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Do sucesso à recuperação judicial: o caminho da WeWork até o calote nos FIIs

O calote da WeWork nos FIIs ocorre em meio à falência da companhia, que tem US$ 18,6 bilhões em dívidas

Por Janize Colaço

02/07/2024 | 18:27 Atualização: 02/07/2024 | 19:00

Os fundos imobiliários são isentos de imposto de renda e oferecem dividendos mensais ao investidor (Imagem: Adobe Stock)
Os fundos imobiliários são isentos de imposto de renda e oferecem dividendos mensais ao investidor (Imagem: Adobe Stock)

A WeWork está inadimplente com pelo menos cinco fundos imobiliários (FIIs) brasileiros. No mês passado, a rede de coworking deixou de pagar o aluguel referente a maio de imóveis administrados pelos seguintes fundos: Vinci Offices (VINO11), Santander Renda de Aluguéis (SARE11), Torre Norte (TRNT11), Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) e Valora Renda Imobiliária (VGRI11). Ao todo, mais de 231 mil cotistas serão afetados.

Leia mais:
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  • Leia também: WeWork atrasa aluguel de escritórios. Veja FIIs afetados e impacto para cotistas

O calote nos aluguéis dos fundos ocorre em meio à falência da WeWork, que chegou a ser uma das startups mais valiosas do mundo. Em novembro do ano passado, a empresa com sede em Nova York recorreu ao chamado ‘capítulo 11’, equivalente à recuperação judicial por aqui. A empresa reportou à Justiça americana um total de US$ 18,6 bilhões em dívidas contra US$ 15 bilhões em ativos.

  • Preocupações com as contas públicas: Otimismo de gestoras de FIIs cai pela metade em junho

A WeWork chegou a contar com 777 espaços distribuídos em 39 países e foi a maior locatária de Manhattan. Mas foi em 2019 que o império do coworking começou a desmoronar. A empresa teve uma tentativa frustrada de listar as suas ações na bolsa de Nova York, buscando emplacar um valuation de US$ 47 bilhões.

Na ocasião, os prejuízos e a desconfiança de Wall Street com as métricas financeiras do negócio impediram a operação de prosperar. E havia também outra raiz para as crises da WeWork: o seu polêmico fundador, Adam Neumann. Ele deixou o comando da companhia também naquele ano de 2019, após pressão de investidores, com o Softbank assumindo o controle da empresa.

Mas além dos problemas de governança, a WeWork foi afetada pela crise no setor imobiliário por conta da pandemia. O isolamento social mudou as formas de trabalho e tornou o home office obrigatório. Apesar da volta aos escritórios, a empresa não conseguiu superar as pressões financeiras em um ambiente de juros altos e do modelo híbrido de trabalho que passou a vigorar em todo o mundo.

WeWork no Brasil

No Brasil, a WeWork desembarcou em 2017 com um escritório na cidade de São Paulo. Em 2021, em uma joint venture junto com o Softbank, a empresa passou a ser WeWork LATAM, independente da matriz global e presente aqui, no Chile, Colômbia e México. Somente no Brasil, a empresa contava com 32 unidades próprias.

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Em novembro de 2023, quando a recuperação judicial nos EUA foi anunciada, a companhia anunciou que “o pedido não afeta os negócios da WeWork na América Latina”. Ainda assim, no último dia 13 de junho o VBI Real Estate foi o primeiro FII a anunciar o calote no aluguel referente a maio.

Na sexta-feira (28), foi a vez do Santander Asset e da Vinci Real Estate anunciarem por fato relevante que a WeWork estava com o vencimento de junho em aberto. Ontem (1º), foi a vez da Valora e da Rio Bravo comunicarem a inadimplência do aluguel.

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