserva. O que precisamos são de sinalizações um pouco mais claras, e calmas, do que as que estamos recebendo. Corte de gastos é importante, além de menos briga entre governo e Banco Central”, destaca Helena Veronese, da B.Side.

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Mas há outras formas de o BC “intervir” no câmbio atual, para além da política cambial. Há quem veja a necessidade de, ao menos, uma mudança na comunicação da instituição. Para o economista André Perfeito, novas operações de swap cambial seriam adequadas para diminuir a volatilidade, mas um ajuste na forma como o BC e RCN estão passando ao mercado suas percepções já ajudaria a acalmar os ânimos.

“Campos Neto já fez uma série de falas destacando que há um problema de falta de credibilidade fiscal e de credibilidade no próprio BC. Agora, ao dizer que não existe a necessidade de intervenção, porque entende que o mercado está suficientemente líquido e que há motivos para o dólar subir, gera um desconforto muito grande”, diz Perfeito.

E o economista não é o único. Nesta entrevista ao Estadão, Sérgio Goldenstein, estrategista-chefe da Warren Investimentos, diz que o BC errou ao dizer que não iria interferir no câmbio. Ele também vê espaço para uma intervenção cambial. “O BC erra quando fala que não vai intervir e atribui integralmente a queda do real ao prêmio de risco. Faria, sim, sentido o BC atuar via swap, de forma esporádica, para colocar essa espada no mercado. Quando fala que não vai intervir, acaba até contribuindo para depreciação adicional da moeda”, disse. Leia o material completo aqui.

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