O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) divulgou nesta quarta-feira (25) uma atualização dos pagamentos das garantias em andamento na instituição referente às liquidações bancárias do conglomerado do Master, do Will Bank e do Banco Pleno.
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O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) divulgou nesta quarta-feira (25) uma atualização dos pagamentos das garantias em andamento na instituição referente às liquidações bancárias do conglomerado do Master, do Will Bank e do Banco Pleno.
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No conglomerado Master, que considera os bancos Master e Master de Investimento, além do Letsbank, 692 mil pessoas já receberam o pagamento da garantia. Isso representa 89% do número total de credores, diz o FGC. Até o momento, já foram pagos R$ 39,2 bilhões; cerca de 96% do valor total a ser devolvido pelo segurador neste caso.
Há ainda 15 mil pessoas com o pedido de garantia em processamento.
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O pagamento a credores do Banco Pleno, a última das instituições a ser liquidada pelo Banco Central, em fevereiro, foi iniciado nesta segunda-feira (23). Segundo o FGC, 74 mil pessoas já foram ressarcidas, o equivalente a 49% do total. O pagamento chega a R$ 2,5 bilhões, 53% do valor total a ser pago neste caso.
O Will Bank é o caso mais complicado. A fintech foi liquidada pelo BC em janeiro deste ano, mas ainda não enviou ao FGC a lista completa de credores para que seja iniciado o pagamento, estimado em R$ 6,3 bilhões.
Desde 13 de fevereiro, o FGC vem antecipando as garantias para credores que eram clientes diretos do Will Bank e que possuíam valores a receber de até R$ 1 mil. Nestes casos, em que o processo está sendo realizado pelo aplicativo do Will Bank, já foram pagos R$ 124,7 milhões, o que representa 70% do montante dos R$ 178 mi em antecipações estimado pelo segurador.
Em termos de números de beneficiários, mais de 1 milhão credores já receberam os valores, o que corresponde a 18% do total de 6 milhões de pessoas que atendem aos requisitos para receber a antecipação da garantia.
No total, os investidores têm até cinco anos para solicitar a cobertura ao FGC, contados a partir da data da intervenção ou liquidação de cada caso. Esse é o passo a passo para reaver o dinheiro:
O FGC reforçou o alerta sobre possíveis tentativas de fraude. O Fundo destaca que não cobra qualquer taxa para efetuar o pagamento das garantias, não antecipa valores, não transfere créditos garantidos e não utiliza intermediários. Além disso, não realiza contato com clientes por WhatsApp ou SMS, orientando que os canais oficiais são o aplicativo, telefone, e-mail e redes sociais.
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