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Dólar hoje fecha no maior valor desde outubro após Fed cortar juros nos EUA

Mais tarde, chegará a vez de o Comitê de Política Monetária (Copom) definir os rumo da Selic no Brasil

Por Beatriz Rocha

10/12/2025 | 16:11 Atualização: 10/12/2025 | 17:17

Veja o desempenho do dólar na sessão. (Foto: Adobe Stock)
Veja o desempenho do dólar na sessão. (Foto: Adobe Stock)

O dólar hoje fechou em alta, de olho nas decisões de juros do Comitê de Política Monetária (Copom) e do Federal Reserve (Fed). Nesta quarta-feira (10), a moeda americana avançou 0,6% a R$ 5,4686, depois de oscilar entre máxima a R$ 5,4906 e mínima a R$ 5,4195. Esse foi o maior valor de encerramento desde o dia 14 de outubro, então a R$ 5,47.

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Nos Estados Unidos, o Fed cortou os juros em 25 pontos-base, para a faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, conforme esperado. No cenário doméstico, projeta-se a manutenção da Selic em 15% ao ano.

Esta foi a terceira vez que o Fed reduziu os juros neste ano, após flexibilizar a política monetária em setembro e outubro. A medida não foi unânime. O diretor Stephen Miran votou para reduzir as taxas em 50 pontos base. Já Austan D. Goolsbee, presidente do Fed de Chicago, e Jeffrey R. Schmid, presidente do Fed de Kansas, votaram para manter os juros estáveis.

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Enquanto o dólar ampliou perdas no exterior após a decisão, o real caiu em relação à divisa americana. “A moeda brasileira segue pressionada pela busca de posições cambiais defensivas após o aumento das incertezas políticas com a confirmação da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. A volatilidade dos ativos domésticos, somada à curva de juros local ainda relutante em devolver prêmios, reforça o ambiente de aversão ao risco e mantém o dólar pressionado frente ao real”, avalia Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.

IPCA de novembro vem dentro do esperado

No Brasil, o mercado ainda acompanhou a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou novembro com alta de 0,18%, ante uma elevação de 0,09% em outubro. O resultado veio idêntico à mediana das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast. O intervalo das projeções oscilava entre avanços de 0,16% e 0,26%.

O principal impacto de alta no índice veio do subitem passagem aérea, que subiu 11,9%, com peso de 0,07 ponto percentual. Outras influências foram a energia elétrica residencial, que avançou 1,27%, puxada por reajustes tarifários em algumas concessionárias, e hospedagem, no grupo Despesas Pessoais.

“No geral, foi um número sem novidades relevantes na composição, reforçando a continuidade do processo de desinflação gradual, mas com pontos de atenção, como o elevado patamar da inflação de serviços intensivos em mão de obra”, afirma Mariana Rodrigues, economista da SulAmérica Investimentos.

Já André Valério, economista sênior do Inter, avalia que o resultado de novembro confirma um quadro benigno para a inflação, com núcleos cedendo e mostrando maior acomodação. “Nesse contexto, aumentam as chances de o IPCA encerrar 2025 dentro da meta, e vemos condições favoráveis para que o Copom inicie o ciclo de cortes já na reunião de janeiro. Esperamos que a comunicação da decisão de hoje traga sinais nessa direção”, destaca.

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