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Investimentos

As 3 apostas de investimento da Janus Henderson para 2023

Gestora global com US$ 287 bilhões sob custódia vê boas oportunidades para quem for "ousado o suficiente" neste ano

Por Luíza Lanza

18/04/2023 | 10:08 Atualização: 18/04/2023 | 12:28

Segundo gestora global, cenário de 2023 tem certo otimismo frente ao que foi 2022. (Foto: Shutterstock)
Segundo gestora global, cenário de 2023 tem certo otimismo frente ao que foi 2022. (Foto: Shutterstock)

A gestora global Janus Henderson acaba de divulgar a edição de 2023 de seu relatório de Construção de Portfólio e Estratégia. O documento foi obtido com exclusividade pelo E-Investidor e mostra como a empresa de US$ 287 bilhões em ativos sob gestão está preparando os investimentos para o novo cenário – um pouco mais positivo – que se desenha para 2023.

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Enquanto a versão anterior do documento, de meados de 2022, foi intitulada de “Terapia de Choque”, a deste ano vem com o título “Pisando com Cuidado”.  A mensagem principal é que a volatilidade continuará presente nos mercados, mas pode ter um lado positivo para aqueles investidores que forem “ousados o suficiente”, diz a Janus Henderson.

O relatório, escrito por Adam Hetts, Matthew Bullock, Sabrina Geppert e Mario Aguillar de Irmay, traz as preferências da gestora para o cenário. Um pacote que inclui aportes em renda fixa, inclusive em crédito privado; ações, com destaque especial para os ativos da Europa e do setor de saúde; e investimentos em estratégias alternativas, como o hedge (proteção de investimentos), estão inclusos no documento.

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Explicamos abaixo as preferências de alocação da Janus Henderson:

Renda Fixa

O ano de 2022 foi um dos piores para a renda fixa internacional em muito tempo, mesmo com a escalada das taxas de juros pelo mundo. Por possuírem um componente prefixado, que trava os retornos no ato da compra do ativo, essa classe sofreu com a marcação a mercado – veja como isso funciona aqui e aqui –  durante os ajustes nas taxas de juros globais. Um período que a Janus Henderson classifica como o pior ano em toda uma geração.

Por outro lado, para os investidores, agora é possível encontrar títulos de renda fixa mais baratos e com uma rentabilidade maior. Uma corretora brasileira, no entanto, não vê o aumento dos prêmios como oportunidade; veja quem nesta reportagem.

“A redefinição das taxas criou um nível de almofada de rendimento não visto em muitos anos, o que pode ajudar a proteger os retornos dos títulos durante quaisquer aumentos adicionais nas taxas”, afirmam os estrategistas da Janus Henderson, no relatório. A preferência é por títulos de duration – prazo médio para se recuperar o investimento em um ativo de renda fixa – intermediário.

Dentro da renda fixa, o documento dá destaque ainda aos títulos de crédito privado. Essa classe de ativos segue atraente mesmo em um cenário de iminente desaceleração do crescimento econômico, pois os altos rendimentos podem contrabalancear o risco de perdas com o alargamento do spread, o prêmio que o investidor recebe pelo risco que corre ao investir nesses títulos corporativos.

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“Um cenário econômico incerto deve levar a uma menor oferta de crédito, tendências técnicas que devem apoiar o crédito como investimento de alto rendimento.”

Ações

O time da Janus Henderson dá destaque a dois temas quando o assunto é investimento em ações: papéis de empresas europeias e ativos do setor de saúde.

Desde 2022, paira sobre a economia da Europa um grande receio quanto ao início de uma recessão. Assim como nos Estados Unidos, o Banco Central Europeu (BCE) iniciou o ciclo de alta na taxa de juros do bloco para conter a pressão inflacionária.

Mas não só isso pesa por lá: a proximidade com a guerra entre Rússia e Ucrânia e a crise de energia que o conflito poderia causar fez diversos agentes do mercado cravarem a recessão como um resultado inevitável.

Agora, passados quase quatro meses do início de 2023, as perspectivas já são mais positivas, apoiadas principalmente pelos dados de atividade empresarial. Na visão da Janus Henderson, a recessão na Europa ainda é provável, mas deve acontecer de forma mais branda em relação a experiências anteriores.

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A gestora vê o mercado europeu bem posicionado para receber “qualquer alívio que possa resultar de um dólar americano mais fraco, resoluções geopolíticas e/ou uma retomada contínua na recuperação da demanda pós-pandemia”.

Por serem ações de natureza mais cíclica – ou seja, de empresas com maior exposição a consumidores, energia, finanças e materiais, por exemplo –, são ativos que podem ter melhor desempenho enquanto o aumentos das taxas de juros perdurarem, além de apresentarem desconto em relação aos papéis dos Estados Unidos.

“Independentemente do momento de uma recuperação, as ações europeias estão pagando dividendos que são quase o dobro dos EUA, proporcionando assim uma oportunidade atraente de receita”, destaca o relatório.

O segundo tema de destaque em ações, na visão da Janus Henderson, fica com o setor de saúde. A gestora destaca que, mesmo em anos marcados por interrupções na cadeia de suprimentos e inflação, o setor consegue ficar de certa forma isolado. Ao perfil mais resiliente, somam-se ainda as inovações que aceleraram durante a pandemia de Covid-19 e continuam impulsionando esses ativos.

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Ao mesmo tempo, o setor continua com desconto em relação às médias de longo prazo, com muitas empresas, especialmente as de biotecnologia, negociando abaixo dos níveis de caixa em seus balanços. Um cenário que oferece potencial de crescimento, independente das perspectivas de recessão, afirma o relatório.

Estratégias alternativas

Com a promessa de volatilidade, o estudo de portfólio da Janus Henderson chama a atenção para as estratégias de investimentos alternativos. O relatório traz um comparativo de desempenho para fundamentar seu argumento: enquanto o índice do S&P 500 caiu 18,1% em 2022, o HFRI Macro Index, um dos índices de rendimento de fundos de hedge, teve alta de 5,9%.

O entendimento é que carteiras com esse tipo de estratégia se saíram melhores do que aquelas que não fazem esses aportes – uma posição estratégica que deve ser considerada em 2023, independentemente do horizonte de investimento do investidor, diz a Janus.

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