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Negócios

Por que essas empresas perderam metade do caixa em 12 meses

Saiba quais são as companhias que reportaram diminuição contínua das reservas e para onde o capital está indo

Por Jenne Andrade

25/05/2023 | 3:00 Atualização: 25/05/2023 | 10:35

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

A temporada de balanços do 1º trimestre de 2023 chegou ao fim na semana passada. Entre as diversas linhas a serem analisadas nos resultados, o consumo de caixa costuma chamar a atenção e servir de alerta aos investidores. A diminuição de capital pode acontecer por motivos positivos e naturais, como investimentos, fusões e aquisições, ou por fatores mais negativos, como situações de emergência.

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De acordo com levantamento feito por Einar Rivero, head comercial do TradeMap, a pedido do E-Investidor, pelo menos 18 empresas nacionais de capital aberto apresentaram diminuição contínua do caixa em um ano, de março de 2022 até março de 2023.

Ou seja, trimestre após trimestre, essas companhias reportaram alguma contração dos saldos. As cinco empresas que reportaram os maiores encolhimentos em relação a esses recursos financeiros no período foram Renova Energia (RNEW4), Pague Menos (PGMN3), Mater Dei (MATD3), Cogna (COGN3) e BrasilAgro (AGRO3).

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“Destas cinco, Renova, Pague Menos e a Cogna estão em situação financeira mais complicada, com endividamento alto e isso assusta um pouco o mercado”, afirma Bruno Komura, analista da Ouro Preto Investimentos. “BrasilAgro e Mater Dei, por sua vez, estão em situação mais confortável.”

Já para o analista Ricardo Brasil, fundador da Gava Investimentos, é preciso considerar também o efeito dos juros de dois dígitos nas companhias. A Selic em 13,75% ao ano torna mais custoso para as empresas se financiarem, o que faz com que o dinheiro em caixa seja mais utilizado. “Se o consumo de caixa continuar forte quando os juros ficarem mais baixos, aí é preciso olhar com atenção”, afirma Brasil.

Gustavo Cruz, estrategista chefe da RB Investimentos, também destaca dois eventos que ocorreram no primeiro trimestre deste ano e podem ter impactado os caixas de companhias listadas, de forma geral. “Com a situação da Americanas e da Light (que pediram recuperação judicial), ficou ainda mais custoso para as empresas captarem recursos no mercado. Esta situação pode ter levado a uma utilização maior do caixa no período”, afirma Cruz.

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Ainda de acordo com o estrategista da RB, muitas empresas consultadas afirmaram que tinham caixa para ‘segurar’ a captação para o segundo semestre, porque não queriam fazer emissão (de debêntures) tão cedo para não terem que arcar com juros maiores.

A seguir, veja um resumo sobre os números das cinco principais empresas do ranking.

Renova Energia (-86%)

A Renova Energia é uma empresa brasileira de geração de energia elétrica renovável, fundada em 2001. Em meados de outubro de 2019, entrou em recuperação judicial, alegando dívidas de R$ 3,1 bilhões.

Destes débitos, R$ 11,7 milhões estavam no âmbito trabalhista e R$ 3,1 bilhões eram devidos para bancos e demais credores.

No último balanço divulgado, referente ao primeiro trimestre de 2023, a Renova reportou um prejuízo de R$ 44,4 milhões, montante 32% inferior ao do mesmo período de 2022. Houve avanço de 117,2% das receitas, para R$ 72,1 milhões, mas os custos não gerenciáveis, depreciação e despesas administrativas também aumentaram e contribuíram para o resultado negativo.

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Entre março de 2022 e março de 2023, o caixa da companhia caiu 86%, de R$ 194,6 milhões para R$ 27,2 milhões. Em comunicado ao E-Investidor, a Renova afirmou que essa redução aconteceu devido a desembolsos para conclusão das obras do complexo eólico de Alto Sertão III (ASIII), que começou a operar no ano passado e deve gerar uma receita operacional de R$ 250 milhões ao ano.

Já em 2023, a redução do caixa é resultado do pagamento da primeira parcela do plano de recuperação judicial, cujo desembolso é feito semestralmente. “A empresa está acumulando recursos financeiros para quitar estes compromissos, situação que afeta momentaneamente o caixa”, afirma a Renova em nota. A empresa também sinaliza a redução da dívida de R$ 2 bilhões para R$ 1 bilhão no período. “Essa redução demonstra um avanço positivo na saúde financeira de empresa.”

Bruno Komura, da Ouro Preto Investimentos, acredita em uma melhora consistente dos resultados quando todos os projetos estiverem entregues. Enquanto isso, segue cauteloso em relação à companhia. “Acredito que a RJ não está perto de acabar e, por isso, a situação deve continuar bastante complexa”, afirma.

Pague Menos (-73,2%)

A rede farmacêutica Pague Menos apresentou um prejuízo líquido de R$ 55,3 milhões no primeiro trimestre deste ano, revertento o lucro líquido de R$ 24,4 milhões no mesmo período do ano passado. No período, registrou uma redução de caixa de 73,2%, de R$ 486,5 milhões para R$ 130,2 milhões.

