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Investimentos

“Investidor está preso dentro dos grandes bancos”, diz CEO da Vitreo

Em entrevista exclusiva, Patrick O'Grady fala sobre os novos produtos de renda fixa da gestora

Por Isaac de Oliveira

07/04/2021 | 9:35 Atualização: 07/04/2021 | 10:00

O CEO da Vítreo, Patrick O'Brady (Crédito: Vítreo/Divulgação)
O CEO da Vítreo, Patrick O'Brady (Crédito: Vítreo/Divulgação)

Ampliando sua atuação como distribuidora de títulos e valores mobiliários (DTVM), a Vitreo aumenta seus esforços na disputa por investidores pessoa física, ainda em maior número nos grandes bancos.

Leia mais:
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Nesta quarta-feira (7), a gestora expande sua oferta de produtos de renda fixa e passa a disponibilizar Certificados de depósito bancário (CDB), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito de Agronegócio (LCA) e Letras de Câmbio (LCs). Desde o ano passado, a Vitreo oferece títulos do Tesouro Direto aos clientes.

Em entrevista exclusiva ao E-Investidor, Patrick O’Grady, CEO da Vitreo, explica que serão 20 emissores diferentes, como o Banco ABC, Banco Original, Banco Pine, BTG e BMG. Com 100 mil clientes ativos, o executivo estima alcançar pelo menos 30 mil CPFs da própria base em um ano, com investimentos nesta classe de ativos.

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“Voltamos a ter mais oportunidades na renda fixa para o cliente que pode ficar um tempo investido, seja em títulos públicos ou privados”, diz O’Grady. “Dependendo do prazo que o investidor está disposto a olhar, teremos na plataforma instrumentos que estão pagando cerca de 10% ao ano, um retorno bastante interessante”, avalia.

Para O’Grady, mesmo com o cenário interno conturbado pelo recrudescimento da crise, marcado pelo elevado desemprego e perda de renda da população, ainda há muito “peixe” no grande aquário que é a chamada indústria 1.0 dos investimentos, a dos grandes bancos. “A cada adversidade macroeconômica, mais pessoas acordam para ver que há vida fora do banco”, afirma o CEO da Vitreo.

Recentemente, a gestora se uniu ao Banco Inter na oferta de fundos e já começa a contabilizar alguns números da operação. Com dois fundos de criptomoedas, por exemplo, as casas contabilizaram R$ 33 milhões em aportes e 10 mil cotistas. Um terceiro fundo recém-lançado, de tecnologia, já atraiu dois mil investidores e está próximo de R$ 7 milhões em investimentos.

“Completando esse primeiro ciclo, vamos fazer uma boa avaliação do que deu certo e do que ainda pode dar. Esse será o próximo passo dessa parceria”, diz O’Grady.

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Olhando para a situação política, o executivo avalia como positiva a manifestação do empresariado brasileiro em cobrar do governo uma saída mais célere da pandemia. Já sobre a possível entrada do ex-presidente Lula na disputa eleitoral de 2022, O’Grady espera um aumento de ruído e volatilidade no mercado.

“Quando há uma polarização grande, fica mais difícil ter as alternativas de centro aparecendo. Existe esse impacto da volta do Lula, enquanto possível candidato, de polarizar demais em relação ao Bolsonaro e isso talvez dificulte uma terceira via, uma saída mais de centro”, conclui o CEO.

Confira a entrevista completa a seguir.

E-Investidor: Quais produtos serão lançados nesta quarta-feira?

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Patrick O’Grady: Já havíamos lançado o Tesouro Direto, por volta de outubro do ano passado. Foi o primeiro passo na oferta de produtos de renda fixa. Agora estamos dando o segundo passo, trazendo os produtos bancários, onde entram todos tipos de instrumentos, como CDBs, LCIs, LCAs. Na prática, para o investidor pessoa física, são diferentes formas de se expor ao mercado de renda fixa, sendo que todos eles gozam de uma mesma particularidade, que é a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Acho que esse é o elemento central.

Qual é a dimensão da operação, em termos de produtos?

