Nesse contexto, três pilares se destacam: investir em ações, planejar o futuro e buscar orientação especializada, segundo a matéria da CNBC.
1. Investir em ações
O mercado de ações costuma atrair investidores interessados em maiores retornos. Diferentemente da renda fixa, esse tipo de aplicação não oferece ganhos previsíveis, já que os preços variam conforme o desempenho das empresas e as condições do mercado, de acordo com o site Bora Investir.
Ao comprar uma ação, o investidor adquire uma pequena parte de uma empresa. Isso acontece porque companhias estruturadas como sociedades anônimas dividem o seu capital em frações, que podem ser negociadas no mercado. Assim, quem investe se torna acionista e passa a ter participação nos resultados, podendo lucrar com a valorização dos papéis ou com a distribuição de dividendos, de acordo com o Portal do Investidor, do Governo Federal.
Segundo o Banco Central do Brasil, antes de investir, é fundamental entender o seu perfil: conservador, moderado ou arrojado. Essa definição ajuda a montar uma estratégia alinhada ao seu nível de tolerância ao risco e aos seus objetivos financeiros.
2. Planejamento para aposentadoria
Pensar no futuro é essencial para garantir estabilidade financeira. O valor necessário para a aposentadoria varia conforme o estilo de vida desejado, mas algumas metas podem servir como referência. Uma estratégia comum é acumular, ao longo do tempo, o equivalente a até dez vezes a renda anual até o momento de se aposentar aos 67 anos, de acordo com a CNBC.
Para isso, é importante criar o hábito de poupar e investir regularmente. Quanto mais cedo esse processo começa, maior tende a ser o resultado, graças ao efeito dos juros compostos. Além disso, manter uma reserva ajuda a lidar com imprevistos, como problemas de saúde ou perda de renda.
3. Apoio profissional
Para quem tem dificuldade em lidar com dinheiro ou não sabe por onde começar, contar com um consultor financeiro pode fazer diferença. Esse profissional auxilia na organização do orçamento, na redução de dívidas e na definição de estratégias de investimento, segundo o Bora Investir, da B3.
Ao analisar a realidade e os objetivos do cliente, o consultor propõe soluções personalizadas, que podem incluir desde o controle de gastos até a diversificação de investimentos. O acompanhamento profissional também ajuda a manter o foco e evitar decisões impulsivas.
Colaborou: Giovana Sedano.