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Comportamento

Carros, bacon e roupas: o que impulsionou a inflação dos EUA em 2021

Os problemas da recuperação econômica se intensificam com as diversas ondas de covid-19 no país

Por E-Investidor

15/01/2022 | 5:30 Atualização: 14/01/2022 | 18:18

Crédito: Pixabay
Crédito: Pixabay

(Alex Tanzi) – A inflação americana terminou 2021 em níveis alarmantes e um de seus principais impulsionadores reflete os problemas da recuperação econômica enquanto o país é atingido por diversas ondas de covid-19.

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Os gastos com alimentos, que correspondem a cerca de 14% do índice de preço ao consumidor, subiram 6% em dezembro, em comparação com 2020, liderados por carnes como bacon – para quase 19%.

A disparada dos preços dos carros no último ano foi uma consequência da escassez de componentes que afetou as montadoras em todo o mundo. Os veículos com motores novos e antigos, com um peso superior a 8% no índice de preço ao consumidor, tiveram uma alta recorde de 20,9% no mês passado.

E como as variantes causadoras da covid-19 continuaram a prejudicar as cadeias de suprimentos, as despesas com certos móveis e utensílios de cozinha registraram altas recordes para os americanos – muitos deles ainda estão passando muito mais tempo em casa do que antes da pandemia.

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Milhões voltaram aos escritórios também, apesar de a variante Ômicron em dezembro ter feito muitos empregadores voltarem atrás nos planos de retorno aos locais de trabalho. Isso talvez explique a disparada nos preços do vestuário – a inflação das roupas masculinas está em uma alta recorde.

Os aluguéis subiram 4,2% no mês passado, o maior aumento desde fevereiro de 2007. Os economistas esperam que os aluguéis, ao contrário de muitos outros preços, acelerem neste ano. // TRADUÇÃO POR ROMINA CÁCIA

 

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