Serão 20 emissores, porque é importante ter um número maior para ter bastante lastro, para oferecer diferentes opções de prazos, de indexadores, e poder maximizar tudo o que o FGC pode oferecer enquanto proteção. É legal diversificar porque tem a característica do FGC que ele só garante um máximo de R$ 250 mil por emissor. É um valor elevado para muita gente, mas quem tiver mais que isso, e quiser continuar protegido pelo FGC, é preciso diversificar em mais instrumentos, para não passar desse limite.

Há quanto tempo a empresa já estava de olho nesse segmento? Havia uma demanda por renda fixa?

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Já havia um planejamento de trazer essas funcionalidades. Quando iniciamos a operação da Vitreo DTVM, em maio do ano passado, mapeamos os produtos e serviços que queríamos oferecer e definimos uma sequência que vamos trazendo no tempo, em vez de trazer tudo de uma vez.

Qual deve ser o diferencial para entrar neste ambiente competitivo?

Por definição, o mundo das corretoras e dos bancos é um ambiente super regulado pelo Banco Central, CVM etc. Por esse motivo, tende a haver uma certa ‘commoditização’, com todo mundo oferecendo as mesmas coisas. Apesar disso, algumas funcionalidades podem ajudar o investidor pessoa física.

Uma delas, que será lançada nas próximas semanas, é um painel em que o cliente poderá acompanhar a sua exposição com o FGC. O cliente não precisa trazer os investimentos que pode ter em outras casas. Mas se ele nos informar ajudaremos a fazer esse acompanhamento, de tal forma que o investidor não ultrapasse a garantia coberta pelo FGC. Nossa ideia é também oferecer combos, para quem quer investir e diversificar entre esses produtos em um pacote só.

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Com essa nova oferta de produtos, qual marca pretendem alcançar? 

Nós batemos 100 mil clientes ativos na semana passada. Imagino que podemos ter, ao final de um ano, algo em torno de 30% de penetração, que seriam 30 mil clientes da nossa base investindo nesse tipo de produto. Naturalmente, como estamos crescendo essa base, esse número pode ser ainda mais forte no final de um ano.

Qual foi o investimento da casa nessa operação?

O investimento é principalmente em tecnologia e em recursos humanos, na ampliação do nosso quadro de profissionais. Porque nessa atividade, nesse momento inicial, estamos funcionando como um distribuidor, fazendo a ponte entre o cliente investidor e esses emissores, que precisam levantar recursos para seguir seus planos de negócio, e que captam através desses instrumentos.

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O que dá para destacar entre esses novos produtos?

Nesses últimos meses, vimos uma elevação da taxa Selic, e as preocupações do mercado como um todo em relação à questão do equilíbrio fiscal fizeram com que as taxas de prazo mais longo já subissem também. A curva ficou mais alta e mais inclinada. Então voltamos a ter mais oportunidade no mundo da renda fixa para aquele cliente que pode ficar um tempo investido, seja em títulos públicos ou privados. Dependendo do prazo que o cliente está disposto a olhar, teremos na plataforma instrumentos que estão pagando próximo de 10% ao ano, que é um retorno bastante interessante.

Com relação aos fundos em parceria com o Banco Inter, tem previsão de mais lançamento em 2021?

Começamos com os fundos da Vitreo sendo disponibilizados na plataforma do Inter. Trabalhamos dois fundos de criptomoedas, um para investidor qualificado e um para o público geral no varejo. Depois, um fundo de tecnologia, que é o Tech Select. Trouxemos um novo produto que é um co-branded, que as duas marcas montaram juntas. Na sequência, vamos ter alguns produtos da Inter Asset disponíveis na nossa plataforma. Completando esse primeiro ciclo, vamos fazer uma boa avaliação do que deu certo, do que poderia dar ainda mais certo, à luz dos números que conseguimos, e ver qual o próximo passo para essa parceria. Mas estamos bem satisfeitos até aqui.

Já tem algum balanço desses fundos que já foram lançados?

Dos fundos de cripto, houve uma captação de R$ 33 milhões e um pouco mais de 10 mil clientes do Inter que investiram nesses produtos. O Tech Select, que é mais recente, começou há poucas semanas, já atraiu dois mil investidores e próximo de R$ 7 milhões de investimento. Então, no total, a parceria com essa fase inicial já trouxe cerca de R$ 40 milhões de captação.

