• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Os culpados pela queda de 4,53% do Ibov no 1º tri e o que esperar agora

Analistas apontam fatores que “seguraram” performance do índice neste início de 2024. Veja também as recomendações para compra

Por Jenne Andrade

28/03/2024 | 17:57 Atualização: 28/03/2024 | 19:08

Índice Ibovespa é o principal indicador da B3. (Foto: Amanda Perobelli/Reuters)
Índice Ibovespa é o principal indicador da B3. (Foto: Amanda Perobelli/Reuters)

O Ibovespa fechou o primeiro trimestre de 2024 com uma queda de 4,53%, aos 128.106,10 pontos. O resultado cai como um balde de água fria nas perspectivas otimistas que o mercado mantinha para o período desde a virada do ano. Por trás do desempenho morno do principal índice de ações da B3, estão as surpresas com a política monetária dos EUA e os riscos políticos no cenário doméstico.

Leia mais:
  • Por que a Embraer pode ser a maior alta do Ibov no 1º tri
  • Entenda o que está acontecendo com a Petrobras na Bolsa
  • O investidor de Eletrobras (ELET3) está blindado de riscos políticos?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

  • Confira: Estes são os melhores e os piores investimentos do 1º trimestre de 2024

No ano passado, grande parte do mercado acreditava que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) começaria a fazer cortes na taxa de juros do País ainda nestes primeiros três meses do ano. A queda dos “fed funds”, como são chamas as taxas básicas de juros por lá, junto com os cortes já contratados na taxa básica de juros do Brasil, a Selic, gerariam um ambiente favorável para a renda variável.

Contudo, apenas a diminuição da Selic se concretizou – a taxa iniciou o ano em 11,75% ao ano e agora está em 10,75%, após duas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). Já o Fed, surpreendido por dados de inflação e atividade mais fortes do que o esperado na economia americana, não mexeu nas taxas de juros, que se mantiveram entre 5,25% e 5,5% ao ano.

A diminuição da diferença entre a Selic e o juro americano prejudica a Bolsa brasileira, já que os investidores estrangeiros ficam mais inclinados a alocar recursos na renda fixa dos EUA. Até a última terça-feira (26), os gringos retiraram R$ 22,5 bilhões da B3. “A política monetária aplicada nos EUA afeta a economia do mundo todo, tendo um impacto ainda mais relevante em países emergentes, como o Brasil”, afirma Pedro Accorsi, analista da Benndorf Research e Accorsi Investing.

  • Em março de incertezas no Ibov, ação sobe 35%. Veja as 5 maiores altas

Eduardo Grübler, gestor sistemático na AMW, gestora da Warren Investimentos, também vê um movimento de realização de lucros pelo investidor estrangeiro, que ganhou com a alta de 20% da Bolsa brasileira em novembro e dezembro do ano passado e agora embolsa os ganhos. “A nossa Bolsa, dado o tamanho dela dentro do mercado global, ainda é muito dependente desse fluxo externo”, diz.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Essa também é a visão da Guide Investimentos. “Apesar dos recordes nas bolsas internacionais, o Ibovespa teve desempenho fraco no primeiro trimestre do ano. Em nossa visão, isso está associado à perspectivas de menos cortes de juros nos EUA e resgates de investidores estrangeiros, que pressionaram o mercado local”, afirma a casa.

Segundo levantamento feito por Einar Rivero, sócio-fundador da Elos Ayta, o Ibov teve pior desempenho entre 41 índices globais no 1º trimestre de 2024.

Nem toda a queda da Ibovespa é culpa do Fed

Fora a pressão provocada pela saída de fluxo estrangeiro da Bolsa, no cenário doméstico, as sinalizações dadas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também desagradaram. A Petrobras (PETR3; PETR4) e a Vale (VALE3), as duas ações com o maior peso do Ibovespa, sofreram por ruídos de ordem política. A PETR4 fechou o trimestre quase no zero a zero, com uma leve alta de 0,32%, enquanto VALE3 desabou 17,67% no período. Juntas, as empresas equivalem a uma fatia superior a 23% do índice e ambas foram impactadas, principalmente, por ruídos de ordem política.

  • Efeito Petrobras derruba estatais e abre janela de compra. Vale o risco?

