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Educação Financeira

Por que o IPCA+ 6% chama tanta atenção do mercado

Oportunidade é vista como rara, mas é preciso ponderar antes de ir às compras

Por Gabriel Serpa

05/06/2024 | 7:43 Atualização: 05/06/2024 | 7:43

O segmento de títulos de renda fixa do Tesouro Direto que apresentou o melhor desempenho em maio foi os indexados ao IPCA. (Imagem: Rmcarvalhobsb em Adobe Stock)
O segmento de títulos de renda fixa do Tesouro Direto que apresentou o melhor desempenho em maio foi os indexados ao IPCA. (Imagem: Rmcarvalhobsb em Adobe Stock)

As atenções de investidores, nas últimas semanas, estão voltadas aos títulos do Tesouro Direto. Com o recente avanço da curva de juros futuros no Brasil, títulos públicos como o Tesouro IPCA+ passaram a oferecer rendimentos reais superiores aos 6% ao ano, pela primeira vez em 2024.

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A oportunidade é vista pelo mercado como rara. Por consequência, gera interesse e alvoroço entre aqueles que podem surfar essa onda. Isso porque o retorno é considerado como ‘juros de crise’. Em outras palavras, são taxas atrativas, especialmente a longo prazo, podendo ser aliadas para quem almeja um plano de aposentadoria ou deseja por em prática um projeto mais ambicioso.

Considerando os últimos cinco anos, foram poucos os períodos em que houve oferta de taxas reais pagando acima de 6% ao ano. A avaliação é da especialista em mercado de capitais, Jaqueline Kist. Ao comparar com títulos que retornam 1% ao mês, o ganho do IPCA+ 6% ganha os holofotes.

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Um exemplo prático: o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação nacional, registrou variação mensal de 0,83%, em fevereiro de 2024. Aquele investidor que obteve ganho nominal de 1% ao mês auferiu, na realidade, lucro real de 0,17%. Na faixa dos 6% ao ano, oferecidos pelo Tesouro, o retorno real mensal fica em torno de 0,49% — acima da inflação.

É importante ressaltar que esses títulos entregam aquilo que prometem, desde que o investidor os mantenha até o vencimento. Sendo objetivo: que ele cumpra o contrato firmado. Ninguém está isento de contratempos e imprevistos financeiros que obriguem o investidor vender o título antes do tempo. Mas, nesses casos, as variações do mercado podem ser implacáveis e a chance de prejuízo é real.

Aqui vai outro exemplo prático: pense em alguém que comprou em 2022 um Tesouro IPCA+ com vencimento para 2030, com juros reais de 4% ao ano. Se chegar ao término do contrato, o rendimento será aquele previsto — a variação da inflação no período + 4% ao ano.

Contudo, se por algum acaso esse investidor precisasse vender seu título hoje, o cenário indica que ele teria perdas. Isso porque os títulos estão sendo negociados com taxas superiores a 6% de juro real ao ano. Percebe? Os contratos com juros atuais estão remunerando mais do que aqueles 4% ao ano, contratados em 2022. Não haveria razão para comprar esse título (não a um preço vantajoso).

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É verdade que o contrário também poderia ocorrer: se as taxas de juros futuros caíssem e o título comprado no passado estivesse remunerando mais do que os contratos do presente, ele poderia ser negociado com uma valorização extra. Mas esse tipo de risco quase ninguém está disposto a assumir, sem ao menos ponderar antes de tomar uma decisão.

Assim, o mais recomendado é que antes de adquirir qualquer produto, o investidor busque o aconselhamento de profissionais capacitados, da área de finanças. Além de apontarem o perfil de cada pessoa (e os ativos mais adequados), um assessor de investimentos pode ajudar a entender as necessidades e urgências que tem o cliente.

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