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Mercado

Para onde vai a cotação do dólar em setembro? Veja o que esperar

Entenda as forças que estão em jogo e podem levar o preço da moeda americana para cima ou para baixo antes de se posicionar; câmbio acumula baixa de 0,57% em agosto

Por Murilo Melo

30/08/2024 | 3:00 Atualização: 31/08/2024 | 9:30

Gabriel Galípolo, indicado à presidência do Banco Central. Juros de Brasil e EUA podem impactar no dólar em setembro. (Imagem: Pedro França/Agência Senado)
Gabriel Galípolo, indicado à presidência do Banco Central. Juros de Brasil e EUA podem impactar no dólar em setembro. (Imagem: Pedro França/Agência Senado)

As previsões dos analistas financeiros para setembro indicam que o mercado permanecerá volátil, com os investidores monitorando de perto as decisões dos bancos centrais, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ou uma mudança inesperada na taxa básica de juros, a Selic, pelo Banco Central (BC) podem influenciar a cotação do dólar. Em agosto, até o encerramento do pregão desta quinta-feira (29), a moeda americana acumula recuo de 0,57%.

Leia mais:
  • O que o mercado espera do indicado de Lula para comandar o BC
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  • Dólar a R$ 7? Entenda por que isso não deve acontecer tão cedo

No cenário doméstico entram nessa conta a recente declaração do presidente do BC, Roberto Campos Neto, de que o dólar não está mais descolado dos fundamentos econômicos e que a autoridade monetária está comprometida a fazer o que for necessário para alcançar a meta de inflação, independentemente de quem estará na presidência daqui a quatro meses, quando o mandato dele chegar ao fim.

Seu provável sucessor, Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quarta-feira (28), comentou que a principal dificuldade enfrentada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) não está na necessidade de aumentar os juros, mas, sim, em lidar com a inflação acima da meta e as expectativas dos preços perdendo a âncora. Galípolo também enfatizou que a autonomia do BC não significa agir de forma arbitrária.

No ambiente internacional, o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, no Simpósio Econômico de Jackson Hole no último dia 23, sinalizou uma mudança para uma postura mais dovish, que para o mercado significa um comportamento favorável a cortes de juros na política monetária do banco central americano.

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Powell sugeriu que o Fed está disposto a reduzir as taxas de juros, alinhando-se às expectativas do mercado sobre uma série de cortes. Suas declarações indicam que o foco do banco, que antes estava equilibrado entre estabilidade de preços e pleno emprego, está agora mais voltado para o apoio ao mercado de trabalho, apesar da inflação estar próxima da meta de 2% estabelecida pelo Fed. No discurso, Powell não desafiou as expectativas do mercado sobre múltiplos cortes nas taxas.

  • Leia mais: O que dizem as gestoras que “puxaram a fila” da Selic em 12% ao ano? 

Para Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, o simpósio de Jackson Hole gerou expectativas de cortes nas taxas de juros nos Estados Unidos, o que pode ajudar a valorizar as moedas emergentes. O analista prevê um possível corte de 25 pontos-base, mas, caso haja um de corte de 50 pontos-base, segundo ele, muito dificilmente o mercado verá outra redução na sequência de 50 pontos-base.

Além disso, a análise sugere que uma desaceleração econômica organizada nos EUA pode permitir cortes de juros mais responsáveis e menos preocupantes. Spiess acredita que há espaço para entender um vetor de apreciação do real em setembro, muito por conta da queda da taxa de juros. “Se os dados em relação ao mercado de trabalho vierem muito pior do que o esperado, o corte poderá ser ainda maior — o que fará o dólar perder força”, afirma o diretor de c+âmbio da Ourominas, Elson Gusmão.

As tensões geopolíticas, incluindo a guerra na Ucrânia e as relações comerciais entre os EUA e a China, estão influenciando a valorização do dólar, explica Gusmão. Ele lembra que o câmbio se valoriza em tempos de guerra por ser considerado um dos ativos mais seguros, assim como o ouro. Além disso, a situação no Oriente Médio contribui para a busca por ativos seguros, fortalecendo o dólar em meio a incertezas globais.

Entre os dados econômicos mais monitorados pelos investidores, o próximo relatório Payroll será o dado a ser mais observado pelos investidores, conforme Gusmão. O documento, sobre o mercado de trabalho dos EUA, pode fornecer um direcionamento sobre a futura política monetária e a saúde econômica americana, impactando diretamente o valor do dólar.

Cenário doméstico: o que esperar do câmbio no Brasil?

O mercado cambial brasileiro pode experimentar uma valorização do real frente ao dólar nos próximos meses, segundo Spiess. Em uma análise detalhada, ele diz que, apesar das dificuldades em fazer uma previsão do câmbio com precisão, as condições atuais favorecem uma possível apreciação da moeda brasileira.

