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Direto da Faria Lima

Com crédito privado, Asset 1 triplica patrimônio e dribla crise dos multimercados

Casa nasceu multiestratégia, cresceu com multimercados e agora vê no crédito o motor da retomada

Por Luíza Lanza

08/05/2026 | 9:29 Atualização: 08/05/2026 | 9:29

Marcelo Fatio, CEO e fundador da Asset 1 (Foto: Asset 1/Arte: Victoria Fuoco)
Marcelo Fatio, CEO e fundador da Asset 1 (Foto: Asset 1/Arte: Victoria Fuoco)

A Asset 1 voltou a crescer — e o crédito privado é o principal responsável por isso. Desde novembro, o patrimônio sob gestão triplicou e chegou a R$ 2,7 bilhões, recolocando a gestora perto do pico histórico.

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A retomada vem em meio a um cenário ainda desafiador para os multimercados, estratégia que marcou o início da casa, mas que segue pressionada na indústria. Hoje, é o crédito que concentra a maior parte da captação e sustenta a nova fase da gestora.

A trajetória da Asset 1 reflete um movimento mais amplo da indústria. Após anos de resgates bilionários em multimercados e ações, muitas gestoras tiveram de diversificar suas estratégias — e o crédito privado virou o principal destino desse fluxo.

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Marcelo Fatio, CEO e fundador, diz que o movimento da casa não foi exatamente uma guinada, mas a execução de um plano original. A gestora foi criada em 2020, após sua saída da Itaú Asset, com a proposta de ser multiestratégia — estrutura que, segundo ele, permite atravessar diferentes ciclos de mercado. Não por acaso, o negócio não leva o nome de um fundo principal, como acontece com muitas assets no mercado.

O fundo multimercado refletiu a expertise do time fundador — especialmente do CIO Marcello Siniscalchi — e foi o principal motor de crescimento inicial. A estratégia levou a casa ao pico de R$ 2,9 bilhões no fim de 2021, mas também esteve no centro da queda que reduziu o patrimônio a cerca de R$ 400 milhões em 2024.

O turnaround da empresa começou naquele ano. A estratégia de renda fixa ativa foi lançada a pedido de um alocador e, meses depois, estruturou sua área de crédito privado com a contratação do time de crédito Brasil da Schroders.

O movimento coincidiu com uma mudança relevante no mercado. Com juros elevados, investidores migraram em massa para o crédito privado. Dados da Anbima mostram que o número de fundos com exposição a crédito cresceu 49% naquele ano, passando a representar 7% da indústria. Desde então, a classe se consolidou como principal motor de captação para muitas gestoras.

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Na Asset 1, não foi diferente. O crédito rapidamente se tornou o principal vetor de crescimento e hoje responde por R$ 2,4 bilhões dos R$ 2,7 bilhões sob gestão.

O time é liderado por Daniel Palaia, que adota uma postura mais conservadora em meio aos primeiros sinais de deterioração no crédito. O cenário, segundo ele, lembra outros momentos de estresse, como 2016 no impeachment da presidente Dilma Rousseff e o episódio da Americanas, em 2023: juros elevados, famílias pressionadas e impactos começando a aparecer nas empresas.

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“Não é uma crise generalizada, mas exige cautela”, afirma Palaia. “Temos reduzido exposição a empresas mais alavancadas e evitado concentração excessiva. Também trabalhamos com prazos mais curtos em setores mais cíclicos.”

Os fundos mantêm níveis elevados de caixa, ao redor de 40%, o que dá flexibilidade tanto para enfrentar eventuais resgates quanto para aproveitar oportunidades em caso de abertura de spreads.

Nova visão para multimercados

Desde que a indústria de fundos multimercados começou a sangrar, em meados de 2022, o mercado pondera se a classe vai voltar algum dia a representar a mesmo parcela que um dia correspondeu da carteira de investidores. Hoje, com anos de performance ruim em boa parte dos fundos e a concorrência do crédito isento, investidores têm mostrado baixo apetite pela classe. O custo do produto, o famoso “2 com 20”, também afasta.

Para Marcelo Fatio, a “fatia da pizza” de alocação será menor, mas os multimercados ainda vão exercer um papel importante na carteira. Especialmente aqueles produtos com maior risco, a aposta da gestora para o futuro da indústria.

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“O multimercado é uma estratégia super atrativa, com potencial de proporcionar ganhos aos investidores em diferentes cenários, então sempre terá um pedaço na pizza. Mas, na nossa visão, se os ativos de renda fixa estão levando parte dos recursos, as estratégias multimercado precisam ter maior risco”, diz o CEO.

A aposta da Asset 1 é em produtos com mais risco e potencial de retorno. No fim de 2023, a gestora lançou o A1 Hedge Plus, versão mais turbinada do flagship A1 Hedgel.

A carteira dos fundos é composta pelas mesmas posições, mas o Plus tem peso dobrado. A volatilidade do multimercado tradicional da casa roda em torno de 4% e 6%; do fundo mais recente, fica entre 8% e 12%.

Isso se traduz em retorno: em uma janela de 24 meses, até abril, o A1 Hedge Plus rendeu 37,95%, um dos melhores resultados da indústria de multimercados. O A1 Hedge deu 29,97, ainda acima do CDI de 27,78% do período.

O fundo é para investidores qualificados e a gestora não tem o objetivo de torná-lo enorme, justamente para que o tamanho não atrapalhe a gestão. O foco é manter uma estrutura especializada, nichada, para garantir consistência no médio e longo prazo. E usar o bom retorno para voltar a captar.

O movimento já começou. A gestora voltou a registrar entrada de recursos nos multimercados, embora avalie que uma janela mais favorável ainda depende de maior estabilidade no cenário macro.

Na visão de Fatio, a combinação de menor volatilidade externa e maior previsibilidade na política econômica brasileira pode destravar o fluxo para ativos de risco.

“Quando isso acontecer, os multimercados voltam para o radar”, diz. “E quem estiver bem posicionado vai capturar esse movimento.”

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