• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

O que o investidor precisa saber sobre a aquisição da Linx pela Stone

Processadora de pagamentos pretende pagar R$ 6 bilhões pela empresa de softwares

Por Isaac de Oliveira

13/08/2020 | 14:30 Atualização: 13/08/2020 | 19:46

Abertura de capital da brasileira Stone em outubro de 2018, em Nova York (Foto: Nasdaq)
Abertura de capital da brasileira Stone em outubro de 2018, em Nova York (Foto: Nasdaq)

O ano de 2020 está realmente movimentado para o mercado de meios de pagamentos brasileiro. Com o surgimento de novas modalidades, como o PIX, do Banco Central, e o Facebook Pay, as empresas que trabalham com credenciamento de cartões no varejo estão se movimentando como podem para não ficar para trás. Exemplo disso é a recém-anunciada aquisição da Linx (LINX3) pela Stone (STNE).

Leia mais:
  • Stone confirma oferta de ações para captar até US$ 1,15 bilhão
  • Trade do Dia: Ficar comprado em Linx é boa opção para o investidor experiente
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Caso obtenha autorização dos órgãos reguladores do Brasil e dos Estados Unidos, a fintech brasileira Stone, que tem ações negociadas na Nasdaq, pretende comprar a empresa de tecnologia também brasileira Linx, que tem os papéis negociados na B3, por aproximadamente R$ 6 bilhões.

Para reforçar seu caixa e concretizar a operação bilionária, a empresa de meio de pagamentos fará uma oferta de ações nos Estados Unidos com 213.448.170 novos papéis. A Stone pretende captar US$ 1 bilhão, considerando o preço de US$ 52,39 do fechamento do pregão da terça-feira (11). Caso haja demanda, a companhia lançará um lote adicional, e a captação pode chegar a US$ 1,15 bilhão.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O objetivo da fintech brasileira é aumentar sua oferta de serviços em soluções tecnológicas, além dos financeiros. Em tempos de avanço do e-commerce, então, a ideia é melhorar a experiência de pagamentos dos clientes. Ou seja, com isso a Stone poderá terceirizar os serviços da Linx para o varejo.

O que acontece com os papéis das empresas?

Com a aquisição, a Linx deixará de ser negociada na bolsa brasileira e se tornará uma empresa de capital fechado dentro do grupo Stone, focada na oferta de softwares para o setor varejista.

O analista e sócio da Reach Capital, Henrique Lara, explica que na conversão de troca das ações, com base no preço atual das companhias, cada ação da Linx valerá por volta de R$ 33,76. Esse valor deverá ser pago aos acionistas da Linx em dinheiro (90%) e ações (10%) da Stone.

“Os acionistas fundadores da Linx entenderam que era uma oferta que fazia muito sentido, um preço justo. Então, eles vão recomendar isso para todos os acionistas que têm direito de participar dessas condições”, explica Lara, que acredita que o negócio deverá ter adesão dos acionistas da Linx.

Nesta quinta-feira (13), às 12h30, as ações da Linx eram cotadas a R$ 31,91, uma leve baixa em relação aos R$ 32 do pregão da terça-feira (12) na B3. A Stone era cotada em US$ 48,55, também abaixo dos US$ 49,55 no fechamento das negociações da terça-feira, na Nasdaq.

Publicidade

O sócio da Reach também explica que, de acordo com o que foi dito até agora, a Stone não pretende abrir capital no Brasil. E esse ponto tem causado  debate acerca de como os acionistas pessoa física ou mesmo fundos que não têm posições lá fora poderão receber essas ações da Stone que são negociadas na Nasdaq.

“Normalmente nesses casos para quem não pode ou não quer receber a fração em ações, a própria empresa, no caso a Stone, vende as ações e paga a quantia em dinheiro também”, afirma Lara.

Quando deve vir uma decisão sobre o negócio?

A expectativa é que a operação seja finalizada até o final de 2020. Contudo, a transação é complexa e envolve a autorização de órgãos reguladores norte-americanos – já que a Stone é negociada na Nasdaq – e também brasileiros, como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Para quem acompanha de perto o setor, a fusão das companhias não representaria maiores prejuízos para as concorrentes. Logo, deverá ter o aval dos reguladores.

