O produto terá 20% do patrimônio investido na criptomoeda e 80% em renda fixa, isto é, em títulos públicos, letras financeiras do tesouro (LFT), certificados de depósito bancário (CDBs) e operações compromissadas. O fundo também possui taxa de administração 0,50% e não cobra taxa de performance.
“Queremos aproveitar toda robustez, tecnologia e estrutura bancária que o BTG Pactual já possui para oferecer vantagem competitiva e democratizar o investimento em bitcoin, moeda que mais cresce dentro do segmento de criptomoedas, e com um produto mais acessível em termos de custo para o investidor”, afirma Will Landers, head de renda variável da BTG Pactual Asset Management.
O bitcoin é uma das mais famosas criptomoedas do mundo e já acumula alta de 119% ano, aos R$ 334 mil. De acordo com comunicado enviado pelo BTG, o fundo de bitcoin é o primeiro de uma série de aplicações voltadas para criptomoedas que a instituição financeira pretende lançar.