Os papéis da Petrobras desabaram 10,37% no pregão de 8 de março após a petroleira anunciar que não pagaria dividendos extraordinários, apenas o mínimo estipulado pela Política de Remuneração aos Acionistas. O represamento de R$ 43,9 bilhões azedou o humor dos investidores, que apontaram interferência da União na decisão. As declarações do presidente Lula em entrevista ao SBT Brasil só intensificaram as discussões, como pode ser visto aqui

Já na Vale, foram as discussões sobre a sucessão do CEO Eduardo Bartolomeo que preocuparam os investidores. Em janeiro, correram rumores de que o governo tentava emplacar o ex-ministro de Dilma Rousseff (PT), Guido Mantega, para o cargo. Os temores de interferência política em uma empresa não-estatal, penalizaram as ações.

Publicidade

Em 8 de março, a mineradora divulgou a extensão do mandato de Bartolomeo por mais sete meses, de 31 de maio para 31 de dezembro deste ano, assim como a contratação uma empresa internacional para fazer a sucessão. Entretanto, os temores de pressão política continuam.

Em 11 de março, José Luciano Duarte Penido, membro do Conselho de Administração da Vale, apresentou a sua renúncia e, em carta, apontou manipulação do processo sucessório para o cargo de CEO. “Não atende ao melhor interesse da empresa, e sofre evidente e nefasta influência política”, disse Penido.

  • Saiba mais: Trocas confusas de CEOs penalizam ações e investidor exige nova postura

Para Danielle Lopes, sócia e analista de Ações da Nord Research, os ruídos políticos são as principais causas para a performance negativa do Ibovespa. “Tivemos bancos e commodities segurando o Ibovespa. Os bancos ficaram relativamente estáveis. Em contrapartida, as ações que possuem mais peso no setor de commodities, Petrobras e Vale, caíram”, afirma. “E Petrobras e Vale caíram pouco em função dos resultados e muito em função da ingerência política”, afirma.

Grübler, gestor sistemático na AMW, também apontou o fator “ingerência política” como uma dos gatilhos que esmoreceu o Ibovespa no período. “Essa incerteza extra, certamente, afasta os investidores estrangeiros e locais da nossa Bolsa”, diz.

Apesar das quedas de Petrobras e Vale terem impacto significativo no Ibovespa, as empresas não lideraram a ponta negativa do índice. Dos 86 papéis que compõem o Ibovespa, 57 estão negativos neste primeiro trimestre do ano.

Publicidade

As ações que registraram as maiores desvalorizações foram Casas Bahia (BHIA3), Cogna (COGN3) e CSN Mineração (CMIN3), com variação de -40,42%, -32,38% e -31,70%, respectivamente. Já as maiores valorizações foram registradas por Embraer (EMBR3), 3R Petroleum (RRRP3) e Braskem (BRKM5), com retornos de 48,77%, 25,53% e 20,77%.

Um segundo trimestre melhor para a Bolsa?

No ano passado, o Ibovespa também fechou o trimestre em queda, de 7,16%. Já no período seguinte, o indicador esboçou uma grande recuperação e acumulou alta de 15,91%, conforme dados levantados por Einar Rivero, sócio-fundador da Elos Ayta. Contudo, não devemos ver um “repeteco” dessa dinâmica este ano, segundo Lopes, da Nord.

“Para o IBOV deslanchar, precisaria de uma virada de mão da parte do governo. Ou seja, que a União deixe as empresas agirem de forma independente”, afirma Lopes. “Isso teria que parar, o que nos parece cada vez mais improvável”, diz. Ainda assim, ela vê oportunidades em empresas fora do Ibov e dos holofotes do mercado, como a companhia de facilities e segurança do trabalho GPS (GGPS3).

Dentro do Ibovespa, a preferência fica com as petroleiras menores, as chamadas Junior Oils, como 3R (RRRP3), Prio (PRIO3), PetroReconcavo (RECV3) e bancos, como Bradesco (BBDC3; BBDC4), BTG Pactual (BPAC11), Inter (INBR32) e Itaú (ITUB3; ITUB4).

  • Saiba mais: Sem dividendos da Petrobras, vale investir nas concorrentes?

Já Accorsi, da Benndorf Research, e Grübler, da AMW, enxergam uma conjuntura mais atrativa. Os efeitos dos juros mais baixos no Brasil devem começar a ser sentidos com mais intensidade durante o segundo trimestre, segundo Accorsi, o que melhora o consumo e aumenta a propensão a risco por parte dos investidores.

Publicidade

Além disso, ainda há a expectativa de uma desaceleração na economia norte-americana – pavimentando o caminho para o início dos cortes de juros nos EUA. “A expectativa é, sem dúvida, positiva”, afirma Accorsi, que tem preferência por empresas mais “amassadas” e pouco óbvias, como Cambuci (CAMB3), Enauta (ENAT3) e Moura Dubeux (MDNE3).

Grübler acredita que as quedas em Petrobras e Vale já demonstraram ao governo o efeito destrutivo de interferências e que a maior parte do movimento de realização de lucros pelos investidores estrangeiros já ocorreu.

“Chega certos momentos em que a Bolsa está barata o suficiente e o estrangeiro entra, mesmo com uma incerteza razoável”, afirma o gestor da AMW. “Dado o desconto causado pela underperformance (equivalente à venda) que a gente teve no primeiro trimestre, isso pode trazer um fluxo do estrangeiro de volta para cá. E, por consequência, mexer a nossa bolsa de uma maneira bastante positiva.”

A Ágora Investimentos, por sua vez, continua recomendando a exposição em renda variável com "seletividade", em empresas de boa qualidade. Para a casa, o que vai ditar o ritmo dos mercados nas próximas semanas é a condução da política monetária dos EUA. Caso o cenário de pelo menos três cortes na taxa de juros do País se concretize, o Ibov pode tomar fôlego. "Alternativamente, uma eventual frustração com o FED, com a possibilidade de nenhum corte este ano, seria um vento contrário para a performance dos ativos", afirma a casa, em relatório.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fechamento
  • Federal Reserve System (Fed)
  • Governo
  • Ibovespa
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Política monetária
Cotações
27/03/2026 11h12 (delay 15min)
Câmbio
27/03/2026 11h12 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Contribuintes reclamam de erros na declaração pré-preenchida do IR 2026; saiba como revisar os dados

  • 2

    O mês do petróleo: como a alta de quase 40% da commodity pode criar efeito cascata no mercado

  • 3

    Veja como montar uma “carteira de guerra” para proteger seus investimentos

  • 4

    Dividendos acima da Selic: 16 ações superam os 14,75%, mas nem todas inspiram confiança; veja simulações de renda passiva

  • 5

    Cortes na Selic: XP, BTG e C6 abrem o jogo sobre os juros e o que vem pela frente

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como contribuintes com Parkinson podem solicitar a isenção?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como contribuintes com Parkinson podem solicitar a isenção?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (27)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (27)?
Imagem principal sobre o Vai se aposentar? Veja como pedir o saque do seu FGTS
Logo E-Investidor
Vai se aposentar? Veja como pedir o saque do seu FGTS
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: contribuintes com Parkinson têm direito à isenção? Entenda
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: contribuintes com Parkinson têm direito à isenção? Entenda
Imagem principal sobre o Aposentados e pensionistas do INSS: qual final do benefício recebe hoje (26)?
Logo E-Investidor
Aposentados e pensionistas do INSS: qual final do benefício recebe hoje (26)?
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (26)?
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (26)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (26)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (26)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: comecei a morar no Brasil ano passado, preciso declarar?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: comecei a morar no Brasil ano passado, preciso declarar?
Últimas: Mercado
Petróleo hoje dispara, mira os US$ 105 e reforça tensão nos mercados globais; Petrobras (PETR3; PETR4) avança na Bolsa
Mercado
Petróleo hoje dispara, mira os US$ 105 e reforça tensão nos mercados globais; Petrobras (PETR3; PETR4) avança na Bolsa

Brent avança acima de US$ 104 com impasse entre EUA e Irã, enquanto dólar sobe e bolsas sentem pressão

27/03/2026 | 11h01 | Por Igor Markevich
Dólar hoje tem estabilidade, apesar de tensões no Oriente Médio e nova alta do petróleo
Mercado
Dólar hoje tem estabilidade, apesar de tensões no Oriente Médio e nova alta do petróleo

Último pregão da semana começa com maior aversão a risco diante da escalada na guerra entre EUA e Irã; petróleo volta a ultrapassar os US$ 100

27/03/2026 | 10h29 | Por Luíza Lanza
Nubank, Revolut e Inter avançam nos EUA e miram mercado trilionário; veja próximos passos
Mercado
Nubank, Revolut e Inter avançam nos EUA e miram mercado trilionário; veja próximos passos

Fintechs aceleram busca por licença bancária e enfrentam concorrência em sistema amplo, regulado e ainda fragmentado

27/03/2026 | 09h35 | Por André Marinho e Altamiro Silva Junior
BC liquida Entrepay, Acqio e Octa, levanta suspeitas de elo com caso Banco Master e acende alerta a investidores; veja o que fazer agora
Mercado
BC liquida Entrepay, Acqio e Octa, levanta suspeitas de elo com caso Banco Master e acende alerta a investidores; veja o que fazer agora

Medida foi motivada por deterioração financeira, irregularidades e risco a credores; empresas não têm cobertura do FGC

27/03/2026 | 08h22 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador