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Comportamento

“Perdi tudo com Eike Batista e agora com Americanas”, diz investidor

O que a história do investidor que viu o dinheiro virar pó duas vezes ensina sobre o mercado financeiro

Por Jenne Andrade

15/02/2023 | 3:00 Atualização: 15/02/2023 | 14:08

Fachada da Americanas. Foto: Ueslei Marcelino/Reuters
Fachada da Americanas. Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

Esta reportagem faz parte do especial “Caso Americanas: as histórias  por trás dos números” 

Leia mais:
  • “No dia 11 de janeiro, o meu mundo acabou”, diz investidor da Americanas
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Por volta das 17h do dia 11 de janeiro de 2023, a esposa de Lorenzo Siqueira, de 45 anos, fez um alerta. “Não podemos adiar mais as contas do mês. Preciso que você feche a venda, mesmo no prejuízo”, disse.

Siqueira, que opera no mercado financeiro de forma autônoma há 15 anos e pediu para ter o seu nome verdadeiro preservado, atendeu o pedido. Exatamente às 17h40 realizou uma ordem de venda de 400 das 10 mil ações que detinha da Americanas (AMER3). Cada papel saiu por R$ 12,05.

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A transação levantou um montante de R$ 4.820, segundo a nota de corretagem enviada ao E-Investidor. Restaram ao operador 9,6 mil ações, cujo preço médio pago em novembro de 2022 foi de R$ 15,82. Considerando o lote vendido naquele dia, ele investiu R$ 158,2 mil na varejista – a soma de todas as suas economias.

Mesmo quem é iniciante no mercado financeiro já sabe que uma das primeiras lições é nunca colocar “todos os ovos na mesma cesta”. A diversificação é muito importante para minimizar os riscos na carteira e Siqueira sabia disso.

Experiente no mercado, ele começou a operar em 2008, quando a crise do Subprime nos Estados Unidos quebrou o banco de investimentos americano Lehman Brothers e jogou uma penumbra de incertezas sobre os mercados globais. Siqueira aproveitou os descontos nos ativos e com o investimento em ações fez R$ 25 mil saltarem para R$ 150 mil nos três anos seguintes.

A tática utilizada por ele sempre foi o “all in”, quando o investidor aloca todos os recursos em apenas uma ação. Com base em análise técnica do comportamento dos papéis, ele identificava tendências de alta e fazia swing trades (operações de compra e venda de ativos no prazo de dias ou semanas) até atingir um preço-alvo determinado. O objetivo era fazer cerca de 2% a 5% de ganho em cada papel, o que garantia algo em torno de R$ 5 mil, considerando o valor investido.

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Entre 2008 e às 17h40 de 11 de janeiro de 2023, a estratégia só havia falhado uma única vez: em 2012, ele investiu R$ 154,8 mil em 9,1 mil ações da OGX, petroleira de Eike Batista, uma das pessoas mais ricas do mundo em 2012, segundo a Forbes.

A grande promessa de Eike era de que a OGX se tornaria uma “mini Petrobras”. O otimismo era reforçado nos inúmeros fatos relevantes divulgados aos investidores, que apontavam para estimativas de extração potencial de “bilhões de barris” de óleo dos poços da companhia. Os planos, no entanto, não saíram do papel.

Cada papel da OGXP3 foi adquirido por Siqueira a R$ 17,02. De acordo com a análise gráfica feita pelo operador, o preço de saída da posição seria a R$ 17,51. “Faltaram dois centavos para que eu não tivesse a minha primeira derrocada”, relata.

A ação da empresa chegou aos R$ 17,49 em março daquele ano e depois caiu para a mínima de R$ 0,11 em outubro de 2013. No mesmo mês, a empresa entrou com pedido de recuperação judicial. Hoje, a companhia mudou de nome para Dommo Energia (DMMO3) e sobrevive a duras penas na Bolsa de Valores.

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Dos R$ 154,8 mil investidos por Siqueira, restaram R$ 42 de saldo após sucessivas quedas e grupamentos de ações – quando uma empresa agrupa diversas ações em uma só, seguindo uma proporção. O procedimento é adotado quando papéis caem abaixo de R$ 1, patamar vedado pela B3. “Morri com o papel na mão, como dizem no mercado. Eu não vendi, fiquei acreditando na palavra do Eike até o último momento”, afirma Siqueira.

Ricardo Brasil, fundador da Gava Investimentos e pós-graduado em análise financeira, afirma que Siqueira fez o que nenhum investidor deve fazer: se expor ao risco de ruína. Ou seja, colocar todo o capital em um ativo só, sem diversificação ou gestão de risco.

“É um erro clássico. Você pode operar desta forma e ganhar uma porcentagem considerável por mês e aí, em um dia, tudo ir a zero”, diz. A mesma visão é compartilhada por Louise Barsi, sócia da AGF (Ações Garantem Futuro) e filha do megainvestidor Luiz Barsi. “All in não é estratégia, é aposta. É um risco grande que ele corre, porque a análise técnica é um bom ponto de partida, te diz quando é bom investir, mas não em qual companhia é bom investir.”

Danielle Lopes, sócia e analista de ações da Nord Research, afirma que esse comportamento é comum mesmo entre os investidores mais experientes. “Isso está muito ligado ao vício na adrenalina da tomada de risco, como acontece em quem faz day trade (operações no prazo de um dia). Há muitos relatos de investidores que apostaram tudo shorteando (apostando na queda) papéis e praticamente quebraram”, afirma.

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Para Siqueira, o primeiro baque foi o mais difícil. “Fui muito zombado com essa situação do Eike. As pessoas falavam: você caiu no conto desse bilionário fajuto? Quando investir de novo, deve aplicar na mão de bilionário de verdade”, diz.

E assim ele fez. Investiu em empresas de “bilionários de verdade” pelos onze anos seguintes. O último grande investimento foi na Americanas, que te como acionistas de referência Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira – os três estão entre as pessoas mais ricas do Brasil. “Como esses caras não são bilionários de verdade? Eles são os maiores bilionários do País”, exclamou o investidor, que viu novamente seu dinheiro virar pó na Bolsa.

Cerca de duas horas depois de ter deixado a ordem de venda de 400 ações AMER3, a vida de Siqueira virou de cabeça para baixo. Um alerta chegou em seu email sobre um fato relevante emitido pela Americanas.

O comunicado

“Numa análise preliminar, a área contábil da companhia estima que os valores das inconsistências sejam da dimensão de R$ 20 bilhões na data-base de 30/09/2022. A companhia estima que o efeito caixa dessas inconsistências seja imaterial”, informava a empresa, em fato relevante assinado por Sérgio Rial e André Covre, que haviam sido empossados há dez dias como CEO e diretor financeiro da companhia. No documento, os executivos também anunciavam suas renúncias.

Após ler o texto de Rial e Covre, Siqueira passou a noite em claro. Afinal, ele sabia que havia perdido, mais uma vez, todas as suas economias da mesma forma que perdeu onze anos antes com Eike Batista. O dinheiro não fará falta só ao operador, sua esposa e o filho de 9 anos. O capital era fruto da venda de um terreno da família.

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Depois da perda com o Eike, Siqueira começou a trabalhar como comerciante de legumes e verduras, ofício herdado dos pais. Depois, voltou a operar no mercado com uma reserva de R$ 9 mil. Segurou as pontas pelos três anos seguintes (2013 a 2016), vendendo mercadorias e multiplicando o dinheiro por meio de swing trades (operações de compra e venda de ativos no prazo de alguns dias ou semanas).

A Bradespar (BRAP4), uma das maiores acionistas da Vale (VALE3), foi uma das ações que mais garantiu lucro ao operador, principalmente no ano de 2016. A empresa surfou a alta das commodities metálicas e, no final daquele ano, acumulou uma valorização de 200%, a mais alta do Ibovespa.

Foi também nessa época em que o operador conseguiu reunir R$ 500 mil em reservas (entre operações no mercado financeiro e o trabalho no comércio). Deste montante, R$ 250 mil foram empregados para cumprir uma promessa de infância: comprou um terreno para os pais, agricultores, trabalharem com orgânicos. Era o sonho da família, que teve as economias duramente atingidas pelo confisco da Poupança, que ocorreu nos anos de 1990.

Contudo, os negócios não engrenaram e a operação de cultivo no terreno registrou cerca de R$ 50 mil em prejuízos anuais até agosto do ano passado.

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Siqueira teve que vender o “sonho” por R$ 132 mil, bem menos do que o comprou, e voltou a concentrar nas operações de mercado. Os trades deram certo por quatro meses, até ele se deparar com o anúncio feito por Sérgio Rial.

“De repente, acabou. Perdi a economia de uma vida de uma vez só”, diz. No dia seguinte ao comunicado, 12 de janeiro, as ações AMER3 abriram em queda superior a 70% após passarem várias horas em leilão. O papel chegou ao fechamento aos R$ 2,72, bem distante dos R$ 12 do dia anterior, com um prejuízo total de 77,33%. Sete dias depois, o prejuízo seria ampliado para 94%.

Essa foi só a ponta do iceberg que atingiu a empresa. No dia 13 de janeiro, a Americanas declarou dívidas de mais de R$ 40 bilhões à justiça (o dobro do declarado inicialmente) e entrou com pedido de tutela de urgência cautelar para evitar que credores fizessem bloqueios de bens.

O BTG Pactual, um dos credores, também recorreu à via judicial para poder cobrar os débitos. A instituição conseguiu uma liminar para reter R$ 1,2 bilhão da varejista, apesar da tutela. Em 19 de janeiro, a empresa afirmou ter apenas R$ 800 milhões em caixa, uma quantia bem inferior que o declarado nos resultados do 3° trimestre de 2022, de R$ 8,8 bilhões em disponibilidades.

