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Mercado

Por que o Ibovespa não acompanha a retomada das bolsas globais

Índice brasileiro sofre com maior peso de empresas que foram mal na pandemia e questão fiscal do País

Por Thiago Lasco

01/10/2020 | 0:00 Atualização: 03/12/2020 | 11:15

Foto: Lucas Jackson/ Reuters (Foto: Lucas Jackson/ Reuters)
Foto: Lucas Jackson/ Reuters (Foto: Lucas Jackson/ Reuters)

Se ainda é cedo para falar em fim da crise, a verdade é que as principais economias do mundo estão empenhadas em imprimir ritmo à retomada das atividades. A China vem apresentando uma recuperação consistente e, nos Estados Unidos, a criação de novos postos de trabalho está superando as expectativas.

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Esses movimentos provocaram reflexos positivos nas bolsas. Mas o temor do surgimento de uma segunda onda de covid-19 jogou um balde de água fria nos mercados e fez com que praticamente todos os índices fechassem setembro com retrações. Em Nova York, o Dow Jones, o S&P 500 e o Nasdaq acumularam perdas de 2,28%, 3,92% e 5,16% no período.

Na Europa, o mês não foi muito melhor: -1,43% no DAX alemão, -1,63% no FTSE 100 inglês, -2,91% no PCAC francês e -3,63% no IBEX35 espanhol. Por aqui, o Ibovespa se despediu de setembro com baixa de 4,80%.

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No acumulado de 2020, porém, os resultados dos diferentes índices apresentam discrepâncias notáveis entre si. Enquanto o Ibovespa caiu 17,90%, o Nasdaq, por exemplo, subiu 25,44%. Já o FTSE 100 registrou recuo de 22,23% e o IBEX35 perdeu 22,66%. Por que isso aconteceu?

Composição dos índices e o peso da tecnologia

Nem todos os setores da economia foram afetados da mesma maneira pela crise. Algumas empresas foram inclusive diretamente beneficiadas pela pandemia, como foi o caso do comércio eletrônico e do setor de tecnologia de forma geral.

Por outro lado, existe uma grande discrepância na composição dos vários índices locais das bolsas mundiais. Alguns são mais diversificados, outros menos. E os que apresentaram resultados mais positivos foram justamente aqueles em que as empresas de tecnologia têm peso maior.

É o caso dos citados Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq. Eles ficaram negativos em setembro, mas no terceiro trimestre tiveram ganhos de 7,63%, 8,47% e 11,02%, respectivamente, em meio a um verdadeiro rali nas ações de grandes empresas de tecnologia.

“Se você comparar o desempenho das empresas da nova economia com as da velha economia, verá que os resultados são muito diferentes”, diz Luiz Constantino, gestor de ações da Opportunity.

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Já a composição da carteira teórica do Ibovespa é bem menos diversa. A presença de empresas ligadas de alguma forma à tecnologia é muito menor. As varejistas eletrônicas estão lá, mas o peso maior fica com Petrobras, Vale e bancos.

“As instituições financeiras foram muito penalizadas pela pandemia. Os bancos tiveram que fazer provisões para créditos duvidosos e tudo isso foi precificado pelo mercado, que corrigiu para baixo o valor das ações”, diz João Guilherme Penteado, CEO e estrategista da Apollo Investimentos.

Ibovespa tem correlação com exterior, mas fatores internos pesam

Ricardo França, da Ágora Investimentos, explica que a bolsa brasileira não deixa de ser influenciada por acontecimentos externos, como as expectativas para a sucessão presidencial norte-americana. Mas essa correlação é mais intensa no curto prazo.

“Quando se abre o horizonte de tempo, a Bolsa tem comportamento distinto das outras. O Brasil segue uma agenda própria, caminha com sua pauta de reformas e ajustes. O Ibovespa tem condições de ter um movimento positivo independentemente do cenário externo”, diz.

Aliás, a importância dessa pauta interna não deve ser desprezada. A relevância do problema fiscal do País é tamanha que o Ibovespa acaba não conseguindo acompanhar os movimentos positivos do exterior. “O risco fiscal é muito alto e, em um ambiente de medo, o capital foge do Brasil para mercados mais seguros. É por isso que o preço da Bolsa daqui não se recuperou como as de fora”, explica Penteado.

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Pedro Serra, gerente de research da Ativa Investimentos, ressalva que as empresas listadas no Ibovespa não são um retrato fiel da economia brasileira.

“Ali estão a Vale, uma multinacional de dar inveja, a Petrobras, que vai muito bem, bancos sólidos, as melhores empresas de varejo. Quando você olha o cenário macro, a recuperação dessas empresas, que têm uma vantagem competitiva maior, é muito melhor que a das demais”, pondera.

O que vem por aí

O rumo que as bolsas mundiais vão seguir até o final do ano depende de fatores como a descoberta de uma vacina contra a covid-19, que afaste a ameaça de uma nova paralisação das economias, e as eleições presidenciais nos Estados Unidos.

“Os estudos para vacinas estão avançando e uma solução deve chegar em breve. A covid-19 já começa a pesar menos”, diz Constantino. “Sobre a eleição americana, o mais importante para o mercado é que o candidato democrata que venceu as primárias foi o Joe Biden e não o Bernie Sanders, que tem posições políticas mais radicais. De Donald Trump para Biden, não há uma variação tão ampla”, opina.

Penteado afirma que a valorização das empresas de tecnologia pode ser irreal, inflada artificialmente pelo excesso de liquidez do mercado. “Nem todo mundo percebeu que o mundo voltará ao normal. E, quando isso acontecer, a bolha pode estourar”, diz.

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O estrategista da Apollo vê potencial para a retomada de preços da bolsa brasileira, mesmo com problemas como a questão fiscal. “O Brasil em dólar está mais barato. Até o fim do ano, vejo a Bolsa acima do preço atual. A vacina dará mais ânimo ao mercado, assim como medidas que tentem endereçar a questão fiscal para 2021”, prevê.

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