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Investimentos

Se o corte de gastos não for eficaz, o dólar pode chegar a R$ 7, diz Monte Bravo

Alexandre Mathias, estrategista-chefe da corretora, mapeou os cenários possíveis após o anúncio de ajuste fiscal do governo. Confira!

Por Daniel Rocha

11/11/2024 | 18:59 Atualização: 11/11/2024 | 19:35

Alexandre Mathias é estrategista-chefe da corretora Monte Bravo (Foto: Monte Bravo)
Alexandre Mathias é estrategista-chefe da corretora Monte Bravo (Foto: Monte Bravo)

O mercado aguarda há semanas o anúncio das medidas de cortes de gastos, prometidas pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad para resgatar a credibilidade do governo em controlar as contas públicas. A expectativa é de que a proposta seja apresentada nesta semana após reuniões da equipe econômica com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e membros do Congresso. Enquanto esse alinhamento não é definido, o Ibovespa – principal índice da B3 – opera com perdas de 5% em 2024 diante das incertezas sobre o futuro do ambiente doméstico.

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Alexandre Mathias, estrategista-chefe da corretora Monte Bravo, acredita que há chances de que as medidas de ajuste no orçamento público possam atender as demandas do mercado. A análise do especialista se baseia no custo político que o governo terá de pagar no futuro caso insista em manter o descontrole fiscal. “Se não tivermos um ajuste fiscal crível, o dólar vai para R$ 6, depois para R$ 6,50, até chegar a R$ 7. Quando o câmbio sobe, a inflação do País também acompanha. Então, não consigo entender como o governo pode achar esse cenário interessante”, projeta Mathias.

  • Leia mais: Risco fiscal: qual é o número mágico para acalmar os ânimos do mercado?

A vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais nos Estados Unidos (EUA) adiciona mais pressão sobre o Planalto para a eficácia do pacote. O mercado avalia que o retorno do republicano à Casa Branca pode tornar a vida dos brasileiros mais difícil já que sua agenda econômica tem potencial de fortalecer o dólar e reduzir o apetite a risco dos investidores internacionais para os mercados emergentes, como o Brasil. Ou seja, sem um ajuste crível no campo fiscal, a tendência é de que os ativos de renda variável sejam mais penalizados, enquanto os prêmios dos títulos públicos avançam.

“Se tivermos um ajuste fiscal bem elaborado, o Brasil vai conseguir conviver com um governo Trump mais radical. Então, o que vai decidir o nosso futuro é o fiscal”, ressalta o estrategista-chefe da corretora Monte Bravo. Ao E-Investidor, Mathias, executivo com passagens pelo Itaú Asset e Bradesco Asset, falou também sobre como podem ficar os investimentos após o governo anunciar as suas propostas de corte de gastos. Confira a seguir.

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E-Investidor – O dólar é um dos termômetros para medir o risco fiscal do Brasil. Se os ajustes não forem adequados, o que podemos esperar do câmbio?

Alexandre Mathias – Se não tivermos um ajuste fiscal crível, o dólar vai passar para R$ 6, depois R$ 6,50, até chegar a R$ 7 (nos próximos 12 meses). Quando o câmbio sobe, a inflação do País também acompanha. Então, não consigo entender como o governo pode achar que vai ser interessante um câmbio de R$ 7, inflação a 8% e uma economia perto da recessão. Esse cenário é horrível. A impressão que eu tenho é de que o governo carece de interlocutores que entendam de mercado financeiro, mas ainda assim tenho a convicção de que o presidente Lula vai dar a resposta que o mercado espera.

Como você avalia a postura do governo em sugerir que o ajuste fiscal é uma demanda exclusiva da “Faria Lima”?

A “Faria Lima” [avenida da cidade de São Paulo que reúne as principais corretoras e bancos de investimento do País] não tem lado. Não existe essa entidade. O que existe é um desejo legítimo de todos os participantes do mercado financeiro ganharem dinheiro. E não podemos normalizar um câmbio no patamar atual (em torno de R$ 5,73), porque esse nível reflete um risco muito alto. Nunca houve na história um país que conseguiu redistribuir a renda e promover maior equidade, agredindo a saúde do equilíbrio fiscal. Estamos repetindo os mesmos erros.

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A projeção de um dólar a R$ 7 e uma inflação a 8% já considera a agenda econômica mais protecionista de Donald Trump?

Não acho que as promessas de Trump vão ser implementadas ao pé da letra porque seriam contra os interesses dele mesmo. Acredito que o republicano vai fazer algo modulado para não causar um impacto inflacionário muito grande. Mas, para o Brasil, o que interessa é o cenário fiscal doméstico. Se o Trump for pragmático, vamos ter um cenário mais construtivo, mas ainda estaremos em uma crise. Se tivermos um ajuste fiscal bem feito, o Brasil vai conseguir conviver com um governo Trump mais radical. Então, o que vai decidir o nosso futuro é o equilíbrio fiscal.

Com um ajuste fiscal positivo, a rentabilidade dos ativos de renda fixa pode cair e mudar a direção do fluxo de capital dos investidores?

Se o corte de gastos for bem elaborado, vamos ter um choque positivo de credibilidade e voltar aos padrões de preço dentro dos níveis de normalidade. O mercado está tecnicamente pronto para essa reversão das expectativas. Só precisamos ter uma proposta fiscal favorável. A partir daí, teremos uma melhora impressionante no preço dos ativos. Por outro lado, se não tiver esse ajuste nas contas públicas, vamos ter outra rodada de deterioração.

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Em um cenário de corte de gastos razoável, como ficam os rendimentos dos títulos públicos e a performance do Ibovespa?

Se vier um ajuste fiscal positivo, o mercado vai se mover na direção de ganhos. Quem está apostando na piora fiscal vai parar de apostar. Quem tem vontade de apostar na melhora do país vai reforçar as suas apostas. Isso aconteceria em um primeiro momento. Os fluxos externos vão continuar escassos até que a equipe econômica de Donald Trump seja anunciada. Quando houver essa definição, podemos ter um fluxo estrangeiro em direção ao Brasil. Por isso, vejo que os títulos IPCA+ podem ficar com prêmios mais próximos de 6%. Já a bolsa de valores pode subir 10% até o fim do ano e mais uns 10% no primeiro trimestre. O câmbio deve voltar para R$ 5,20 após o corte de gastos.

 

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