O “sumiço” de quase R$ 8 bilhões está relacionado aos bloqueios feitos pelo BTG e o rebaixamento de notas de crédito, o que impediu a Americanas de antecipar R$ 3 bilhões em recebíveis de cartão, conforme apurou o Estadão.

Somente no dia 22 de janeiro que Sicupira, Lemann e Telles divulgaram uma nota pública sobre o caso. O trio estava à frente da Americanas há pelo menos 40 anos e declarou não ter conhecimento de possíveis manipulações contábeis.

“Assim como todos os demais acionistas, credores, clientes e empregados da companhia, acreditávamos firmemente que tudo estava absolutamente correto”, afirmou o trio, em nota pública. “Lamentamos profundamente as perdas sofridas pelos investidores e credores, lembrando que, como acionistas, fomos alcançados por prejuízos.”

Siqueira mantém as 9,6 mil ações AMER3, cotadas a R$ 1,11 até a última terça-feira (13 de fevereiro), com a esperança de que a empresa se recupere. Não se convenceu com a nota publicada pelos bilionários e cobra uma ação mais enérgica.

“O que falta para que os controladores expliquem o que vai ser feito, de fato? Se eles falarem que não têm dinheiro para ajudar a empresa, é mentira. Esses caras são os donos do mundo”, afirma o operador. “Desculpe estar acelerado. É que você imagina como está minha cabeça, como tem sido difícil, entende?”

Esperança

Juntos, Sicupira, Lemann e Telles possuem R$ 160 bilhões, segundo a Forbes. Apesar da cifra expressiva que comungam, o trio não é obrigado a injetar capital para salvar a empresa. No fato relevante do dia 31 de janeiro, a varejista afirmou que os acionistas de referência poderão aportar até R$ 1 bilhão na companhia – valor bem abaixo do esperado pelos especialistas de mercado, como Flávio Conde, analista de ações da Levante Ideias de Investimentos.

“Estou esperando que eles coloquem entre R$ 6 bilhões e R$ 10 bilhões para salvar a Americanas. Se isso não ocorrer, aí vai ficar complicado”, diz Conde, que confessa estar espantado com a postura dos três empresários.

O reflexo dessa desconfiança pode ser visto nas ações da Ambev (ABEV3), que também é controlada pela tríade de bilionários. Os papéis caem 10,59% desde a descoberta do rombo contábil na Americanas. Para Douglas Duek, economista e especialista em reestruturação financeira de empresas em recuperação judicial, o erro na contabilização do “risco-sacado” é primário demais para não ter sido intencional.

“É muito básico, então parece ter sido feito de propósito. Se vamos chamar isso de fraude ou não, é outra história”, afirma Duek. “Na minha avaliação é mais uma gestão leviana do que um erro. Era a forma como a empresa operava.”

Antes de Rial, o cargo de CEO da Americanas foi ocupado durante 20 anos pelo executivo Miguel Gutierrez, que até o momento não se pronunciou sobre o descarrilho da companhia. Vale lembrar que a varejista era listada no Novo Mercado, segmento de mais alto nível de governança da Bolsa, e também fazia parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (ISE B3), que versa sobre boas práticas empresariais.

Ainda assim, a varejista tinha fama de espremer fornecedores para que o prazo de pagamento das mercadorias fosse o mais longo possível. Um deles relatou ao E-Investidor a dificuldade em receber os pagamentos.

“Eu forneço para eles há muitos anos e até outubro do ano passado estava tudo certo. Dali em diante, a empresa começou a atrasar os pagamentos”, afirma o empresário que não quis se identificar.  A situação mudou com a repercussão das inconsistências contábeis identificadas nos balanços. No total, o fornecedor calcula um prejuízo de R$ 500 mil em mercadorias entregues à varejista.

Para os investidores, restou o conformismo, apelar para a via judicial ou um custoso processo de arbitragem (resolução de conflitos entre empresas e investidores) na B3, cujos resultados são incertos.

“Eu estudei e fiz o meu dever de casa. Quando uma companhia frauda ou erra um balanço, ela simplesmente destrói um castelo de cartas que estava em equilíbrio”, desabafa Siqueira.

Agora, o operador pretende retornar ao antigo ofício, com os R$ 4.820 que restaram das 400 ações AMER3 vendidas antes do escândalo financeiro. “Mentalmente estou anestesiado, mas pretendo voltar para a minha área de comércio, eu pretendo fazer o leite do dia a dia, o pão, o gás, indo pra rua e vendendo”, conclui.

O fato é que parece improvável que qualquer investidor conseguisse se antecipar a uma situação como a da Americanas. Para Mehanna Mehanna, professor e sócio-fundador da Phi Investimentos, fica uma reflexão importante quanto a alocação de capital. “Qual é o preço que você está disposto a pagar por um erro, seja ele tático, sistêmico ou de fraude?”, diz.

Siqueira é mais uma história por trás do colapso da Americanas. Se você também está arcando com os prejuízos, escreva para [email protected]

 

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