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Mercado

Petróleo pode ficar acima de US$ 100 por meses no pior cenário da guerra com o Irã

Banco suíço Lombard Odier vê dois cenários para o mercado — de alta moderada a choque global de energia caso haja disrupção na oferta

Por Marília Almeida

12/03/2026 | 19:30 Atualização: 12/03/2026 | 19:37

Barris e guerra: no pior cenário, banco estima que barril pode atingir R$ 120
Barris e guerra: no pior cenário, banco estima que barril pode atingir R$ 120

Hoje o petróleo continuou a subir, acumulando alta de mais de 50% no ano, após alerta da maior interrupção de oferta da história. Diferente de outros mercados. o óleo é o único setor que realmente reagiu de forma significativa à guerra travada entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, conclui Nannette Hechler-Fayd’herbe, diretora de estratégia de investimentos para a Europa, Oriente Médio e África do banco suíço Lombard Odier.

Leia mais:
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Em encontro com jornalistas em São Paulo, a executiva apontou que ainda há muitas incertezas sobre como os acontecimentos vão evoluir nos próximos dias e semanas no Oriente Médio. Porém, aponta que os investidores precisam considerar dois cenários.

Primeiro cenário

É o que o mercado parece estar precificando atualmente. Nele, o conflito é relativamente limitado no tempo. Há alguns dias de escalada, a situação parece muito ruim por um momento, mas não demora muito para terminar, e então começa um processo de normalização.

Nesse cenário, as consequências para a economia global e para os mercados financeiros são relativamente controladas. “No momento, acreditamos que estamos nesse cenário. Mas as coisas podem mudar rapidamente, como todos sabemos”, afirma.

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Neste cenário, os preços provavelmente ficam em torno de US$ 80 por barril, com um pico próximo de US$ 85 por cerca de três meses, antes de recuar gradualmente.

Segundo cenário

Em um cenário mais extremo, o risco é de que haja uma disrupção mais prolongada no mercado de petróleo. Nem seria necessário que o conflito militar em si durasse muito tempo; basta que, durante o período de escalada, ocorram perturbações importantes no fornecimento de petróleo.

Esse segundo cenário teria consequências bem maiores para a economia global e para os investidores. Isso porque o petróleo é um grande mecanismo de transmissão de choques para a economia global.

Neste cenário, podemos ver o petróleo acima de US$ 100 por barril por pelo menos três meses, com uma média anual muito mais alta.

Qual a probabilidade desse cenário extremo ocorrer? Caso os EUA e Israel atinjam um ponto de produção importante de petróleo no Irã e o país decida revidar atacando outro ponto relevante. “Caso sejam atingidos, podem levar meses para a produção ser normalizada, o que tem potencial de provocar uma disrupção no mercado”, diz Hechler-Fayd’herbe. Nesse cenário, nem barris adicionais da Agência Internacional de Energia seriam suficientes.

  • Leia mais: Paradoxos e projeções do conflito no Irã geram incertezas sobre o pós guerra

Mas a executiva acredita que ambas as partes do conflito não desejam que esse cenário aconteça, o que deve evitar essa perspectiva.

Preocupação para a agricultura

O conflito ocorre em uma região que é um verdadeiro ponto de estrangulamento do comércio global. O Estreito de Hormuz, onde estão acontecendo interrupções de tráfego, é essencial para o transporte não só de energia, mas também de produtos químicos e fertilizantes.

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“Fertilizantes são fundamentais para a agricultura. Para economias emergentes — como Brasil ou África do Sul — onde a inflação de alimentos é um componente muito importante da inflação total, isso se torna uma preocupação central. Portanto, temos um gargalo logístico muito relevante.”

Qual o impacto no Brasil?

Em um choque de oferta global de commodities, o Brasil pode até se beneficiar, na visão da diretora, porque o país é exportador de commodities energéticas e agrícolas. Ou seja, preços mais altos de commodities podem compensar volumes menores. Além disso, a bolsa brasileira tem forte exposição a commodities e setores cíclicos.

A visão do Lombard Odier continua sendo de desaceleração do crescimento neste ano em relação ao ano passado, principalmente por causa dos juros elevados, que desaceleram o crédito.

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