“São atividades complementares. Não há nenhuma indicação de que a combinação das duas crie desequilíbrios competitivos relevantes no mercado. Então é pouco provável que não seja aprovado pelo Cade”, avalia Boanerges Ramos, presidente da consultoria de varejo financeiro Boanerges e Companhia.

Publicidade

O sócio da Reach Capital também lembra que o acordo de fusão prevê multas compensatórias que podem chegar a R$ 605 milhões, variando conforme o cenário, caso alguma das partes desfaça o acordo. “Tem alguns critérios que, dependendo do cenário, não vai ser o valor total da multa que vai ser devido. Pode ser 75%, 25%”, esclarece Lara.

Como fica o mercado de meio de pagamento?

O mercado de meios de pagamento vem passando por uma transformação e vive a apelidada “guerra das maquininhas”. Com a aquisição da Linx, a Stone sai na frente das concorrentes no sentido de oferecer também soluções tecnológicas.

O passo da companhia, que tem como forte o credenciamento de pequenos e médios varejistas para trabalhar com cartões de crédito e débito, é uma forma de se antecipar aos impactos que a inclusão de novas modalidades de pagamento, como o PIX do BC, de pagamentos instantâneo, que será disponibilizado em novembro.

“Isso tudo está levando a atividade de credenciamento, que já foi muito expressiva e lucrativa, a ser uma atividade menor, de margens mais baixas. O que a Stone está fazendo agora é dar mais um passo grande e ampliar o seu leque de serviços, voltados para os varejistas”, explica Boanerges.

Atualmente, há nomes mais fortes neste mercado, como a líder Cielo e a Pagseguro. Com a fusão, a Stone deve não só deve ganhar a grande fatia de mercado da Linx, como também passar a oferecer para os seus atuais clientes os serviços tecnológicos para a gestão das empresas, forte da Linx.

Publicidade

“A Linx já teve oportunidade de fazer integração com a Cielo e não avançou. Na sequência, fez com a Rede e é isso que está valendo até hoje. E agora, [com a fusão], certamente ficará exclusiva da Stone. Então todos esses estabelecimentos que trabalham hoje com a Linx devem ser integrados à lista de clientes da Stone e vice-versa”, observa Boanerges.

Qual a avaliação do mercado sobre a operação?

Quem acompanha o setor vê muitas vantagens para o Stone no final das contas. Pois, apesar de não ter um market share tão grande como seus pares, a companhia deverá assumir a dianteira na oferta de serviços tecnológicos, atrelado aos já tradicionais serviços financeiros.

“A Stone é realmente muito eficiente e, aliado ao ativo que a Linx tem, que é esse número de clientes enorme, e muito pulverizado pelo varejo brasileiro praticamente inteiro, ela vai poder abocanhar uma fatia de mercado ainda maior, oferecendo um produto muito mais diferenciado que os concorrentes dela conseguem fazer”, diz Lara.

Além da adquirência e as ofertas financeiras, como adiantamento de recebíveis, alguns tipos de crédito, o analista cita que a Stone poderá oferecer soluções como softwares que ajudam na gestão, otimizam os processos e resolvem basicamente um leque muito maior de problemas do setor varejista para rodar a sua operação.

Do ponto de vista de investimento, Lara explica que a Linx, com cerca de 46% do mercado de software para o varejo, já era vista como um bom negócio pelo que ela negocia atualmente. Com a fusão, a Stone também se reforça como uma opção. Mas ele lembra que quem se posicionar na Linx agora deve ter em mente que terá um retorno por volta dos R$ 33 para cada ação.

Publicidade

“A transação já está muito encaminhada e a um preço definido. Quem compra ação da Linx hoje, muito provavelmente vai receber por volta dos R$ 33,76 para cada ação. Ou seja, o upside é limitado”, pondera Lara.

Com a flexibilização das regras para BDRs no Brasil, a exposição à Stone, que é negociada fora, poderá ser uma alternativa para brasileiros.

O presidente da consultoria de varejo financeiro Boanerges e Companhia, Boanerges Ramos, salienta que a Stone é bem valorizada quando se considera os múltiplos da companhia, o valuation em relação ao tamanho dela, ao market share e ao lucro.

