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Boletim Focus prevê inflação acima da meta à espera da decisão de juros

Na quarta-feira, o Copom divulga sua decisão de política monetária ao mercado. Confira as apostas do relatório

Por Cicero Cotrim

04/11/2024 | 8:59 Atualização: 04/11/2024 | 10:23

O Boletim Focus atualizou as previsões para os principais indicadores da economia. (Foto: Adobe Stock)
O Boletim Focus atualizou as previsões para os principais indicadores da economia. (Foto: Adobe Stock)

A mediana do boletim Focus para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2024 subiu pela quinta semana seguida, de 4,55% para 4,59%, mantendo-se acima do teto da meta de inflação, de 4,50%. Um mês antes, ela estava em 4,38%.

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Considerando apenas as 109 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a previsão passou de 4,55% para 4,60%. Se essa projeção se confirmar, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, vai terminar a sua gestão escrevendo a terceira carta aberta para explicar o descumprimento da meta.

No início do ano que vem, Campos Neto será substituído na presidência da instituição pelo diretor de Política Monetária, Gabriel Galípolo, indicado ao cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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A mediana para a inflação de 2025 oscilou de 4,0% para 4,03%, mais próxima do teto, de 4,50%, do que do centro da meta, de 3%.

A partir do ano que vem, a meta será contínua, apurada com base no IPCA acumulado em 12 meses. Se ela ficar acima ou abaixo do intervalo de tolerância por seis meses consecutivos, o BC terá descumprido o alvo. Considerando as 108 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana para o IPCA de 2025 passou de 4,0% para 4,07%.

A mediana para a inflação de 2026 voltou a se distanciar da meta, passando de 3,60% para 3,61%, após quatro semanas de estabilidade. A estimativa intermediária para 2025 se manteve em 3,50%, como já está há 70 semanas.

O Comitê de Política Monetária (Copom), que se reúne entre terça (5) e quarta-feira (6) para definir a taxa Selic, considera o segundo trimestre de 2026 como horizonte relevante da política monetária.

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O colegiado esperava um IPCA de 3,50% nos quatro trimestres fechados nesse período, no cenário com a taxa Selic do Focus e dólar começando em R$ 5,60 e evoluindo conforme a paridade do poder de compra (PPC). Também no cenário de referência, o Banco Central espera que o IPCA termine 2024 em 4,30% e desacelere a 3,70% em 2025.

Previsões do Focus para a Selic

A mediana do relatório Focus para a taxa Selic no fim de 2024 se manteve em 11,75% pela quinta semana consecutiva, consolidando a avaliação do mercado de que o Copom aumentará os juros em 0,5 ponto porcentual nas suas duas próximas reuniões.

Considerando apenas as 91 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa intermediária para a Selic também se manteve em 11,75%. Na sua última decisão, de 18 de setembro, o Copom aumentou os juros em 0,25 ponto porcentual, de 10,50% para 10,75%.

As medianas para a Selic em prazos mais longos subiram, indicando que o Banco Central terá um espaço limitado para cortar juros nos próximos anos, em meio à desancoragem das expectativas, atividade forte e disparada do dólar.

A mediana para 2025 subiu de 11,25% para 11,50%. Considerando apenas as 90 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 11,25% para 11,75% – o mesmo nível esperado para o fim de 2024.

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A estimativa intermediária do boletim Focus para a Selic no fim de 2026 subiu de 9,50% para 9,75%, interrompendo uma sequência de nove semanas de estabilidade. A mediana para os juros no fim de 2027 passou de 9,0% para 9,25%, após 23 semanas de estabilidade.

* Com informações do Broadcast

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