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O estrategista aponta que o Banco Central enfrenta desafios relacionados às suas decisões de política monetária. A recente alta do dólar, que atingiu R$ 5,80 em agosto devido a tensões internacionais e internas, gerou um endurecimento nas declarações do BC. No entanto, o analista considera que a elevação da taxa Selic pode ser inevitável para ancorar as expectativas de inflação e fortalecer a credibilidade da autoridade monetária. “De um lado a gente teve um BC que está tentando retomar a sua confiança para com o mercado. Parte desse trabalho já foi muito bem feito. Mas a cicatriz fica depois daquele maio de divisão na votação“, pontua.

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Spiess sugere que o BC deve considerar um aumento de 25 pontos-base na Selic, possivelmente duas vezes até novembro. Isso, segundo ele, poderia ser uma estratégia para permitir cortes futuros mais cedo, sem comprometer a estabilidade do câmbio e a confiança do mercado. Atualmente, a Selic está a 10,50% ao ano.

Os principais riscos identificados por Spiess incluem a possibilidade de o Banco Central não agir conforme esperado e as frustrações em relação à contenção fiscal no Brasil. A falta de avanço na reforma fiscal poderia afetar negativamente a confiança no real, apesar das condições internacionais favoráveis. “É um problema estrutural do Brasil. A gente sabe que o governo não vai resolver esse problema, mas a gente espera que, pelo menos, seja empurrado pela barriga até 2026, quando outra dinâmica pró-mercado possa vir aparecer, como possível, para ajeitar as contas públicas do País”, afirma.

O câmbio no Brasil com a entrada de capital estrangeiro

Com a taxa Selic já em níveis elevados e especulações sobre uma possível alta futura, o mercado financeiro brasileiro continua atraente para investidores internacionais, analisa o sócio-fundador da Essentia Consulting, Acilio Marinello. O aumento na Selic pode tornar o Brasil ainda mais interessante para esses investidores, uma vez que as taxas de juros elevadas podem compensar o custo do risco Brasil. No entanto, apesar da entrada de capital estrangeiro e do recorde de alta no Ibovespa, o dólar em setembro deve permanecer estabilizado entre R$ 5,40 e R$ 5,50, não refletindo uma redução esperada.

A análise de Acilio Marinello revela que, normalmente, o aumento da Selic atrai mais dólares para o mercado local, aumentando a oferta e, teoricamente, reduzindo a taxa de câmbio. Contudo, o impacto desse influxo de capital não tem sido evidente recentemente. “Embora a teoria sugira que o aumento da Selic deveria levar a uma redução do câmbio, isso não tem se materializado nas últimas semanas”, observa Marinello.

Segundo ele, a conjuntura política e econômica do Brasil, como a velocidade das reformas e as discussões sobre o Imposto sobre Valor Agregado (IVA), no âmbito da reforma tributária, ajudam a influenciar no câmbio. A atual incerteza em relação às reformas tributárias e às questões orçamentárias internas mantém os investidores cautelosos, o que pode contribuir para a manutenção do dólar em níveis elevados.

  • Previdência privada pode virar herança e ter imposto. Ainda vale investir?

Para o próximo mês, o analista macroeconômico da AF Invest, Marcos Freitas, acredita que o cenário apresenta mais vetores positivos para o real do que negativos. “Se o Copom continuar com a alta de juros e os EUA realizarem cortes nas taxas, o diferencial de juros favorável ao Brasil pode fortalecer ainda mais o real”, diz ele. Conforme o estrategista, a inflação no Brasil está prevista para cerca de 4% e o Produto Interno Bruto (PIB) está sendo revisado para cima, indicando um cenário de aceleração econômica que pode reduzir a pressão sobre o dólar.

Riscos no câmbio

No entanto, Freitas alerta para possíveis riscos. “Uma possível não consolidação do cenário de alta de juros pelo Copom ou uma queda significativa nos preços das commodities pode afetar negativamente o real,” diz ele. A deterioração nas condições da balança comercial, exacerbada por uma China fraca e uma desaceleração global, explica, pode impactar negativamente a moeda brasileira, fortalecendo o dólar em um cenário de aversão ao risco.

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Já para setembro, o diretor de câmbio da Ourominas, Elson Gusmão, projeta uma inflação de 4,25% e um crescimento do PIB de 2,43% no Brasil. Ele observa que o sentimento dos investidores, incluindo a aversão ao risco e a busca por rendimento, também afeta a cotação do dólar. “Sempre que há uma maior entrada de dólares, a tendência é o preço baixar. Se houver maior saída, aumentar”, diz.

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