“É uma empresa muito valorizada porque, apesar de ser de adquirência, ela é uma empresa de tecnologia. E os múltiplos desse, agora adquirindo a Linx, são também mais atraentes”, analisa Ramos.

Publicidade

O Goldman Sachs avalia que o último balanço da Stone, apesar da pandemia de covid-19, deve ser recebido positivamente pelo mercado. Em relatório desta quarta-feira (12), o grupo financeiro destaca que o volume total de pagamentos (TPV) da companhia voltou aos níveis pré-covid, aumentando 1% no trimestre e 28% no comparativo anual.

“Os volumes foram beneficiados por R$ 2 bilhões em ‘coronavouchers’ no trimestre, além de um aumento de 80% no volume on-line. A empresa também atingiu R$ 100 milhões em receita anualizada de software e 305 mil clientes de software, enquanto a carteira de crédito atingiu R$ 491 milhões no 2T20, aumento de 50% no comparativo trimestral e R$ 626 milhões em julho”, diz o relatório.

Sobre a Linx, o banco ressalta que ela é a maior empresa de software do Brasil, com mais de 70 mil clientes de varejo e aproximadamente R$ 300 bilhões em valor bruto de mercadoria (GMV).

“A Stone vê potenciais sinergias de receita por meio da venda cruzada de pagamentos e software, bem como sinergias operacionais de despesas de racionalização. Isso deve permitir que o negócio seja cumulativo por 2021”, mostra o relatório.

Nossos editores indicam este conteúdo para você investir cada vez melhor:
Volatilidade da Cogna assusta. Vale a pena comprar COGN3 agora?

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Linx (LINX3)
  • Stone
Cotações
26/05/2026 5h51 (delay 15min)
Câmbio
26/05/2026 5h51 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa sobe com alívio global após avanço nas nеgociações entre EUA e Irã; dólar cai

  • 2

    Envelhecimento dos baby boomers cria ‘tsunami prateado’ e aquece mercado imobiliário nos EUA

  • 3

    Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral

  • 4

    De Warren Buffett a Walt Disney, essas 5 lendas do mercado tiveram o mesmo emprego na adolescência

  • 5

    Tokenização tem potencial, mas precisa se materializar para investidor, diz gestora da 21Shares

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Logo E-Investidor
Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Imagem principal sobre o FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Logo E-Investidor
FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Imagem principal sobre o Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Logo E-Investidor
Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Imagem principal sobre o MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Logo E-Investidor
MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Imagem principal sobre o Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Logo E-Investidor
Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Últimas:
87 FIDCs aparecem em onda de recuperações judiciais; veja os impactos para os fundos
Investimentos
87 FIDCs aparecem em onda de recuperações judiciais; veja os impactos para os fundos

Reestruturações somam R$ 8,1 bilhões, enquanto o patrimônio dos FIDCs comprometidos com elas totalizam R$ 750 milhões, cerca de 9,3% do total

26/05/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida
Calendário do Bolsa Família 2026: beneficiários com NIS final 7 recebem nesta terça (26); veja como sacar
Radar da Imprensa
Calendário do Bolsa Família 2026: beneficiários com NIS final 7 recebem nesta terça (26); veja como sacar

Os beneficiários podem verificar o número do NIS por meio do cartão do programa beneficiário

26/05/2026 | 05h00 | Por Jéssica Anjos
Ibovespa hoje fica atento à evolução das negociações entre EUA e Irã sobre o fim da guerra
Mercado
Ibovespa hoje fica atento à evolução das negociações entre EUA e Irã sobre o fim da guerra

Dados do setor externo no Brasil e indicadores de atividade nos EUA e China também orientam o humor dos investidores nesta terça-feira

26/05/2026 | 04h30 | Por Ana Ayub
Resultado da Super Sete 851: 7 COLUNAS REVELADAS; saiba quantos números você acertou
Loterias
Resultado da Super Sete 851: 7 COLUNAS REVELADAS; saiba quantos números você acertou

A extração da modalidade contou com a transmissão ao vivo realizada pelas redes sociais da Caixa

25/05/2026 | 21h19 | Por Jéssica Anjos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador