• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Dólar hoje: moeda volta a superar R$ 5,15 após declarações de Haddad

A perspectiva de juros altos por mais tempo nos Estados Unidos também impactou o mercado de câmbio

Por Antonio Perez

22/05/2024 | 17:54 Atualização: 22/05/2024 | 17:54

Dólar americano. Foto: Envato Elements
Dólar americano. Foto: Envato Elements

O dólar encerrou a sessão desta quarta-feira (22) em alta firme e voltou a superar o nível de R$ 5,15 no fechamento pela primeira vez em cerca de 10 dias. Além da onda global de fortalecimento da moeda americana, em meio à perspectiva de juros altos por mais tempo nos Estados Unidos, o real sofreu com a piora da percepção de risco doméstico após declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre meta de inflação e política fiscal.

Leia mais:
  • Ibovespa hoje: índice fecha abaixo de 126 mil pontos após ata do Fed
  • Bolsas de NY fecham em baixa, com ações pressionadas por ata do Fed
  • Treasuries avançam após ata de reunião de política monetária do Fed
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Divulgada à tarde, a ata do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) trouxe um tom duro. Os dirigentes do BC americano não apenas reiteraram que necessitam de mais confiança no processo de desinflação para reduzir de juros como consideraram a possibilidade de elevar a taxa básica caso a inflação volte a subir. Ferramenta de monitoramento do CME Group mostrou a mostrar chances maiores de o Fed promover apenas um corte de 25 pontos-base neste ano, em vez de 50 pontos-base como era previsto ontem.

Apesar da piora das bolsas em Nova York à tarde, que levaram o Ibovespa a renovar mínimas, e da aceleração dos ganhos da moeda americana em relação a pares, não houve grande alteração na taxa de câmbio no período. O dólar permaneceu por aqui na casa de R$ 5,15, após ter registrando máxima a R$ 5,1641 pela manhã.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

No fim do dia, a divisa avançava 0,77%, cotada a R$ 5,1564 – maior valor de fechamento desde o último dia 13. Foi o terceiro pregão consecutivo de alta da moeda americana no mercado doméstico, com ganhos de 1,07% na semana. Em maio, o dólar ainda apresenta baixa de 0,69%.

O economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Nicolas Borsoi, afirma que a ata do Fed não levou o dólar a novas máximas no mercado doméstico porque o real “já estava apanhando muito” desde o início do dia, com desempenho inferior ao da maioria das divisas emergentes. Entre pares latino-americanos da moeda brasileira, o peso chileno amargou queda superior a 2%, com a baixa dos preços do cobre e um movimento de realização de lucros após os ganhos recentes.

Borsoi observa que o mercado de moedas já amanheceu em “tom negativo” com o avanço dos juros no Japão, uma vez que o iene é utilizado como “funding” para operações de “carry trade”. Em seguida, vieram dados de inflação ao consumidor no Reino Unido acima do esperado, o que pode ensejar uma postura mais conservador do Banco da Inglaterra (BoE).

“A questão dos juros no mundo voltou a incomodar antes da divulgação da ata do Fomc (comitê de política monetária do BC americano), que veio com um discurso mais forte do que dos dirigentes do Fed nos últimos dias”, afirma Borsoi. “Nesse contexto, as declarações de Haddad sobre política monetária jogaram mais lenha na fogueira”.

Publicidade

Em audiência na Câmara dos Deputados, Haddad afirmou que há dificuldade em alcançar uma meta de inflação mais baixa em razão dos índices de preços estarem mais “insensíveis” à taxa de juros. “Por que ela (inflação) está resistente? Tem uma dimensão institucional, e uma das questões é o quadro fiscal”, afirmou.

Os comentários de Haddad trouxeram novamente à baila a possibilidade de um aumento da meta de inflação. Isso justamente no momento em que há um debate sobre a postura do BC a partir de 2025, quando o atual presidente da instituição, Roberto Campos Neto, será substituído por nome indicado pelo presidente Lula.

O decreto alterando o regime de meta de inflação anual para o modelo de meta contínua a partir de 2025, com alvo de 3%, ainda não saiu. Caso a nova regulamentação não seja publicada até o fim de junho, o Conselho Monetário Nacional (CMN) precisará definir na reunião do próximo mês a meta de inflação anual para 2027.

“Esses comentários de Haddad, de que o problema é a política monetária, com a inflação insensível à taxa de juros, incomodam porque o mercado já está ressabiado com a próxima administração do BC. Uma política monetária mais leniente é ruim para o câmbio”, afirma Borsoi, da Nova Futura Investimentos.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Dolar
  • Fernando Haddad
  • Juros
  • Moeda
Cotações
14/03/2026 15h00 (delay 15min)
Câmbio
14/03/2026 15h00 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista

  • 2

    Salários das mulheres param de crescer aos 30 anos – os dos homens continuam subindo

  • 3

    Mercados de previsão avançam e reacendem debate entre bets e setor financeiro

  • 4

    Ibovespa hoje tem 3ª maior queda do ano com IPCA acima do esperado e pessimismo global

  • 5

    Petróleo hoje salta após alerta da maior interrupção de oferta da história; Petrobras (PETR3;PETR4) sobe

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Imagem principal sobre o O que é o aplicativo do FGTS?
Logo E-Investidor
O que é o aplicativo do FGTS?
Imagem principal sobre o Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Imagem principal sobre o 13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Últimas: Tempo Real
Telefônica (VIVT3) aprova distribuição de JCP no total de R$ 200 mi; veja quem recebe
Tempo Real
Telefônica (VIVT3) aprova distribuição de JCP no total de R$ 200 mi; veja quem recebe

Segundo a companhia, o pagamento dos proventos será realizado até 30 de abril de 2027

13/03/2026 | 20h08 | Por Camila Vech
Bitcoin opera em alta com inflação nos EUA e regulação de ativos digitais no radar
Tempo Real
Bitcoin opera em alta com inflação nos EUA e regulação de ativos digitais no radar

Investidores esperam que a regulamentação traga regras mais claras para o setor, afirmam analistas do Saxobank

13/03/2026 | 18h24 | Por Darlan de Azevedo
Bolsas da Europa fecham em queda com cautela diante de tarifas e guerra no Oriente Médio
Tempo Real
Bolsas da Europa fecham em queda com cautela diante de tarifas e guerra no Oriente Médio

Investigação comercial pelos EUA, que atinge a União Europeia, o Reino Unido e dezenas de países, também pesa sobre os negócios

13/03/2026 | 15h07 | Por Pedro Lima
Telefônica Brasil (VIVT3) aprova redução do capital social no total de R$ 4 bi
Tempo Real
Telefônica Brasil (VIVT3) aprova redução do capital social no total de R$ 4 bi

Acionistas receberão parte do valor dos papéis, com valor calculado com base na posição na empresa em 31 de dezembro de 2025

13/03/2026 | 13h48 | Por Danielle Fonseca

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador