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Os impactos da aguardada fala de Powell para a Bolsa brasileira e o dólar

Presidente do Fed, o banco central dos EUA, discursou no Congresso americano sob grande expectativa do mercado

Por Luíza Lanza

06/03/2024 | 15:06 Atualização: 06/03/2024 | 15:06

Discurso do presidente do banco central dos EUA anima investidores. (Foto: Envato)
Discurso do presidente do banco central dos EUA anima investidores. (Foto: Envato)

Os rumos da política monetária nos Estados Unidos ditam o humor do mercado há algum tempo, conforme investidores tentam precificar quando o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) iniciará o tão sonhado ciclo de cortes nos juros. Qualquer indicativo que a taxa será reduzida mais cedo ou de que permanecerão elevadas por mais tempo leva as bolsas globais a movimentos de altas e baixas – e o Brasil não passa ileso.

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Por causa disso, nesta quarta-feira (6), agentes do mercado acompanharam atentos ao discurso de Jerome Powell, o presidente do Fed, proferido no Congresso americano. Na fala, o dirigente reforçou a mensagem que já vinha passando: cortes de juros vão depender da evolução da economia e que ainda é preciso novos dados para dar mais confiança de que a inflação converge para a meta.

  • Saiba mais: A visão do Santander Asset sobre renda fixa, Bolsa e câmbio

“Não tem novidades com relação às últimas comunicações”, avalia Gino Olivares, economista-chefe da Azimut Brasil Wealth Management. “Se por um lado ele afirma que os membros do Fed acreditam que a taxa básica de juros chegou a seu nível mais elevado no atual ciclo de aperto monetário, por outro diz também que precisam de mais tempo para ter maior confiança de que a inflação está mesmo em direção à meta, condição básica para iniciar o ciclo de afrouxamento monetário.”

Ainda assim, alguns sinais positivos foram capturados. Luciano Costa, economista-chefe da Monte Bravo, destaca que o principal receio do mercado, que inclusive manteve as bolsas globais de lado no início desta semana à espera do pronunciamento, era que Powell desse uma declaração mais dura, que colocasse em dúvida a possibilidade de cortes de juros ainda neste ano.

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Mas não foi o que aconteceu. “Não há evidência de que há risco de uma recessão de curto prazo nos EUA”, disse Powell. “Tampouco estamos buscando que a inflação volte exatamente a 2% [para iniciar os cortes nos juros].”

Estes sinais mais positivos foram suficiente para fazer os mercado reagirem bem. Os juros longos americanos caíram junto com o dólar, que operava com uma baixa de 0,36%, a R$ 4,93 por volta das 14h30. Lá fora, o Nasdaq, o S&P 500 e o Dow Jones subiam 1,08%, 0,91% e 0,58%, respectivamente. O Ibovespa também operava em alta de 0,83% a 129.158,14 pontos.

Como a fala de Powell mexeu com os mercados

“Esse é provavelmente o destaque: manteve o discurso de que, se o cenário evoluir na maneira como é esperado, em algum momento haverá cortes”, destaca Costa, da Monte Bravo. “Isso se reflete no desempenho dos mercados. A curva de juros das Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) de dez  anos está caindo, o que favorece a tomada de risco e aumenta o apetite para mercados emergentes. Ajuda a curva de juros aqui dentro do País a fechar e o real a se apreciar.”

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