Em nota enviada ao E-Investidor, a Pague Menos afirmou que essa redução de caixa foi fruto de um investimento robusto na aquisição da Extrafarma, por R$ 737 milhões. “Com a integração, somada ao emprego de capital na inauguração de 118 lojas próprias ao longo deste mesmo ano (47% a mais do que em 2021), a companhia teve uma concentração de investimentos pontual que resultou no cenário atual de caixa”, afirma a empresa.

Mater Dei (-61,8%)

No primeiro trimestre de 2023, a Mater Dei apresentou lucro líquido ajustado de R$ 50,6 milhões, 4,4% maior do que no mesmo período do ano passado. O caixa da companhia, entretanto, caiu de R$ 858,8 milhões para R$ 327,8 milhões.

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A Rede Mater Dei de Saúde informou, em nota, que o caixa foi utilizado em transações de M&A. A empresa reiterou o crescimento de 72% da receita líquida no ano passado em comparação a 2021, para R$ 1,7 bilhão, e um lucro líquido também 30% maior, de R$ 216 milhões.

“As informações e os balanços fornecidos à CVM e demais órgãos competentes reforçam nossa trajetória de crescimento e desempenho positivo ao longo dos últimos anos”, destaca a empresa. “O nível de caixa atual está dentro das políticas aprovadas e resguarda a companhia contra possíveis soluções de crédito do mercado. Em termos de crédito, temos um dos melhores ratings do mercado - e do setor de saúde -, sempre recebendo propostas atrativas de novos financiamentos.”

Komura, da Ouro Preto, afirma que a Mater Dei, como grande parte das empresas do setor de saúde, sentiu a alta da sinistralidade dos planos e a escalada da inflação médica. Aliado a isso, a conjuntura de juros altos dificulta o movimento da consolidação. “Os recursos para financiar M&A ficam mais caros, por isso vimos uma pausa nesse fluxo. O setor está tentando se acomodar com todo esse aumento de custo”, diz. “Mas acho que o pior já passou, as perspectivas são mais positivas e a empresa está em situação mais confortável que as demais da lista.”

Cogna (-60,8%)

No 1º trimestre de 2023, a Cogna reportou o resultado mais robusto dos últimos quatro anos. O lucro líquido ajustado no período foi de R$ 117,6 milhões, montante que representa uma alta de 112% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita líquida avançou 13%, passando de R$ 1,17 bilhão para R$ 1,32 bilhão. Contudo, no período, o caixa caiu 60,8%, de R$ 3,8 bilhões para R$ 1,5 bilhão.

Em nota, a Cogna informa que a redução de caixa observada (-R$ 2,5 bi), de março de 2022 a março de 2023, está relacionada à redução de dívida Bruta (-R$ 2,3 bi) no mesmo período, e que não se reflete em uma deterioração de sua saúde financeira.

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A empresa ainda ressaltou que desde o final de 2021 aumentou significativamente a capacidade pagadora, com redução de alavancagem de 2,16x para as atuais 2,03x.

“Esse movimento de redução de caixa está de acordo com a nova realidade do mercado e da empresa, em um contexto econômico de aumento taxa de juros, menor instabilidade do mercado e maior segurança operacional da empresa”, afirmou a companhia.

Komura ressalta que a Cogna ainda enfrenta um ceticismo grande do mercado. “Já foi uma empresa muito boa na época que programas estudantis, como o FIES, tinham um incentivo muito grande do governo”, diz. “Agora, temos uma dúvida grande se esses programas serão retomados nos mesmos moldes. Com certeza, haverá um ajuste e precisaremos ver como o setor vai andar.”

As empresas de educação ainda se recuperam do impacto da pandemia de covid-19, que suspendeu as aulas presenciais. A retomada mais forte deve ficar para o ano que vem, com as novas matrículas. “Se tivermos recuperação, as ações podem performar bem, com geração de caixa de volta ao normal, mas temos ter cuidado com o crescimento do EAD, que tem margens mais apertadas”, afirma Komura. “E ainda não dá para dizer se as ações voltarão aos patamares de antigamente.”

BrasilAgro (-57%)

A BrasilAgro, especializada na compra e venda de fazendas e na produção de alimentos, reportou um lucro líquido de R$ 42 milhões no 1º trimestre de 2023, o que significa uma queda de 61% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita líquida também caiu 21% no período, para R$ 299 milhões. Paralelamente, o caixa saiu de R$ 584,3 milhões para R$ 251,4 milhões, em uma redução de 57%.

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Em nota ao E-Investidor, a empresa afirma que chegou a atingir R$ 609,8 milhões em caixa ao longo dos últimos meses, em função de alguns eventos de liquidez, captações no mercado, venda de fazendas e resultados extraordinários de operações, decorrentes da alta no ciclo das commodities.

“Comprometida em gerar valor ao acionista, a companhia distribuiu mais de R$ 500 milhões em dividendos e fez investimentos para ampliar o portfólio de fazendas, hoje composto por 277,8 mil hectares, em seis estados brasileiros, além de Paraguai e Bolívia. Vale destacar que parte dos aportes também contemplou o desenvolvimento de propriedades, ampliando a eficiência na produção agrícola”, afirma a BrasilAgro. “O caixa reportado no último balanço ao mercado está dentro de patamares normais, em linha com o plano estratégico da companhia.”

Komura afirma que a BrasilAgro passou por uma temporada mais difícil em relação às safras, o que fez com que impactou a performance das ações. Entretanto, as próximas colheitas de cana devem impulsionar a companhia e gerar caixa.

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