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Comportamento

Como investir por influência ou impulso impacta o seu bolso

'Fear of missing out' e 'you only live once' são conceitos comportamentais que interferem em diferentes áreas da vida, inclusive na forma de lidar com dinheiro e investimentos

Por Rebeca Soares

12/10/2021 | 5:00 Atualização: 11/10/2021 | 17:13

Conselheira do Federal Reserve de Chicago diz que o movimento de short squeeze nas ações da GameStop (GME) foi consequência do comportamento "Yolo", ou seja, alocação em produtos financeiros com base em postagens online que expressam exuberância por certo ativos, que não estão vinculados a notícias ou fundamentos do mercado. (Foto: Dado Ruvic/Reuters)
Conselheira do Federal Reserve de Chicago diz que o movimento de short squeeze nas ações da GameStop (GME) foi consequência do comportamento "Yolo", ou seja, alocação em produtos financeiros com base em postagens online que expressam exuberância por certo ativos, que não estão vinculados a notícias ou fundamentos do mercado. (Foto: Dado Ruvic/Reuters)

Em algum momento, ao navegar pelas redes sociais, é possível que as expressões em inglês fear of missing out (Fomo) e you only live once (Yolo) tenham surgido na tela. São conceitos comportamentais que interferem em diferentes áreas da vida, inclusive na forma de lidar com dinheiro e investimentos. Por isso, especialistas alertam sobre os riscos.

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O primeiro conceito, Fomo, refere-se ao medo de estar de fora de alguma tendência, enquanto o segundo, Yolo, significa a alta disposição a tomar riscos com o objetivo de aproveitar o tempo de vida. Os conceitos são utilizados e estudados por profissionais especializados em comportamento para compreender diferentes relações humanas, entre elas, as escolhas direcionadas à gestão financeira.

Que operações com dinheiro abala o psicológico e causa ansiedade em muitos investidores, não é novidade. Entretanto, com a globalização de informações nas redes sociais, é possível que o conteúdo publicado por amigos, influenciadores e instituições impactem ainda mais negativamente.

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O mercado financeiro muda constantemente e, por isso, essas alterações podem gerar ansiedade, especialmente porque, muitas vezes, os investidores desejam tanto estar por dentro das novidades, que começam a investir mesmo sem ter o conhecimento necessário de produtos, Bolsa de Valores, fundos de investimento, criptomoedas, por exemplo.

Influência comportamental na gestão financeira

De acordo com Andressa Siqueira, especialista em investimentos da Magnetis, o Fomo é um detrator do patrimônio, já que as pessoas que estão sob essa influência andam na contramão dos objetivos. “Basicamente, a pessoa segue ondas que vão surgindo no mercado financeiro e não foca no que ela realmente precisa para atingir as metas”, explica.

Siqueira explica que é muito comum ouvir de investidores a indagação sobre qual ativo é o melhor, com maior rentabilidade e garantia. “O que eu sempre respondo é que não existe um ativo mágico, mas cada pessoa tem um perfil que vai direcionar à melhor escolha. Quem acaba seguindo fluxos desalinhados, perde dinheiro”, destaca.

Siqueira aponta que existem duas explicações mais comuns para o fenômeno do Fomo. A primeira é chamada de inércia de análise. “Com tantas informações existentes, a pessoa fica receosa de avaliar todos os prós e contras de forma minuciosa, o que resulta em uma escolha por influência e impulso por não conseguir tomar uma decisão”, aponta.

Outra razão é a influência geracional, mas que mesmo o termo sendo novo, advindo com a internet, o comportamento não é recente. “Atualmente, com todo o conteúdo disponível, isso foi potencializado de forma que conseguimos ver os efeitos mais evidenciados nos usuário mais assíduos na redes, comumente, os mais jovens”, explica.

Os comportamentos influenciam o mercado?

Em relação ao Yolo, com tradução literal para “você só vive uma vez”, é comum ser praticado por investidores mais jovens, que são usuários intensos de redes sociais e fóruns, abrangendo a influência do comportamento.

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Segundo artigo de Maggie Sklar, conselheira de Política e diretora de engajamento Internacional do Federal Reserve Bank of Chicago, o movimento de short squeeze nas ações da GameStop (GME), no início deste ano, foi consequência desse comportamento de investidores.

Na prática, ela explica que no mercado financeiro o conceito é usado para se referir a investidores de varejo que alocam as economias em produtos financeiros com base em postagens online que expressam exuberância por certo ativos, que não estão vinculados a notícias ou fundamentos do mercado.

Para Skalar, é necessária uma reavaliação de normas e leis para evitar que movimentos do tipo afetem o mercado como um todo.

Psicologia e economia

Cesar Rocha, pesquisador do pós-doutorado de psicologia da USP, explica que o medo de estar de fora de alguma tendência dos investimentos provoca nos investidores o efeito de aversão a perdas.

Ao observar prejuízo, por exemplo, tendo uma rentabilidade menor que uma outra pessoa, investidores acabam buscando ativos por influência. “Nós somos mais sensíveis a perdas do que a ganhos numericamente equivalentes”, aponta.

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O chamado paradoxo da escolha é outro fenômeno que afeta os investidores. Segundo Rocha, diversos experimentos mostram que quanto mais opções disponíveis para uma determinada aquisição, maior é a dificuldade para a escolha.

Ele explica que, quanto mais alternativas estiverem disponíveis para fazer uma escolha, mais opções serão negadas. Por exemplo, ao escolher um produto entre 20 opções, outros 19 serão negados.

“Isso pode ser observado em  uma série de paralelos com os investidores, que muito comumente se deparam com a necessidade de fazer uma escolha entre diversas opções”, explica. As redes sociais, onde é possível observar de forma mais clara a enxurrada de informações, pode gerar ainda mais ansiedade quando se trata de questões financeiras, segundo o pesquisador.

O Yolo, segundo Rocha, não é um conceito da ciência, entretanto, é uma reinterpretação da cultura pop de algo já avaliado em experimentos de psicologia que relacionaram a sensibilidade de consequências próximas a ponto de gerar problemas de impulsividade, o que pode ser um grande problema para o investidor.

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“Decisões de investimento devem ser exatamente o contrário do impulso, é importante avaliar cenários e riscos que estejam à disposição”, explica.

Como evitar

Rebeca Carvalho, economista e especialista em finanças comportamentais,  explica que a influência em si não é o problema, inclusive, pode ser benéfico.

“No caso de uma pessoa que nunca investiu e começa a ver que é melhor gastar menos, é bastante positivo. Entretanto, é essencial que cada perfil seja analisado. Alguém com receita mensal de R$ 10 mil deve fazer escolhas diferentes de quem ganha R$ 100 mil”, exemplifica.

Segundo a economista, é importante levar em consideração os discursos encontrados nas redes. “Você não vai encontrar um conteúdo falando o quanto determinada pessoa perdeu, por outro lado, as publicações que falam como ganhar um alto valor são facilmente encontradas”, aponta.

A especialista elenca as classes em que os investidores, em geral, devem seguir. Indo de poupança, a renda fixa, seguindo por multimercado, até chegar em ações e, por fim, criptomoedas. “Quem está pulando etapas, deve ter muita atenção para saber o que está fazendo e não acabar arriscando o patrimônio”, alerta.

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