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EUA: empresas de alto risco correm para reduzir seus custos de empréstimos

O movimento, contudo, antecede qualquer ação do Federal Reserve para fazer um corte nas taxas de juros

Por Estadão Conteúdo

19/01/2024 | 16:28 Atualização: 19/01/2024 | 16:28

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

As empresas com classificações de crédito baixas estão correndo para reduzir seus custos de empréstimos, mesmo antes de o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) fazer um único corte nas taxas de juros.

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Até a manhã de quinta-feira (19), empresas como a SeaWorld Entertainment e a Dave & Buster’s haviam solicitado aos investidores que cortassem as taxas de juros de cerca de US$ 62 bilhões em empréstimos com grau de sub investimento em janeiro – o maior total mensal em três anos, de acordo com o PitchBook LCD.

Os ajustes nas taxas são o produto de uma ampla recuperação das ações e dos títulos que começou no final do ano passado, quando os investidores ficaram mais otimistas de que um período de inflação alta, que durou anos, estava chegando ao fim sem nenhum sinal de uma recessão iminente.

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Os preços dos chamados empréstimos alavancados, que geralmente são usados para financiar aquisições de empresas de capital privado, subiram, em parte, porque a desaceleração desses negócios levou à falta de novos empréstimos no mercado. Os investidores do setor estão dispostos a aceitar taxas mais baixas em alguns empréstimos, ao invés de abrir mão deles. “É um sinal de força do mercado o fato de os emissores conseguirem fazer isso”, afirmou o gerente de portfólio de alto rendimento da T. Rowe Price, Kevin Loome.

No geral, os investidores aprovaram reduções de taxas para cerca de US$ 35 bilhões em empréstimos até o momento neste mês, com mais US$ 27 bilhões aguardando aprovação e outras reprecificações ainda sendo propostas em um ritmo constante.

A parcela de empréstimos negociados no valor nominal ou acima dele atingiu mais de 40% no início deste ano, ante 5% no final de outubro. No final de dezembro, havia cerca de US$ 250 bilhões em empréstimos para empresas com classificação B simples e B dupla negociados nesse nível e com idade suficiente para serem refinanciados sem penalidade, de acordo com o PitchBook LCD.

Fonte: Dow Jones Newswires

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