Como vê o cenário para os investimentos em 2021 e para a expansão da empresa, com a pandemia recrudescendo, vacinação lenta e consequente atraso na retomada econômica?

O mercado é sempre, por definição, incerto. Entendemos que o investidor tem que estar sempre preparado para cenários adversos e incertos, e ele só consegue fazer isso através da diversificação. Do nosso ponto de vista, o cenário ora mais favorável ora menos, como estamos vendo agora, não afeta o nosso plano de crescimento porque o cliente precisa estar bem assessorado, e tem sempre espaço para trazer temas novos, produtos novos.

Então nós vamos reagindo também em função das mudanças do cenário macroeconômico, porque vão acontecendo oportunidades de investimento, mais claras em um cenário em relação a outro. Ainda achamos que o investidor está muito preso dentro dos grandes bancos e mesmo as plataformas abertas não representam toda a solução que acreditamos podemos oferecer nas nossas propostas comerciais.

Dá para ficar otimista em aumentar suas bases de novos investidores, mesmo com o desemprego aumentando, a renda da população diminuindo?

Sem dúvida, uma economia mais pujante, em expansão, gera mais riqueza e esta também se traduz em mais disponibilidade para fazer investimentos. Só que o tamanho da ‘piscina’ que está na indústria 1.0 (bancos) é muito grande, mesmo que a indústria como um todo cresça um pouco menos. Brinco até que já tem muito peixe nesse aquário e acho que a cada adversidade macroeconômica dessa, mais gente acorda para ver que tem vida fora do banco.

Qual sua opinião sobre a elevação de tom do empresariado brasileiro contra o governo, cobrando mais celeridade na vacinação e fim da crise?

Acho importante. A sociedade precisa sempre se manifestar. Há diferentes formas de fazer isso dentro de um regime democrático. Essa é apenas uma delas. Estamos passando por um ano difícil. Na comparação com outros países, houve saídas da pandemia mais interessantes do que estamos vendo no Brasil, que ficou como um dos maus exemplos em relação à velocidade de recuperação. A vacina é fundamental. O que se gasta com ela é muito pequeno perto do que precisa gastar com os auxílios emergenciais, para suportar todo mundo que está precisando em um momento tão difícil quanto este. Quanto mais rápido conseguimos passar pela solução, e a solução é a vacina, menor vai ser o custo para a economia como um todo e mais vidas vamos poder salvar. Então vi de forma bastante positiva a sociedade, através dos diferentes canais que tem, não só o empresarial, se manifestando de uma maneira mais vocal.

Considerando que estamos em um ano pré-eleitoral, e com a possível volta de Lula ao cenário político, vê o fim para a crise ainda em 2021?

O ruído tende a aumentar, como é característico de qualquer ciclo eleitoral. Os dois anos finais do governo são sempre mais ruidosos do que os dois primeiros anos, quando se está mais forte pelos votos das urnas e mais distante da próxima eleição. Isso é natural, traz alguma volatilidade para o mercado.

Mas o que dá a luz no fim do túnel para mim é que já sabemos que tem solução e esta é a vacina, e já começamos ver em alguns países desenvolvidos – os EUA são um bom exemplo de país grande e relevante – onde em breve já começa a sobrar vacina, porque houve um investimento pesado e certamente contratou-se mais vacina do que gente para vacinar. E como a pandemia é global, começou na China, se espalhou pela Europa, bateu nas Américas, interessa a todos os países que este seja um problema sanado em todo o mundo.

E como vê essa possível disputa entre Lula e Bolsonaro em 2022?

A entrada de Lula aumenta a chance de ter de novo uma disputa muito polarizada entre dois extremos, entre esquerda e direita. E também não é prerrogativa só do Brasil. Estamos vendo isso em outros países lá fora, dentro da característica de cada um. Quando leva para uma polarização grande, fica mais difícil de ter as alternativas de centro aparecendo. Então tem esse impacto da volta do Lula, enquanto possível candidato, de polarizar demais em relação ao Bolsonaro e isso talvez dificultar uma terceira via, uma saída mais de centro.

O mercado iria para qual lado?

Está bem indefinido. De uma forma geral, o mercado tende a preferir uma alternativa mais de centro do que essa polarização.

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